Cinema
Curtas-metragens brasileiros e filmes de Su Friedrich estreiam na FILMICCA em agosto; confira a lista completa
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1 mês agoon
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Gui Tsubota
O oitavo mês de 2026 traz à plataforma produções de Carol Aó, Gabriel Martins, André Novais Oliveira, Karine Teles e muito mais!
Agosto chegou trazendo consigo uma lista imperdível de estreias na FILMICCA! No oitavo mês do ano, a plataforma recebe 20 curtas-metragens brasileiros de diferentes cineastas. Gabriel Martins, André Novais Oliveira e Maurílio Martins, o trio à frente da mineira Filmes de Plástico, assinam a maior parte da seleção, que atravessa quatorze anos de produção da casa, de Filme de Sábado (2009) a Nossa Mãe Era Atriz (2023). A eles se somam Karine Teles, diretora de Romance (2021), e Carol Aó, que estreou na ficção com O Céu Não Sabe Meu Nome (2024).
Além disso, a FILMICCA recebe dez títulos de Su Friedrich, nome central do cinema experimental americano. Realizados entre 1979 e 1996, os filmes partem quase sempre da experiência íntima da cineasta, sonhos, memória familiar, desejo lésbico, para chegar a questões de gênero, religião e ativismo. O conjunto inclui Os Laços Que Unem (1984), sobre a mãe alemã que viveu a ascensão do nazismo, e Nade ou Afunde (1990), retrato do pai em vinte e seis capítulos.
Confira a lista completa:

O Céu Não Sabe Meu Nome
| Carol Aó
| Brasil, 2024
Em um dia qualquer, Preta falece enquanto rega o seu jardim no quintal. No outro canto da cidade sua neta se desloca ao seu encontro para tomar um café. Presente e passado se fundem na memória de ambas nos permitindo conhecer cada pedaço de história da matriarca que acabou de fazer sua passagem.
Filme de Sábado
| Gabriel Martins
| Brasil, 2009
Uma manhã de sábado e uma ideia são suficientes para colocar André em movimento. O filme acompanha esse pequeno acontecimento com leveza e atenção aos detalhes do cotidiano.
No final do mundo
| Gabriel Martins
| Brasil, 2009
Um encontro com o fim do mundo serve de ponto de partida para um curta que mistura fantasia e observação em poucos minutos.
Contagem
| Gabriel Martins e Maurílio Martins
| Brasil, 2010
Quatro personagens vivem um mesmo acontecimento em Contagem. Entre diferentes pontos de vista, o filme revela como uma cidade pode unir destinos distintos.
Fantasmas
| André Novais Oliveira
| Brasil, 2010
Uma ex-namorada, uma esquina e uma câmera ligada. A partir da espera por alguém que talvez nunca apareça, o filme constrói um retrato sutil sobre memória, ausência e o tempo.
Mãos Frias, Coração Quente
Cool Hands, Warm Heart
| Su Friedrich
| Estados Unidos, 1979
Em um mercado ao ar livre, rituais de beleza normalmente confinados ao espaço privado ganham a forma de um espetáculo público por quatro mulheres em pequenos palcos. Quando uma outra mulher tenta romper esse ciclo, descobre o quanto é difícil escapar de hábitos moldados por expectativas sociais. Filmado em Super 8, o curta examina, com ironia e precisão, as formas sutis de controle exercidas sobre o corpo feminino.
Cicatriz
Scar Tissue
| Su Friedrich
| Estados Unidos, 1979
Nas ruas de Nova York, homens e mulheres ocupam o mesmo espaço de maneiras radicalmente distintas. Com uma montagem rigorosa e um olhar atento aos corpos em movimento, Su Friedrich constrói um ensaio silencioso sobre gênero, poder e violência cotidiana.
Pelo Rio Abaixo
Gently Down the Stream
| Su Friedrich
| Estados Unidos, 1981
A partir de sonhos registrados pela cineasta ao longo de oito anos, o filme reúne imagens e palavras em um ensaio poético sobre memória, desejo e espiritualidade. Mulheres, animais, água e figuras sagradas femininas compõem um fluxo de associações guiado pela lógica fragmentada do inconsciente.
Ninguém
But No One
| Su Friedrich
| Estados Unidos, 1982
Um sonho perturbador serve de ponto de partida para este ensaio experimental. Enquanto prostitutas ocupam as ruas do Lower East Side, em Nova York, palavras inscritas na película revelam os pensamentos e inquietações despertados na cineasta ao acordar.

