Com distribuição da Diamond Films, terror de sobrevivência chega aos cinemas brasileiros em 23 de julho
Novo terror cheio de suspense que chega ao Brasil pela Diamond Films, ÁGUAS MORTAIS (“Deep Water”) ganhou seu primeiro trailer, antecipando a estreia em 23 de julho. A prévia apresenta os personagens em momentos de tensão ao embarcar em um voo, cujo destino coloca em risco as vidas de todos a bordo. Assista ao trailer aqui.
Com direção de Renny Harlin (“Duro de Matar 2”, “Os Estranhos”), o filme acompanha o desespero que toma conta da tripulação e dos passageiros de um voo que parte de Los Angeles com destino a Xangai. Quando um incidente ocorre no compartimento de carga, a aeronave vira palco de uma luta pela sobrevivência quando cai no meio do oceano.
Os sobreviventes, que já precisam lidar com as consequências do acidente e as perdas irremediáveis, descobrem um novo pesadelo: as águas onde caíram são habitadas por tubarões famintos por sangue que não vão poupar ninguém. Agora, a única saída para o grupo é superar suas diferenças e se unir em busca de escapar vivo da situação.
No elenco, estão incluídos nomes como Ben Kingsley (“A Lista de Schindler”), Aaron Eckhart (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”), Molly Belle Wright (“Mistletoe Ranch”), Elijah Tamati (“Holy Days”), Wenhan Li (“Quase Amor”), Simei Zhao (“Behind the Scenes”) e Angus Sampson (“O Poder e a Lei”).
Com distribuição Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, o aflitivo ÁGUAS MORTAIS estreia nacionalmente em 23 de julho.
Do cineasta dinamarquês Carl Theodor Dreyer O filme acompanha o julgamento histórico da guerreira no século XV
A FILMICCA estreia, na próxima sexta-feira (26), A Paixão de Joana d’Arc do cineasta dinamarquês Carl Theodor Dreyer. Produzido na França em 1928, o filme é amplamente considerado um dos grandes marcos do cinema silencioso.
O filme acompanha o julgamento histórico de Joana d’Arc (Renée Jeanne Falconetti), a guerreira do século XV condenada pela Inquisição por afirmar ter recebido mensagens divinas. Diante do tribunal eclesiástico, ela é submetida a pressões e intimidações para que mude sua versão dos fatos. Recusa. É condenada à morte. Sua execução lhe garante o martírio e, mais tarde, a canonização.
Dreyer baseou o roteiro nos registros reais do processo. A performance de Renée Falconetti no papel de Joana é reconhecida pela crítica internacional como uma das maiores da história do cinema. O diretor optou por filmar o rosto da atriz em close quase durante todo o filme, uma escolha que se tornou uma das marcas visuais mais citadas da era silenciosa.
Ator, roteirista e produtor estreia seu primeiro longa como protagonista no filme de Daniel Nolasco, que chega aos cinemas em 25 de junho
Antes de falar muito, Antônio observa. O homem, que vive sozinho em uma pequena propriedade rural no interior de Goiás, em 1984, é cercado pelos afazeres da fazenda, pelos animais, pela terra e por uma rotina que parece ter sido construída para que nada escape do lugar. Seu mundo é feito de silêncio, até que um acidente interrompe a paisagem e Marcelo, um motociclista ferido, cruza seu caminho. Antônio o acolhe, cuida de suas feridas e, aos poucos, vê algo também abrir dentro de si.
É a partir desse gesto – cuidar de outro homem, deixar que uma presença estrangeira atravesse sua solidão – que Lucas Drummond chega ao seu primeiro protagonista no cinema. Em APENAS COISAS BOAS, novo longa de Daniel Nolasco, que estreia nos cinemas em 25 de junho, o ator interpreta Antônio, um personagem que transforma a sua aridez em autodescoberta. O papel marca um ponto de virada em uma trajetória construída entre o teatro, o audiovisual e a criação de seus próprios projetos.
Para Lucas, APENAS COISAS BOAS é um passo importante em sua consolidação como ator de cinema. “O primeiro protagonista em uma obra de longa-metragem é sempre um momento decisivo na carreira de um ator. Tenho desbravado o mercado audiovisual em busca de me consolidar nesse lugar e esse filme é uma conquista muito importante nesse sentido”, afirma.
