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Cinema

DIAMOND FILMS ANUNCIA LANÇAMENTO DE PROTOCOLO DE EXTERMÍNIO, NOVA AÇÃO DA A24

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Estrelado por Adria Arjona e o lutador brasileiro Alex Poatan, filme chega aos cinemas em outubro

A Diamond Films acaba de anunciar mais um grande lançamento de ação para este ano: PROTOCOLO DE EXTERMÍNIO (“Onslaught”), longa produzido pela A24 e com direção de Adam Wingard (“Godzilla vs. Kong”). Protagonizado por Adria Arjona (“Amores à Parte”), o filme estreia nos cinemas em 22 de outubro.

Com roteiro assinado por Wingard e Simon Barrett (“O Hóspede”), PROTOCOLO DE EXTERMÍNIO conta a história de uma sniper (Arjona) que precisa lutar sozinha contra um esquadrão de soldados geneticamente modificados no meio do deserto para salvar sua filha pequena. 

Além de Arjona, o elenco do longa conta com nomes como Dan Stevens (“A Bela e a Fera”), Drew Starkey (“Outer Banks”), Rebecca Hall (“Vicky Cristina Barcelona”), Eric Wareheim (“Tim and Eric’s Bedtime Stories”), Reginald VelJohnson (“Duro de Matar”), Michael Biehn (“O Exterminador do Futuro”) e o lutador de UFC brasileiro Alex Poatan. 

Com distribuição Diamond Films, maior distribuidora independente da América Latina, PROTOCOLO DE EXTERMÍNIO chega aos cinemas brasileiros em 22 de outubro. 

Fonte: assessoria de imprensa

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Nando Entre Dois Mundos – Um Filme Sintonia: Netflix divulga pôster oficial do longa spin-off que estreia em 12 de agosto

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Após cinco temporadas de sucesso em Sintonia, Christian Malheiros retorna ao papel de Nando para o filme que dá fim à história do personagem

Papo reto, família: ele está de volta! A Netflix acaba de divulgar o pôster oficial de Nando Entre Dois Mundos – Um Filme Sintonia, spin-off da série que conquistou o público ao retratar, de forma autêntica, a realidade, sonhos e os desafios da quebrada. Com estreia marcada para 12 de agosto, Christian Malheiros retorna ao papel de Nando em um longa marcado por drama familiar, escolhas e consequências. O filme entrega aos fãs o aguardado desfecho da trajetória de um dos personagens mais emblemáticos do universo de Sintonia.

Cinco anos após ascender ao poder no submundo do crime, Nando vive na Sérvia, longe de tudo que construiu. Sua vida muda drasticamente quando Bruninha (Duda Pimenta), sua filha adolescente, some de casa sem deixar rastros, forçando-o a retornar ao Brasil. De volta ao país, ele tenta reconstruir os laços com a família e manter os dois mundos separados, mas logo vê a família cercada pelo risco. Dividido entre a lealdade ao crime e o desejo de proteger a família, Nando precisará tomar a decisão mais importante de sua vida: arriscar tudo para romper definitivamente com o passado e garantir a segurança de quem mais ama.

Além de Christian MalheirosJúlia Yamaguchi retorna como Scheyla, enquanto Duda Pimenta dá vida à versão adolescente de Bruninha. Para os fãs de Sintonia, o filme também reserva um reencontro com Bruna Mascarenhas e Jottapê, que voltam a interpretar Rita e Doni em participações especiais.

Produzido pela Gullane, Nando Entre Dois Mundos – Um Filme Sintonia expande o universo da série de sucesso em uma última história inédita da franquia, baseada em uma ideia original de KondZilla e desenvolvida em parceria com Felipe Braga e Guilherme Quintella. 

Dirigido por Johnny Araújo, o longa tem roteiro de Guilherme Quintella, Denis Nielsen e Léo Todeschini. Produzido por Caio Gullane e Fabiano Gullane, conta com produção executiva de Caio Gullane, Ana Saito, Marina Puech Leão e Cristiane Façanha, e coprodução executiva de Johnny Araújo e Viviane Zangrossi.  

Nando Entre Dois Mundos – Um Filme Sintonia estreia em 12 de agosto, só na Netflix.