Os Laços Que Unem
The Ties That Bind
| Su Friedrich
| Estados Unidos, 1984
Nascida e criada no sul da Alemanha entre as décadas de 1920 e 1950, Lore Friedrich, mãe da cineasta, relembra a ascensão do nazismo, os anos de guerra e a ocupação dos Aliados, período em que conheceu seu futuro marido, um soldado americano. A única voz que ouvimos é a dela, enquanto imagens do passado e do presente atravessam Alemanha e Estados Unidos para refletir sobre memória, deslocamento e as marcas da História.
Para Sempre Condenadas
Damned If You Don’t
| Su Friedrich
| Estados Unidos, 1987
O encontro entre uma jovem lésbica e uma freira solitária conduz um percurso onde melodrama, religiosidade e desejo se confundem. Enquanto suas histórias se entrelaçam, o filme incorpora lembranças, arquivos e a trajetória de uma freira do século XVI para refletir sobre repressão, identidade e liberdade.
Domingo
| André Novais Oliveira
| Brasil, 2011
Um domingo serve de ponto de partida para um ensaio audiovisual que entrelaça memória, cotidiano e o passar do tempo por meio de pequenos fragmentos da vida.
Dona Sônia Pediu Uma Arma para Seu Vizinho Alcides
| Gabriel Martins
| Brasil, 2011
Ao decidir se vingar, Dona Sônia procura o vizinho em busca de uma arma. A partir desse encontro, o filme aborda o luto, os conflitos cotidianos e as relações na periferia.
Pouco Mais de Um Mês
| André Novais Oliveira
| Brasil, 2013
Um casal que namora há pouco mais de um mês, na vida e na ficção, enfrenta as inseguranças, os estranhamentos e as descobertas que marcam o início de um relacionamento.
Mundo Incrível Remix
| Gabriel Martins
| Brasil, 2014
Uma tartaruga é dada de presente para uma família. Dizem ser ela a última encarnação de Jesus na Terra.
Quinze
| Maurílio Martins
| Brasil, 2014
Enquanto Luiza se prepara para completar 15 anos, Raquel alimenta sonhos para o futuro. Um retrato sensível sobre duas gerações unidas por expectativas, desejos e mudanças.

Rapsódia para o Homem Negro
| Gabriel Martins
| Brasil, 2015
Odé é um homem negro. Seu irmão, Luiz, foi espancado até a morte durante um conflito em uma ocupação de Belo Horizonte. O filme utiliza alegorias e simbolismos para contextualizar as relações políticas, raciais, de ancestralidade e urbanização no mais recente cenário político brasileiro.
Quintal
| André Novais Oliveira
| Brasil, 2015
No quintal e dentro de casa, um casal de idosos atravessa mais um dia de rotina. Entre pequenos gestos e conversas, surge um retrato delicado do companheirismo, do afeto e da passagem do tempo.
Constelações
| Maurílio Martins
| Brasil, 2016
Dois estranhos percorrem juntos uma jornada noite adentro. Ela, que não fala português, vai em busca do passado. Ele, que não fala a língua dela, se afoga nas incertezas do futuro.
Nada
| Gabriel Martins
| Brasil, 2017
Bia acabou de completar dezoito anos. O final do ano está chegando e também o ENEM. As pessoas na escola e os pais de Bia a pressionam para decidir qual graduação ela vai se candidatar. Bia não quer fazer nada.
Movimento
| Gabriel Martins
| Brasil, 2020
Durante a pandemia de Coronavírus, um pai divide seus dias entre os cuidados com a filha recém-nascida, Tereza, e os gestos mais comuns do cotidiano. Entre danças, telefonemas, fraldas e um beija-flor, o filme encontra poesia na rotina e nos afetos familiares.
Nade ou Afunde
Sink or Swim
| Su Friedrich
| Estados Unidos, 1990
Dividido em vinte e seis pequenas histórias, o filme acompanha uma mulher que revisita episódios da infância para compreender como a relação com o pai moldou sua percepção sobre família, trabalho, afeto e identidade. Enquanto a narração constrói o retrato de um homem mais dedicado à carreira do que à vida familiar, imagens em preto e branco evocam tanto os acontecimentos extraordinários quanto os gestos mais ordinários do cotidiano.
