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Cinema

THE KING’S WARDEN, FILME DE ABERTURA DO KOREAN FILM FESTIVAL (KOFF) 2026, É A MAIOR BILHETERIA DA HISTÓRIA DA COREIA DO SUL; CONHEÇA

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Festival acontece em sete cidades do Brasil, chegando a São Paulo em outubro

A edição 2026 do KOFF – Korean Film Festival já começa com um grande sucesso: o longa escolhido para a abertura do evento é THE KING’S WARDEN (2026, Jang Hang-jun), responsável pela maior arrecadação da história do cinema sul-coreano somando $95.3 milhões de dólares em bilheteria. O filme, estrelado por Yoo Hae-jin (“A Taxi Driver”) e Park Ji-hoon (“Classe dos Heróis Fracos”), será exibido como a sessão de abertura do festival em Piracicaba, Belo Horizonte e São Paulo.

Conheça o filme

THE KING’S WARDEN, que numa tradução livre significa “O Guardião do Rei”, se passa no ano de 1457 e conta a história do sexto rei da dinastia Joseon, Danjong, que é deposto por seu tio, rebaixado a Príncipe Nosan (Park Ji-hoon) e exilado na isolada Yeongwol, província de Gangwon, com a esperança de que coloque fim à própria vida. O local é chefiado por Eom Heung-do (Yoo Hai-jin), que vê na chegada do nobre em exílio uma esperança para o futuro da vila. 

Mergulhado na tristeza pelo destino dos que estavam ao seu lado enquanto era rei, Nosan se torna deprimido e tenta saltar de um precipício, mas é salvo por Heung-do, com quem inicia uma complexa dinâmica. Em meio a dramas internos e intrigas políticas que podem comprometer mais do que a vida do jovem príncipe, THE KING’S WARDEN conta uma história inspirada em fatos sobre uma das figuras mais emblemáticas da Coreia imperial. 

Sua passagem pelos cinemas coreanos foi histórica: o filme arrecadou $95.3 milhões de dólares, ultrapassando as bilheterias alcançadas pelo recorde anterior, a comédia de 2019 “Trabalho Extremo” ($93.7 milhões de dólares), e do épico de guerra de 2014 “The Admiral: Roaring Currents” ($91.1 milhões de dólares).

O elenco do longa conta com grandes nomes da cultura coreana: o protagonista, Park Ji-hoon, ficou internacionalmente famoso como o lead dancer e visual do grupo de k-pop Wanna One. Além da carreira de idol, o ator estrelou sucessos da televisão como “Classe dos Heróis Fracos” (2022-2025), “Gostinho de Amor” (2025), “A Lenda do Soldado Cozinheiro” (2026), “Revolução do amor” (2020), “Love Song for Illusion” (2024), entre outros. Park contracena com o veterano Yoo Hai-Jin, que estreou nos cinemas em 1997 com o filme “Blackjack”. Entre os projetos que o consagraram estão os filmes “A Taxi Driver” (2017), “Veteran” (2015), “Exhuma” (2024) e “The Pirates” (2014). 

Além da dupla de protagonistas, alguns nomes de destaque do filme são Yoo Ji-tae (“Oldboy”), Jeon Mi-do (“Hospital Playlist”), Jung Jin-woon (“Choir of God”), Kim Min (“Rebound: Uma Nova Chance”), Ahn Jae-hong (“Mask Girl”) e Kim Soo-jin (“Open The Door”). 

A direção fica por conta de Jang Hang-jun, conhecido por seu trabalho na TV e no cinema com títulos como “Rebound: Uma Nova Chance” (2023), “Rastros de um Sequestro” (2017), “The Killers” (2024), “Open the Door” (2022) e “Break Out” (2002). O roteiro é uma parceria entre Jang e Hwang Seong-gu, que também escreveu “Anarchist from Colony” (2017). 

A recepção do filme rendeu indicações em premiações importantes do cenário audiovisual asiático, como Baeksang Arts Awards (indicado em oito categorias e vencedor de três); Director’s Cut Awards, que premiou a dupla de protagonistas como Melhor Ator (Yoo Hai-jin) e Melhor Ator Revelação (Park Ji-hoon) em filmes; e Golden Cinematography Awards, onde venceu os prêmios de Melhor Filme, Direção, Ator e Ator Coadjuvante (Yoo Ji-tae).

Programação do KOFF

Além de THE KING’S WARDEN, o Korean Film Festival tem uma curadoria de filmes que unem sucesso de público e crítica com as melhores histórias do cinema independente coreano no último ano em sua mostra não-competitiva de longas-metragens. A lista inclui BOSS, Boy, Frosted Window, Funky Freaky Freaks, Little Dreamerz, No Other Choice, Number One, Once We Were Us, People and Meat, Tell Me That You Love Me, The First Ride, The Ghost Game, The Mutation, The Only Child in the Butchery, The Square, The Ugly, The World of Love Winter Light

O festival também contará com a exibição de filmes do Korean Film Archive (KOFA), longas-metragens em mostra competitiva e inúmeros curtas tanto na mostra competitiva quanto não-competitiva. 