Fonte: assessoria de imprensa

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Cinema

INSPIRADO PELO CIBERPUNK E A CULTURA HACKER, DAVI PRETTO UTILIZA IA PARA PENSAR SEUS RISCOS COGNITIVOS EM FUTURO FUTURO 

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Diretor relembra das situações adversas que o fizeram olhar para a IA não só como forma de crítica, como uma ferramenta para finalizar a obra, que seria consagrada como a grande vencedora do último Festival de Brasília

FUTURO FUTURO, novo filme do cineasta gaúcho Davi Pretto (“Continente”), estreia nos cinemas brasileiros em 23 de julho pela distribuidora Cajuína Filmes. A obra se passa em um futuro próximo e apresenta um homem sem memória de 40 anos chamado K, que é acolhido por um clickworker solitário de 60 anos na parte empobrecida de uma chuvosa cidade brasileira. E, após usar um viciante dispositivo IA em um curso para pessoas com uma estranha síndrome neurológica, K embarca em uma jornada trágica e absurda.

Vivendo na parte empobrecida da cidade, K fica intrigado pelo intransponível lado rico da metrópole, que enxerga no horizonte – e passa a sonhar toda a noite  com um casal que vive em um condomínio de luxo, regado a festas e boemia. Assim, a ideia inicial de Pretto era utilizar algumas inserções de imagens de inteligência artificial nos sonhos de K, para causar contraste diante de algo totalmente estéril e destoante da realidade do personagem, junto de imagens de bairro  privado de luxo em Porto Alegre, para incorporar a crítica presente em FUTURO FUTURO. Porém tudo mudou quando uma enorme enchente afetou o estado do Rio Grande do Sul durante as filmagens, em 2024.

Mesmo com uma ideia muito clara do que queria, alternando entre imagens de prédios de luxo e de inteligência artificial, Pretto teve que recalcular rota. O diretor lembra que “isso mudou nos obstáculos políticos e climáticos que enfrentamos na filmagem. Os condomínios da cidade não deixaram que filmássemos lá e eles são, de alguma forma, inacessíveis, tal qual seu território. A solução foi recriarmos em um complexo empresarial, porém ele foi destruído durante a enchente nos últimos dias de filmagem e nunca mais pudemos voltar lá. Não era possível viajar para outra cidade, tão pouco podíamos pagar um acervo, por conta do alto preço, de imagens existentes que buscávamos mostrar”. 

E, diante da catástrofe que assolou o Rio Grande do Sul em 2024, e precisando finalizar FUTURO FUTURO, que meses depois seria coroado com o Troféu Candango de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial do Festival de Brasília, Pretto precisou recorrer à inteligência artificial e que, de maneira metalinguística, relembra que “a IA me pareceu então ainda mais central na própria impossibilidade de fazer o filme, pois ao meu ver é justamente isso o que ela promete: um mundo de ilusão, fantasia e supostas infinitas possibilidades enquanto o nosso mundo acaba pouco a pouco diariamente”. 

Pretto ainda reforça sua preocupação ao utilizar inteligência artificial como ferramenta para a existência de FUTURO FUTURO, ao mesmo tempo em que se atenta em não fugir da estética e do que seu filme busca criticar. “Antes, sempre me mantive longe dessas ferramentas IA pelo que elas representam politicamente e esteticamente, mas ao fazer um filme sobre a IA, me pareceu necessário investigar que imagens são essas. O risco sempre esteve presente em meu trabalho. Eu precisava me arriscar a usá-las. Diferente de cineastas que ganham rios de dinheiro de grandes plataformas IA para fazer obras encomendadas com IA para exaltar as invenções dessas empresas, eu me pus a criar imagens de maneira amadora nas plataformas mais simples disponíveis, em modo free trial sempre que possível, como uma formiga que rouba farelos do prato de um imperador. Eu queria que essas imagens IA tivessem a estética asséptica que as propagandas dos condomínios privados usam e que justamente é a estética que essas plataformas IA são treinadas originalmente para replicar. São imagens que ao mesmo tempo parecem falsamente perfeitas e estéreis, carregam algo de vazio e horrendo”.