Primeiro Vem o Amor
First Comes Love
| Su Friedrich
| Estados Unidos, 1991
Quatro cerimônias de casamento são cuidadosamente coreografadas e embaladas por canções românticas que celebram o ideal do amor. Tudo parece seguir o roteiro esperado até que os casais heterossexuais chegam ao altar e a atmosfera festiva é interrompida por um comunicado inesperado, transformando o ritual em uma reflexão sobre casamento, desejo e as convenções que moldam os afetos.

Romance
| Karine Teles
| Brasil, 2021
Juliana quer ser livre numa sociedade que deseja a todo custo controlar as mulheres. O romantismo é a principal armadilha de captura. Será possível ser feliz sozinha?
Rua Ataléia
| André Novais Oliveira
| Brasil, 2021
Em 2011, numa noite sem luz em uma rua de um bairro de periferia, uma família aguarda o retorno da energia elétrica, rodeada por velas que iluminam conversas e pensamentos. Hoje, dez anos depois, a luz tenta impor o seu lugar perante as sombras da memória.
Incluindo Deus
| Maurilio Martins
| Brasil, 2020
Aos 81 anos, minha mãe vive sozinha. Ela tem aprendido novas formas de falar com o mundo, incluindo Deus.
Pai
| André Novais Oliveira
| Brasil, 2020
Gestado durante a quarentena da pandemia de covid-19, o filme retrata de maneira íntima e sensível a convivência do cineasta com seu pai, Norberto Novais Oliveira.
Nossa Mãe Era Atriz
| André Novais Oliveira e Renato Novaes
| Brasil, 2023
Maria José Novais Oliveira, uma senhora negra, moradora da periferia de Contagem, já nos seus 60 anos se tornou atriz de cinema, com uma carreira premiada no Brasil e internacionalmente. Este documentário rememora a imagem de uma mulher ímpar, que marcou o cinema brasileiro dos anos 2010.
Lésbicas Vingadoras Também Comem Fogo
Lesbian Avengers Eat Fire Too
| Su Friedrich
| Estados Unidos, 1993
Filmado por integrantes do Lesbian Avengers e editado por Janet Baus e Su Friedrich, o documentário acompanha o primeiro ano do coletivo ativista queer fundado em Nova York. Das primeiras manifestações à histórica Dyke March em Washington, quando integrantes comem fogo diante da Casa Branca, o filme alterna registros das ações com relatos de mulheres vivendo suas primeiras experiências nas ruas como lésbicas assumidas e entrevistas com turistas diante da pergunta: “Quem são as Lesbian Avengers?”.
Esconde-esconde
Hide and Seek
| Su Friedrich
| Estados Unidos, 1996
Enquanto sonha acordada em sua casa na árvore, Lou, uma garota de 12 anos, evita assistir a um filme de educação sexual e comemora a vitória em um concurso de arremesso de pedras. Ela vê a infância mudar de rumo quando sua melhor amiga começa a se interessar por brincos e rapazes. Em diálogo com relatos de mulheres lésbicas adultas e imagens de arquivo, o filme aproxima memória, amadurecimento e descoberta em um sensível retrato da juventude.
Fonte: assessoria de imprensa
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HIPERCONEXÃO DIGITAL E RETORNO PARA A IMAGINAÇÃO SÃO TEMAS DE A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA, LANÇAMENTO DA DIAMOND FILMS
Published
2 semanas agoon
27 de agosto de 2026By
Gui Tsubota
História focada em família deixando a vida na cidade grande para redescobrir a magia tem distribuição Diamond Films e chega aos cinemas em 10 de setembro
Envolto por uma atmosfera de magia e imaginação, A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA (“The Magic Faraway Tree”) chega aos cinemas em 10 de setembro, combinando uma narrativa emocionante e divertida a temáticas que não poderiam ser mais relevantes para as famílias hoje. Distribuído pela Diamond Films, o longa coloca os astros Andrew Garfield (“Todo o Tempo Que Temos”) e Claire Foy (“The Crown”) no lugar ocupado por muitos pais modernos, que vivem preocupados com a hiperconexão digital e a diminuição do espaço ocupado pelo lúdico na infância dos filhos.
rometendo encantar adultos e crianças, o filme conta a história da família Thompson quando os pais, Tim (Garfield) e Polly (Foy) decidem deixar a vida na cidade grande e recomeçar do zero com um celeiro no interior e muitos sonhos para realizar. A verdade é que, se por um lado a família vivia conectada em todos os aparelhos eletrônicos que a modernidade proporciona, por outro a desconexão entre os pais e seus três filhos reinava na casa. Agora, em uma realidade totalmente fora de sua zona de conforto, os pequenos Beth (Delilah Bennett-Cardy), Joe (Phoenix Laroche) e Fran (Billie Gadsdon, “Cruella”) vão descobrir que o mundo é muito maior – e mais mágico – do que as telas de seus aparelhos.
