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Cinema

NA SEMANA DO DIA MUNDIAL DA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA, BONITO CINESUR APRESENTA OBRAS QUE DISCUTEM AS PRINCIPAIS AMEAÇAS AMBIENTAIS NA AMÉRICA DO SUL

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Ao todo, 12 produções de sete diferentes países disputam a mostra competitiva de filmes ambientais sul-americanos na 4ª edição do festival

Na semana do Dia Mundial da Conservação da Natureza, celebrado na última terça-feira (28), o Bonito CineSur, Festival de Cinema Sul-Americano, coloca a pauta ambiental no centro de sua 4ª edição. São 12 filmes de sete países sul-americanos (Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai) nas Mostras Competitivas de Longa e Curta-Metragem Ambiental, exibidas desde domingo (26), com entrada gratuita, no Auditório Kadiwéu, no Centro de Convenções de Bonito (MS). Os vencedores, definidos pelo Júri Oficial e pelo Júri Popular, serão anunciados neste sábado (1º), na cerimônia de encerramento do festival, com a entrega do Troféu Pantanal.

Curadora das Mostras Ambientais, a documentarista, fotógrafa e jornalista Elis Regina comentou sobre a importância da circulação de produções que alertam para a situação ambiental na América do Sul: “A presença desses filmes é fundamental para ampliar o debate sobre a questão ambiental e dar visibilidade aos conflitos territoriais e a relação que os povos originários tem com a natureza.  O Bonito CineSur é  um festival voltado para o cinema sul-americano,  então  abrir espaço para essas narrativas  é uma escolha política  e artística que reflete a identidade do nosso continente.”

Conheça os longa-metragens

A Mostra Competitiva de Longa-Metragem Ambiental começou em 26 de julho (domingo) com ÁGUA INVADIDA, documentário uruguaio, dirigido por Carolina Sosa, exploradora da National Geographic, que desvenda o lado sombrio da pesca ilegal no Uruguai em parceria com os biólogos marinhos Andrés Milessi e Agustín Loureiro, e com o apoio da Marinha Uruguaia. No Bonito CineSur, o filme foi representado pelo produtor associado Damian Soto. No dia seguinte (27), foi a vez de EL CAMINO DEL AGUA (Peru), dirigido pela dupla Víctor César Ybazeta e Matías Magnan que compareceu ao evento para apresentar o documentário que mostra mulheres de um pequeno povoado que mantêm uma relação profunda com a terra e a comunidade enquanto lutam contra a ameaça de um projeto de mineração que pretende se instalar no território. 

Com direção de Wojciech Ganczarek, a obra documental argentina PROPIEDAD PRIVADA PROHIBIDO PASAR foi exibida no dia 28 (terça-feira) e apresentou ao público a história de habitantes da Patagônia, acompanhando uma professora, uma pescadora e um casal mapuche, que não têm onde morar por conta de interesses imobiliários e turísticos, retratando a luta por terras em uma das regiões menos povoadas do planeta. 

Na quarta (29), foi a vez de um dos nomes centrais do documentário brasileiro sobre a Amazônia subir ao palco do Bonito CineSur: Jorge Bodanzky apresentou UM OLHAR INQUIETO: O CINEMA DE JORGE BODANZKY, codirigido pela jornalista amazonense Liliane Maia. O filme parte de um registro de 1973, quando, a serviço da TV alemã, Bodanzky sobrevoou Aripuanã (MT) e captou uma grande maloca cercada por indígenas isolados que atiravam flechas contra o avião. Recuperada meio século depois no acervo do cineasta, hoje preservado no Instituto Moreira Salles, a imagem leva o diretor de volta à região. Somado aos seus inúmeros rolos de Super 8, o material costura passado e presente para revisitar sua trajetória e os mistérios da Amazônia.

“A questão ambiental sempre reflete as questões da sociedade e a questão ambiental virou a mais importante hoje”, comentou Bodanzky que, em seus 50 anos de carreira, fez questão de abordar a conservação do meio ambiente em suas obras: “Apesar de ter visto poucas mudanças desde que comecei a gravar sobre, tenho a confiança de que o cinema é fundamental para gerar consciência e impulsionar a tomada de posições”.