Fonte: assessoria de imprensa

Cinema

HIPERCONEXÃO DIGITAL E RETORNO PARA A IMAGINAÇÃO SÃO TEMAS DE A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA, LANÇAMENTO DA DIAMOND FILMS

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História focada em família deixando a vida na cidade grande para redescobrir a magia tem distribuição Diamond Films e chega aos cinemas em 10 de setembro

Envolto por uma atmosfera de magia e imaginação, A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA (“The Magic Faraway Tree”) chega aos cinemas em 10 de setembro, combinando uma narrativa emocionante e divertida a temáticas que não poderiam ser mais relevantes para as famílias hoje. Distribuído pela Diamond Films, o longa coloca os astros Andrew Garfield (“Todo o Tempo Que Temos”) e Claire Foy (“The Crown”) no lugar ocupado por muitos pais modernos, que vivem preocupados com a hiperconexão digital e a diminuição do espaço ocupado pelo lúdico na infância dos filhos.

rometendo encantar adultos e crianças, o filme conta a história da família Thompson quando os pais, Tim (Garfield) e Polly (Foy) decidem deixar a vida na cidade grande e recomeçar do zero com um celeiro no interior e muitos sonhos para realizar. A verdade é que, se por um lado a família vivia conectada em todos os aparelhos eletrônicos que a modernidade proporciona, por outro a desconexão entre os pais e seus três filhos reinava na casa. Agora, em uma realidade totalmente fora de sua zona de conforto, os pequenos Beth (Delilah Bennett-Cardy), Joe (Phoenix Laroche) e Fran (Billie Gadsdon, “Cruella”) vão descobrir que o mundo é muito maior – e mais mágico – do que as telas de seus aparelhos. 

Logo ao chegar na nova cidade, Fran, a caçula, tem um encontro inesperado com a fada Seda (Nicola Coughlan, “Bridgerton”), o que leva a garotinha a receber um convite bastante especial: uma visita à Maravilhosa Árvore Encantada. Lá, vivem habitantes curiosos e cheios de personalidade, além de funcionar como passagem para mundos incríveis e terras de desejos realizados. Entre confusões e muita descoberta, os Thompson encontram na Árvore a resposta para achar o brilho da infância dentro de cada um. 

A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA é a adaptação de um clássico da literatura infanto-juvenil escrito em 1943 por Enid Blyton. A versão que chega agora às telas foi recontextualizada pelas mãos experientes de Simon Farnaby, responsável pelos roteiros de “As Aventuras de Paddington 2” e “Wonka”, para dialogar com as famílias modernas. 

Em entrevista ao The Playlist, Andrew Garfield comenta que o roteirista adaptou os livros de Blyton de forma “precisa, imaginativa e bonita”. “Quando li o roteiro, senti que o mundo precisava disso, porque eu preciso. Os meus amigos vão assistir isso e se sentir esperançosos e inspirados, e torço para que seus filhos conheçam um caminho diferente do que simplesmente se perder nos aparelhos eletrônicos que temos”. 

Embora a questão das tecnologias na infância seja apresentada de uma forma leve, descontraída e apropriada para o público infantil, o subtexto de troca do foco no digital para as experiências ricas e lúdicas que a natureza e a imaginação proporcionam é a força motriz do filme, sendo assim uma das mensagens principais para os adultos. 

Claire Foy falou sobre o tópico em entrevista à BBC, endereçando que o problema não fica restrito às redes sociais, mas se estende às telas e dispositivos. “Não é só sobre os jovens, afeta a todos nós. Pensamos que estamos no controle, mas não estamos. O governo precisa criar leis e pegar o controle de volta – nós achamos que estamos à mercê das grandes companhias, mas precisamos dizer ‘não’ um pouco mais. Precisamos parar de ter conversas e começar a fazer algo. Os pais recebem muitas críticas, mas estão fazendo o melhor que podem”. 

A explosão de cores, sentimentos, brincadeiras e encanto do filme promete conquistar desde os pequenos fãs dos mundos de faz-de-conta até o mais ranzinza dos adultos, que serão transportados de volta aos tempos mágicos de infância. Com direção de Ben Gregor (“Fatherhood”), o filme ainda conta com nomes como Rebecca Ferguson (“Duna”), Jessica Gunning (“Bebê Rena”), Nonso Anozie (“Sweet Tooth”) e Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”). 

A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA tem distribuição Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, e estreia nacionalmente em 10 de setembro. 