Logo ao chegar na nova cidade, Fran, a caçula, tem um encontro inesperado com a fada Seda (Nicola Coughlan, “Bridgerton”), o que leva a garotinha a receber um convite bastante especial: uma visita à Maravilhosa Árvore Encantada. Lá, vivem habitantes curiosos e cheios de personalidade, além de funcionar como passagem para mundos incríveis e terras de desejos realizados. Entre confusões e muita descoberta, os Thompson encontram na Árvore a resposta para achar o brilho da infância dentro de cada um.
A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA é a adaptação de um clássico da literatura infanto-juvenil escrito em 1943 por Enid Blyton. A versão que chega agora às telas foi recontextualizada pelas mãos experientes de Simon Farnaby, responsável pelos roteiros de “As Aventuras de Paddington 2” e “Wonka”, para dialogar com as famílias modernas.
Em entrevista ao The Playlist, Andrew Garfield comenta que o roteirista adaptou os livros de Blyton de forma “precisa, imaginativa e bonita”. “Quando li o roteiro, senti que o mundo precisava disso, porque eu preciso. Os meus amigos vão assistir isso e se sentir esperançosos e inspirados, e torço para que seus filhos conheçam um caminho diferente do que simplesmente se perder nos aparelhos eletrônicos que temos”.

Embora a questão das tecnologias na infância seja apresentada de uma forma leve, descontraída e apropriada para o público infantil, o subtexto de troca do foco no digital para as experiências ricas e lúdicas que a natureza e a imaginação proporcionam é a força motriz do filme, sendo assim uma das mensagens principais para os adultos.
Claire Foy falou sobre o tópico em entrevista à BBC, endereçando que o problema não fica restrito às redes sociais, mas se estende às telas e dispositivos. “Não é só sobre os jovens, afeta a todos nós. Pensamos que estamos no controle, mas não estamos. O governo precisa criar leis e pegar o controle de volta – nós achamos que estamos à mercê das grandes companhias, mas precisamos dizer ‘não’ um pouco mais. Precisamos parar de ter conversas e começar a fazer algo. Os pais recebem muitas críticas, mas estão fazendo o melhor que podem”.
A explosão de cores, sentimentos, brincadeiras e encanto do filme promete conquistar desde os pequenos fãs dos mundos de faz-de-conta até o mais ranzinza dos adultos, que serão transportados de volta aos tempos mágicos de infância. Com direção de Ben Gregor (“Fatherhood”), o filme ainda conta com nomes como Rebecca Ferguson (“Duna”), Jessica Gunning (“Bebê Rena”), Nonso Anozie (“Sweet Tooth”) e Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”).
A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA tem distribuição Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, e estreia nacionalmente em 10 de setembro.
Fonte: assessoria de imprensa
Cinema
EM NOVO TRAILER, ‘MORTE E VIDA MADALENA’ TRANSFORMA OS DESAFIOS DE FAZER CINEMA INDEPENDENTE NO BRASIL NUMA COMÉDIA SOBRE RESISTÊNCIA E AMOR À ARTE
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2 semanas agoon
27 de agosto de 2026By
Gui Tsubota
Com distribuição da Embaúba Filmes, longa de Guto Parente estrelado por Noá Bonoba chega aos cinemas em 17 de setembro
Nas palavras de Samuel Fuller, “o cinema é um campo de batalha”. Nas ideias de Guto Parente, esse filme de guerra pode ser uma comédia. Do encontro entre os absurdos de um set de filmagem e a paixão por criar, driblando as dificuldades, nasce MORTE E VIDA MADALENA, novo longa do cineasta cearense, que estreia nos cinemas brasileiros em 17 de setembro, com distribuição da Embaúba Filmes.