Nesta quinta-feira (30), a produtora-executiva Renata Carpenter apresentará MUNDURUKUYÜ – A FLORESTA DAS MULHERES-PEIXE, obra documental brasileira dirigida por Aldira Akay, Beka Munduruku e Ricélia Akay que filma as margens do Tapajós, no Pará, local em que a floresta das mulheres peixe espelha a mitologia Munduruku, onde humanos, na origem do mundo, se transformaram em floresta, plantas e animais. Por fim, o filme colombiano PÁRAMOS II EL ORIGEN ocupará a tela do festival no dia 31 de julho, com a presença do diretor Alejandro Calderón, mostrando ao público a trifurcação da Cordilheira dos Andes, o derretimento das geleiras e os conflitos socioambientais na Colômbia, a partir das vozes de comunidades indígenas, especialistas e outros atores fundamentais.

Conheça os curta-metragens

Na Mostra Competitiva de Curta-Metragem Ambiental, a abertura no domingo (26) ficou com À MARGEM DO FIM, do brasileiro Felipe Beltrame, sobre as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul e a urgência da justiça climática. Na segunda (27), foi a vez de LOURDES E LEIDE, dirigido por Angelo Lima, presente no festival, que acompanha a mãe de Leide das Neves, morta no acidente com o césio-137 em 1987, quase quatro décadas depois da tragédia. Na terça (28), foi exibida UMA UÑJIRINAKA CUIDADORXS DEL AGUA, coprodução entre Bolívia e Espanha do Colectivo Left Hand Rotation, sobre a contaminação da bacia Katari, no Lago Titicaca, e o projeto de turismo comunitário criado por mulheres de Alto Milluni.

Na quarta (29), ENTRE LA SAL Y EL CIELO, do boliviano Felipe Rosa, apresentado pelo produtor Pedro Guindani, mostrou o líder comunitário Ariel Flores na defesa da captura e tosquia tradicional de vicunhas selvagens, ameaçada pelas mudanças climáticas e pela exploração do lítio. Nesta quinta (30), o colombiano Alejandro Calderón apresenta HIPOPÓTAMOS, EL ARCA DE ESCOBAR, sobre os animais trazidos por Pablo Escobar que se multiplicaram sem controle e se tornaram ameaça ambiental. A mostra se encerra nesta sexta (31) com BUEN VIVIR: ÑUTSE CANSEYE, do Equador, dirigido por Zoé Nathalie Kugler e representado pela produtora Paula Alcivar, sobre mulheres que erguem a voz contra a extração de petróleo na Amazônia equatoriana.

Cerimônia de Premiação: 1º de agosto

Após decisão de júri formado por Vincent Carelli, indigenista e cineasta franco-brasileiro, Minom Pinho, produtora, roteirista e consultora, e Olinda Tupinambá, escritora realizadora, produtora e curadora, os vencedores serão anunciados neste sábado (1º), às 20h, no Auditório Kadiwéu, na cerimônia de encerramento apresentada por Paulo Betti e Valentina Herszage, que também entrega o Troféu Pantanal a Carelli pelo conjunto de sua obra.

A 4ª edição do Bonito CineSur está sendo realizada de 24 de julho a 01 de agosto na cidade de Bonito, Mato Grosso do Sul, e conta com o patrocínio master do Banco do Brasil e da Petrobrás e patrocínio da Caixa Econômica, da EMGEA e do Sesc MS e da Fecomércio MS. O Festival conta com o apoio da Prefeitura de Bonito, da FUNDTUR e do Estado de Mato Grosso do Sul. O evento é uma realização da Associação Amigos do Cinema e da Cultura (AACIC), Lei Rouanet e Ministério da Cultura.

Fonte: assessoria de imprensa

Cinema

“MEDLEY”, FILME ESTRELADO POR MEL MAIA, ESTREIA EM 32 CINEMAS DE 19 CIDADES BRASILEIRAS

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Novo longa de Ana Luiza Azevedo chega aos cinemas em 29 de outubro, com distribuição da Vitrine Filmes pela Sessão Vitrine Petrobras, e alcança 15 estados de todas as regiões do país.