A escolha do papel também reforça uma característica que tem marcado a trajetória do artista: o trânsito entre obras autorais, de forte assinatura estética, e projetos com vocação pop. Em APENAS COISAS BOAS, Lucas está no centro de um romance queer rural, sensorial e íntimo, mas também aparece como protagonista romântico e presença magnética diante da câmera. Seu trabalho no filme lhe rendeu o Prêmio de Melhor Atuação no Digo 2026 – Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás, Melhor Ator no festival cearense For Rainbow e no canadense Reel Out Kingston, além de uma indicação ao Iris Prize, uma das mais importantes premiações internacionais dedicadas ao cinema LGBTQIA+.
“Tenho vontade de ser percebido como um ator versátil, que transita por mídias diversas e não tem medo de se arriscar. O novo longa me coloca em um lugar muito interessante, porque é um filme autoral, com uma linguagem muito própria, mas que também projeta uma imagem mais pop, mais próxima do público”, diz Lucas. “Acho bonito quando um trabalho consegue reunir essas duas coisas: uma pesquisa artística forte e, ao mesmo tempo, a possibilidade de comunicação.”
Formado pelo Teatro Tablado, onde estudou dos 11 aos 18 anos, e pelo Stella Adler Studio of Acting, em Nova York, Lucas também é roteirista e produtor. Há cerca de dez anos, ele escreve, idealiza e realiza projetos no teatro e no audiovisual, em um movimento constante de criação de oportunidades para o próprio trabalho como ator. “Eu entendi muito cedo que, criando as minhas próprias oportunidades, eu não preciso depender apenas de convites. Quando você se produz, você guia a sua carreira na direção que quiser”, afirma.
Essa postura aparece em diferentes frentes de sua trajetória. No cinema, Lucas escreveu, produziu e estrelou os curtas DEPOIS DAQUELA FESTA e TODOS OS PRÊMIOS QUE EU NUNCA TE DEI, ambos dirigidos por Caio Scot. Juntos, os filmes foram selecionados para mais de 80 festivais, venceram 10 prêmios e foram licenciados para canais e plataformas. Em 2025, ele também produziu e estrelou NESTA DATA QUERIDA, curta musical escrito por Vitor Rocha, dirigido por André Leão e disponível na Globoplay.
Painel ao vivo revela novos detalhes e artes conceituais de Pokémon para o aguardado projeto de animação stop-motion com lançamento previsto para 2027
A Pokémon Company International revelou hoje novos detalhes sobre “Pokémon Tales: As Desventuras de Sirfetch’d e Pichu”, o próximo projeto de animação stop-motion da Pokémon e da Aardman, como parte do programa “Luzes, Câmera, Aardman!” da Aardman no Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy.
Phil Rynda, Diretor de Animação Original da The Pokémon Company International, juntou-se à Diretora Criativa da Aardman, Sarah Cox, para compartilhar informações dos bastidores sobre o desenvolvimento do projeto e a colaboração criativa. Imagens inéditas do episódio piloto e materiais de produção em desenvolvimento ofereceram ao público presente uma prévia de Sirfetch’d e Pichu em ação, além de revelar detalhes que os fãs certamente estarão ansiosos para descobrir.
A Pokémon e a Aardman também revelaram que a nova aventura se passa na região de Galar de Pokémon, que compartilha muitas semelhanças geográficas com o Reino Unido, – um cenário perfeito para uma colaboração com a Aardman, um dos estúdios de animação mais renomados da Grã-Bretanha, e a personalidade majestosa de Sirfetch’d. O painel também abordou o humor tipicamente britânico do projeto, uma característica marcante de muitas das produções mais queridas da Aardman.
“É uma honra participar do painel da Aardman em Annecy e falar sobre o compromisso compartilhado com a qualidade, a narrativa envolvente, os personagens memoráveis e o respeito genuíno pelo público e pelos fãs”, disse Phil Rynda, Diretor de Animação Original da The Pokémon Company International. “Este projeto nos dá uma oportunidade única de contar histórias do ponto de vista dos Pokémon, possibilitada pela extraordinária habilidade e notável talento artístico da Aardman. Seu carinho e carinho por esse elenco Pokémon tão querido são evidentes em cada moldura brilhantemente elaborada.”
Sarah Cox, Diretora Criativa da Aardman adicionou: “Aqui na Aardman, estamos muito felizes em trazer o físico vívido da animação “stop-motion” para o mundo Pokémon. O diretor Tom Parkinson e a equipe criaram uma versão artesanal dos maravilhosos Pokémon que todos conhecemos e amamos, com uma narrativa cômica que celebra as peculiaridades, excentricidades e encantos de nossos heróis enquanto exploram Galar em uma jornada muito inusitada. Aardman e Pokémon compartilham um forte compromisso com a criatividade e o talento nesta jornada conjunta de levar alegria ao público do mundo todo.”