Fonte: assessoria de imprensa

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Cinema

EM NOVO TRAILER, ‘MORTE E VIDA MADALENA’ TRANSFORMA OS DESAFIOS DE FAZER CINEMA INDEPENDENTE NO BRASIL NUMA COMÉDIA SOBRE RESISTÊNCIA E AMOR À ARTE

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Com distribuição da Embaúba Filmes, longa de Guto Parente estrelado por Noá Bonoba chega aos cinemas em 17 de setembro

Nas palavras de Samuel Fuller, “o cinema é um campo de batalha”. Nas ideias de Guto Parente, esse filme de guerra pode ser uma comédia. Do encontro entre os absurdos de um set de filmagem e a paixão por criar, driblando as dificuldades, nasce MORTE E VIDA MADALENA, novo longa do cineasta cearense, que estreia nos cinemas brasileiros em 17 de setembro, com distribuição da Embaúba Filmes.

Inspirado em situações reais vividas por Ticiana Augusto Lima, sócia e parceira criativa de Parente, o filme acompanha Madalena, uma produtora que precisa lidar com a morte recente do pai, o sumiço do diretor de seu próximo filme às vésperas do início das filmagens e uma gravidez de oito meses.

Confira o novo trailer:

Por trás do humor, está uma relação profundamente afetiva com o próprio ofício. “O cinema é um lugar de aprendizado e de crescimento espiritual, intelectual, de transcendência. Na minha relação, é quase como uma religião”, afirma Parente, que dirigiu 18 filmes, entre longas e curtas, em mais de 20 anos de carreira.

Para o papel principal, o cineasta convidou uma artista de múltiplas frentes: Noá Bonoba é atriz, roteirista, realizadora, preparadora de elenco, dramaturga, curadora e pesquisadora. Para ela, a chave da comédia está em levar a sério até mesmo o absurdo: “O humor vem da crença no drama total da personagem. É preciso acreditar nesse drama para que a situação seja risível. Quanto mais você acredita naquela situação, que é completamente absurda e real, mais engraçado fica”.

A mistura de caos e afeto foi destacada pela crítica. “Um humor que nasce do improviso, do microcaos, das soluções mirabolantes para tapar buracos”, escreveu Cecilia Barroso, do Cinema em Cena. Para Natalia Bocanera, do Cinema com Crítica, “mais do que uma ode ao cinema independente, MORTE E VIDA MADALENA engrandece os verdadeiros artesãos da imagem em movimento”. Já Flavia Guerra definiu, no videocast Plano Geral: “É um filme delicioso, que nos faz acreditar na comédia”.

Entre luto e nascimento, precariedade e invenção, MORTE E VIDA MADALENA encontra graça naquilo que poderia dar errado, e celebra quem, apesar de tudo, não desiste do que ama.

Fonte: assessoria de imprensa

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REMASTERIZADO EM 4K, AKIRA CHEGA AOS CINEMAS HOJE; CONFIRA MOTIVOS PARA NÃO PERDER ESSA ESTREIA

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Marco do cyberpunk no cinema, a distopia é considerada uma das obras mais influentes e aclamadas da história da animação japonesa

A Sato Company traz de volta às telonas um dos maiores clássicos japoneses. A versão remasterizada em 4K de AKIRA estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (27). Com o relançamento após 35 anos de sua estreia oficial no Brasil, os fãs do anime ganham uma nova oportunidade de experienciar o longa de Katsuhiro Otomo, que se tornou uma das obras mais influentes da história da animação.

Confira motivos para assistir a AKIRA nos cinemas:

Clássico imperdível dos animes

Precursor do consumo de animação japonesa no Brasil, AKIRA gerou um impacto imprescindível no universo dos animes. O filme é considerado uma das maiores produções da história do Japão, responsável por influenciar outras grandes obras, como Demon Slayer, Neon Genesis Evangelion e Ghost In The Shell. O relançamento é uma oportunidade perfeita para muitos fãs de anime assistirem ao clássico pela primeira vez, assim como para os que gostariam de revisitar a nostalgia da narrativa nos cinemas.

Experiência imersiva em 4K

A grandiosidade visual do filme é de longe um dos grandes destaques para o seu sucesso. A variedade de técnicas utilizadas para dar vida à animação, aos movimentos e às paisagens poderão ser conferidas na tela grande. Com imagens futuristas compostas por uma infinidade de cores, detalhes e iluminações, a versão remasterizada em 4K recupera a força do cenário brilhante e caótico de Neo-Tóquio. Proporcionando uma visão rica, suas cenas de perseguição e explosões ficam ainda mais emocionantes.

Uma aventura cyberpunk

O longa foi um dos estreantes da estética cyberpunk na produção cinematográfica. Em uma cidade reconstruída após uma explosão que desencadeou a Terceira Guerra Mundial, o  cenário pós-apocalíptico composto por gangues, militares e missões secretas conduzidas pelo governo ganha força junto do avanço tecnológico exagerado típico da ficção científica. É através desse cenário que AKIRA cria sua atmosfera de caos e distopia, testando os limites de um futuro absurdo, mas não totalmente improvável. 

Fonte: assessoria de imprensa

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