MEDLEY, novo longa-metragem da diretora Ana Luiza Azevedo, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 29 de outubro, com exibição em 32 cinemas de 19 cidades, distribuídas por 15 estados brasileiros. O lançamento contempla 28 cinemas comerciais e quatro salas da rede Cine+, ampliando o alcance da produção nacional em todas as cinco regiões do país. A distribuição é da Vitrine Filmes, por meio da Sessão Vitrine Petrobras, em parceria com a Panorâmica.

Estrelado por Mel Maia, o filme acompanha Lola, uma jovem e talentosa nadadora que vive em conflito com a mãe e carrega o trauma da ausência do pai, de quem guarda poucas lembranças. Durante as férias em uma cidade do interior do estado do Rio de Janeiro, ela entra para uma equipe de natação competitiva e embarca em uma jornada de autodescoberta, enquanto tenta superar o bloqueio que a impede de nadar no estilo borboleta e desvendar segredos do passado de sua família.

Ambientado nos anos 1990, MEDLEYaborda os desafios da adolescência, as relações familiares e o processo de amadurecimento. Ao investigar a história de seus pais e confrontar os próprios sentimentos, Lola precisa encontrar maneiras de lidar com as ausências e compreender melhor a si mesma.

A direção é de Ana Luiza Azevedo, que retorna ao universo da adolescência mais de 15 anos depois de Antes que o Mundo Acabe, seu primeiro longa-metragem. O roteiro é assinado pela escritora Keka Reis, com consultoria de Carolina Kotscho, e adapta o livro Medley ou Os Dias em Que Aprendi a Voar, da própria autora. A produção é de Mara Lobão e Rodrigo Montenegro, pela Panorâmica.

Além de Mel Maia, o elenco reúne Mariana Lima, André Ramiro, Leona Cavalli, Alana Cabral e Guthierry Sotero, entre outros nomes.

A distribuição de MEDLEY contempla salas de cinema nas regiões Sudeste, Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte. O Sudeste concentra 15 cinemas, seguido pelo Nordeste, com oito salas, e pelo Sul, com cinco. O Centro-Oeste recebe o filme em três cinemas, enquanto a região Norte conta com uma sala.

No Sudeste, o longa chega ao Rio de Janeiro, incluindo a capital, Areal, Casimiro de Abreu e Paraty; a São Paulo e Ribeirão Preto; e a Belo Horizonte. No Nordeste, as exibições acontecem em Salvador, Maceió, Itapipoca, João Pessoa, Teresina e Natal. No Sul, o filme estreia em Porto Alegre, Curitiba e Camboriú. Já no Centro-Oeste, chega a Brasília e Cuiabá. Na região Norte, a estreia acontece em Manaus.

A programação reúne diferentes redes exibidoras, entre elas Cinépolis, Cinesystem, Cineflix, Espaço, UCI, Kinoplex, PlayArte e Estação, além de cinemas independentes, salas Spcine e unidades da rede Cine+.

Com a chegada às salas de cinema, MEDLEY convida o público a acompanhar uma história sobre os desafios de crescer, enfrentar os próprios medos e descobrir como o passado pode influenciar os caminhos que escolhemos para o futuro.

Fonte: assessoria de imprensa

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Cinema

COM MURILO BENÍCIO E CHRISTIAN MALHEIROS, “ASSALTO À BRASILEIRA” REÚNE GRANDES NOMES DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO: CONHEÇA O DIRETOR, ROTEIRISTA E ELENCO 

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Dirigido por José Eduardo Belmonte e escrito por L.G. Bayão, longa inspirado em um dos assaltos à banco mais emblemáticos do país chega aos cinemas em 5 de novembro, com elenco liderado por Murilo Benício e Christian Malheiros  

A combinação entre uma história real surpreende e um time de profissionais com trajetórias expressivas no audiovisual brasileiro marca “ASSALTO À BRASILEIRA”, longa-metragem dirigido por José Eduardo Belmonte, com roteiro de L.G. Bayão e protagonizado por Murilo Benício e Christian Malheiros. Com distribuição da Galeria, o filme estreia nos cinemas em 5 de novembro e revisita o assalto à principal agência do Banestado, em Londrina, no Paraná, em 10 de dezembro de 1987, episódio que mobilizou centenas de reféns e atraiu a atenção de toda a cidade.