Inspirado em situações reais vividas por Ticiana Augusto Lima, sócia e parceira criativa de Parente, o filme acompanha Madalena, uma produtora que precisa lidar com a morte recente do pai, o sumiço do diretor de seu próximo filme às vésperas do início das filmagens e uma gravidez de oito meses.
Confira o novo trailer:
Por trás do humor, está uma relação profundamente afetiva com o próprio ofício. “O cinema é um lugar de aprendizado e de crescimento espiritual, intelectual, de transcendência. Na minha relação, é quase como uma religião”, afirma Parente, que dirigiu 18 filmes, entre longas e curtas, em mais de 20 anos de carreira.
Para o papel principal, o cineasta convidou uma artista de múltiplas frentes: Noá Bonoba é atriz, roteirista, realizadora, preparadora de elenco, dramaturga, curadora e pesquisadora. Para ela, a chave da comédia está em levar a sério até mesmo o absurdo: “O humor vem da crença no drama total da personagem. É preciso acreditar nesse drama para que a situação seja risível. Quanto mais você acredita naquela situação, que é completamente absurda e real, mais engraçado fica”.
A mistura de caos e afeto foi destacada pela crítica. “Um humor que nasce do improviso, do microcaos, das soluções mirabolantes para tapar buracos”, escreveu Cecilia Barroso, do Cinema em Cena. Para Natalia Bocanera, do Cinema com Crítica, “mais do que uma ode ao cinema independente, MORTE E VIDA MADALENA engrandece os verdadeiros artesãos da imagem em movimento”. Já Flavia Guerra definiu, no videocast Plano Geral: “É um filme delicioso, que nos faz acreditar na comédia”.
Entre luto e nascimento, precariedade e invenção, MORTE E VIDA MADALENA encontra graça naquilo que poderia dar errado, e celebra quem, apesar de tudo, não desiste do que ama.


Fonte: assessoria de imprensa
Cinema
REMASTERIZADO EM 4K, AKIRA CHEGA AOS CINEMAS HOJE; CONFIRA MOTIVOS PARA NÃO PERDER ESSA ESTREIA
Published
2 semanas agoon
27 de agosto de 2026By
Gui Tsubota
Marco do cyberpunk no cinema, a distopia é considerada uma das obras mais influentes e aclamadas da história da animação japonesa
A Sato Company traz de volta às telonas um dos maiores clássicos japoneses. A versão remasterizada em 4K de AKIRA estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (27). Com o relançamento após 35 anos de sua estreia oficial no Brasil, os fãs do anime ganham uma nova oportunidade de experienciar o longa de Katsuhiro Otomo, que se tornou uma das obras mais influentes da história da animação.

Confira motivos para assistir a AKIRA nos cinemas:
Clássico imperdível dos animes
Precursor do consumo de animação japonesa no Brasil, AKIRA gerou um impacto imprescindível no universo dos animes. O filme é considerado uma das maiores produções da história do Japão, responsável por influenciar outras grandes obras, como Demon Slayer, Neon Genesis Evangelion e Ghost In The Shell. O relançamento é uma oportunidade perfeita para muitos fãs de anime assistirem ao clássico pela primeira vez, assim como para os que gostariam de revisitar a nostalgia da narrativa nos cinemas.
Experiência imersiva em 4K
A grandiosidade visual do filme é de longe um dos grandes destaques para o seu sucesso. A variedade de técnicas utilizadas para dar vida à animação, aos movimentos e às paisagens poderão ser conferidas na tela grande. Com imagens futuristas compostas por uma infinidade de cores, detalhes e iluminações, a versão remasterizada em 4K recupera a força do cenário brilhante e caótico de Neo-Tóquio. Proporcionando uma visão rica, suas cenas de perseguição e explosões ficam ainda mais emocionantes.
Uma aventura cyberpunk
O longa foi um dos estreantes da estética cyberpunk na produção cinematográfica. Em uma cidade reconstruída após uma explosão que desencadeou a Terceira Guerra Mundial, o cenário pós-apocalíptico composto por gangues, militares e missões secretas conduzidas pelo governo ganha força junto do avanço tecnológico exagerado típico da ficção científica. É através desse cenário que AKIRA cria sua atmosfera de caos e distopia, testando os limites de um futuro absurdo, mas não totalmente improvável.
Fonte: assessoria de imprensa