À frente da direção da produção, José Eduardo Belmonte acumula mais de duas décadas de experiência no cinema e na televisão. Nascido em Brasília, o diretor construiu uma filmografia marcada pela diversidade de gêneros e narrativas, com títulos como “A Concepção” (2005), “Se Nada Mais Der Certo” (2008), “Alemão” (2014), “Carcereiros – O Filme” (2019), “As Verdades” (2021), “O Pastor e o Guerrilheiro” (2022) e “Uma Família Feliz” (2023). Na televisão, também esteve à frente de produções como as séries “Carcereiros” e “As Five”. Em “ASSALTO À BRASILEIRA”, Belmonte conduz uma trama que combina tensão policial, drama e situações inusitadas, tendo como pano de fundo um acontecimento que entrou para a história do país.  

O roteiro é assinado por L.G. Bayão, que soma mais de 30 trabalhos inscritos para o audiovisual. Com experiência em diferentes gêneros, o roteirista transita entre dramas biográficos, comédias e produções voltadas ao público familiar. Entre seus créditos estão “Heleno” (2011) “I“Irmã Dulce” (2014), “Ponte Aérea” (2015), “O Shaolin do Sertão” (2016), “Detetives do Prédio Azul: O Filme” (2017), “Minha Fama de Mau” (2019) “Maníaco do Parque” (2023), “Aumenta que é Rock’n’Roll” (2024) e “O Shaolin do Sertão 2”. Ao longo da carreira, Bayão recebeu indicações ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro por “Irmã Dulce”, “Detetives do Prédio Azul: O Filme” e “Minha Fama de Mau”. Em “ASSALTO À BRASILEIRA”, transforma um episódio histórico em uma narrativa cinematográfica que acompanha diferentes perspectivas do caso, da negociação com os assaltantes à repercussão popular do acontecimento.  

No papel de Paulo, jornalista recém-demitido que enxerga no assalto a oportunidade de conseguir um grande furo, está Murilo Benício, um dos nomes mais reconhecidos de sua geração. Com uma carreira que atravessa mais de três décadas, o ator consolidou sua presença no cinema e na televisão em produções como “O Homem do Ano” (2003),  “O Beijo no Asfalto” (2018) e novelas de grande repercussão, entre elas “O Clone” (2001), “A Favorita” (2008), “Avenida Brasil” (2012) e “Pantanal” (2022). Ao longo de sua trajetória, recebeu diversos reconhecimentos por suas atuações, incluindo prêmios Melhores do Ano e Troféu Imprensa. Além de ator, Benício também atua como diretor, tendo estreado na função com “O Beijo no Asfalto” e dirigido posteriormente “Pérola” (2023). 

Christian Malheiros interpreta Moreno, um dos líderes do assalto. O ator ganhou projeção internacional como “Sócrates” (2018), longa dirigido por Alexandre Moratto que lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator no Festival Mix Brasil e o reconhecimento da crítica especializada, além de uma indicação ao Independent Spirit Awards. Posteriormente, integrou o elenco de “7 prisioneiros” (2021), ao lado de Rodrigo Santoro, e conquistou popularidade ao interpretar Nando na série “Sintonia”, sucesso da Netflix. Com uma trajetória que começou no teatro ainda na infância, Malheiros vem construindo uma carreira que transita entre o cinema independente, as produções de alcance internacional e os projetos populares de grande audiência. 

O elenco conta ainda com Robson Nunes, ator, humorista e apresentador conhecido por sua versatilidade. No cinema, interpretou o jovem Tim Maia no especial “Por Toda Minha Vida”, da TV Globo, e voltou a viver o cantor no longa “Tim Maia” (2014). Também participou de produções como “Carandiru” (2003), “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo” (2016) e “Barraco de Família” (2021). Sua trajetória inclui trabalhos na televisão, no teatro, na comédia e na dublagem. 

Fernanda de Freitas também integra o elenco. A atriz iniciou sua carreira na televisão no fim dos anos 1990 e ganhou destaque em novelas como “Coração de Estudante” (2002), “Kubanacan” (2003–2004) e “Negócio da China” (2008–2009), além de conquistar o público com a série de comédia “Tapas & Beijos” (2011–2015). No cinema, participou de produções como “Cidade Baixa” (2005), “Zuzu Angel” (2006), “Tropa de Elite” (2007) e “Malu de Bicicleta” (2010). Em “Assalto à Brasileira”, divide a cena com um elenco que reúne diferentes gerações e experiências do audiovisual nacional. 

Uma história real que entrou para o imaginário brasileiro 

Inspirado nos acontecimentos de 10 de dezembro de 1987, “ASSALTO À BRASILEIRA” acompanha Paulo, um jornalista recém-demitido que decide se aproximar de Moreno e Barba, líderes do assalto ao Banestado, para intermediar as negociações com as autoridades. Enquanto os criminosos mantêm centenas de pessoas como reféns dentro da agência bancária, o policial Fonseca, interpretado por Paulo Miklos, conduz as negociações do lado de fora. 

O episódio ficou marcado pelo número de pessoas envolvidas e pela reação inesperada da população de Londrina, que acompanhou a movimentação nas ruas e chegou a demonstrar simpatia pelos assaltantes. Em meio à crise econômica e à inflação que assolavam o Brasil naquele período, o caso ganhou contornos singulares e se tornou um dos episódios mais conhecidos da história policial brasileira. 

Produzido pela Galeria, Santa Rita Filmes e Grupo Telefilms, o longa conquistou três prêmios no Festival de Brasília de 2025: Melhor Ator, para Murilo Benício; Melhor Ator Coadjuvante, para Christian Malheiros; e Melhor Filme pelo Júri Popular. A produção também integrou a programação da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e do Festival de Cinema Brasileiro de Paris, ampliando sua circulação em importantes eventos dedicados à cinematografia nacional. 

“ASSALTO À BRASILEIRA” estreia nos cinemas em 5 de novembro, com distribuição da Galeria

Fonte: assessoria de imprensa

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Cinema

COM RODRIGO SANTORO E ALAN RITCHSON, TRÊS HORAS PARA VIVER ESTREIA NOS CINEMAS NESTA QUINTA (29)

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Distribuído pela Diamond Films, o longa une ação frenética e personagens cativantes

 Chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) o lançamento de ação da Diamond Films, TRÊS HORAS PARA VIVER (“Runner”). Com um elenco encabeçado por Rodrigo Santoro (“O Filho de Mil Homens”), Alan Ritchson (“Reacher”) e Owen Wilson (“Marley & Eu”), o longa conta a história de um entregador de elite contratado para escoltar um órgão até a garotinha que vai recebê-lo. Porém, a caminho do hospital, a jornada se torna uma literal corrida pela vida quando um grupo criminoso tenta roubar a preciosa carga.

Queridinho do gênero de ação, Alan Ritchson é quem dá vida ao protagonista Hank Malone, que está em busca de reconstruir sua vida e, para isso, trabalha realizando as mais variadas missões. É assim que seu caminho se cruza com o de Ben Bishop, médico encarregado do transporte de um órgão vital destinado a salvar a vida de uma garotinha doente. Contratado para fazer essa importante escolta, Hank não contava com um elemento surpresa: o interesse do perigoso líder de uma facção criminosa, Damián Zaldívar, no órgão em questão.

O personagem de Rodrigo Santoro vai fazer tudo o que está ao seu alcance para interceptar a dupla e roubar a carga, já que o homem tem seus próprios motivos para levar essa missão às últimas consequências. Em meio a perseguições de carro, lutas corpo a corpo e o objetivo nobre de salvar a vida de uma criança, TRÊS HORAS PARA VIVER é um prato cheio para os fãs de ação cheia de adrenalina e com uma história que envolve.

O longa é dirigido pelo ex-dublê Scott Waugh (“Os Mercenários 4”) e também conta com nomes como Leila George D’Onofrio (“Máquinas Mortais”), Sullivan Stapleton (“300: A Ascensão do Império”) e Peta Sergeant (“Patrick: O Despertar do Mal”).

TRÊS HORAS PARA VIVER é distribuído pela Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, e chega aos cinemas nacionais em 29 de outubro.

Fonte: assessoria de imprensa

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