Pretto não esconde que a literatura ciberpunk de William Gibson e Philip K. Dick e obras de pensadores políticos radicais, como Peter Lamborn Wilson, foram grandes inspirações no uso de inteligência artificial em FUTURO FUTURO. Para o cineasta, “é um gesto impuro, claro, até porque não acredito que há gestos moralmente perfeitos no mundo. Mas essa impureza me interessa. Há uma oposição evidente no filme das imagens que filmamos com as imagens IA usadas que se inserem à narrativa como um vírus. É nesse atrito que o filme convida o espectador a pensar”.

FUTURO FUTURO investiga de forma provocativa imagens geradas por IA, tema que provoca intenso debate na indústria cinematográfica e no cotidiano. A obra reflete sobre os riscos cognitivos e políticos da inteligência artificial, que transforma o trabalho, as relações sociais e a percepção do que é real. Ao mesmo tempo, aborda os desafios do cinema independente em um mundo marcado por catástrofes climáticas e por imagens artificiais que redefinem nosso olhar e imaginário. Tudo isso partiu da vontade de Pretto de expressar a ideia da crise do sujeito, ou o colapso do sujeito que habita esse mundo em constante crise. A partir disto, o cineasta lembra que “me pareceu que seria um filme sobre esse acúmulo de crises que vivemos, ambiental, tecnológica, urbana, política, do trabalho, de saúde mental, de identidade… e claro, crise das imagens”.

Produzido pela Vulcana Cinema e rodado em Porto Alegre, o filme é o quarto longa de Davi Pretto que, depois de “Castanha” (2014), “Rifle” (2016) e de “Continente” (2024), transformou sua cidade natal em uma metrópole futurista nesta ficção-científica de baixo orçamento. Para interpretar K, personagem protagonista, o diretor escalou o potiguar Zé Maria, ator conhecido por seus trabalhos em filmes como “O Clube dos Canibais” (2018) e “Paloma” (2022), além da série “Maria e o Cangaço” (2025).

Zé Maria contracena com João Carlos Castanha, que batiza e protagoniza o primeiro filme do cineasta, além de Carlota Joaquina (“Seus Ossos e Seus Olhos”), Clara Choveaux (“Luz nos Trópicos”) e Higor Campagnaro (“O Animal Amarelo”). Olivia Torres, atriz de “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar de Filme Internacional, e protagonista de “Continente”, também empresta sua voz para o novo trabalho de Pretto.

FUTURO FUTURO, além de ter conquistado no último Festival de Cinema de Brasília o Troféu Candango de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial, também foi premiado por Melhor Roteiro, Montagem e Menção Honrosa para o ator Zé Maria Pescador. O filme estreou mundialmente na competição do importante Festival Internacional de Karlovy Vary, na República Tcheca, um dos mais antigos da Europa.

FUTURO FUTURO tem distribuição da Atelier W e Cajuína Filmes e estreia nos cinemas em 23 de julho. A distribuição do filme é patrocinada pelo BNDES através do Patrocínio Cultural No 01/2025 – BNDES – Projetos Audiovisuais de Longa-Metragem.

Fonte: assessoria de imprensa

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ATOR DE “COLEGAS E O HERDEIRO” CITA AMIGO DE DWAYNE JOHNSON, O THE ROCK, EM VÍDEO E LANÇA CAMPANHA PARA CONHECER O ATOR, QUE VEM AO BRASIL

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Em publicação emotiva, João Vitor de Paiva Bittencourt destaca os laços de amizade que movem a trama do novo longa-metragem de Marcelo Galvão

O ator João Vitor de Paiva Bittencourt, um dos protagonistas do longa-metragem “Colegas e o Herdeiro”, entusiasmou as redes sociais ao publicar um vídeo relacionando a premissa do filme a uma história real do astro de Hollywood Dwayne “The Rock” Johnson, que em breve desembarca no Brasil. No registro, João Vitor relembra a relação do ator americano com seu melhor amigo de infância, Milton McBride Rosen, que tem síndrome de Down.

The Rock disse que o Milton salvou a vida do pai dele e que o coração dele não tem limites. É exatamente sobre isso que o nosso filme fala. Sobre amizade sem limites, sem rótulos e sem barreiras”, afirmou João Vitor na publicação, aproveitando para fazer um convite público. Educador físico, ele sugeriu um encontro diferente com o ator americano em seu Instagram @jvdepaiva: “The Rock, que tal treinar comigo aqui no Brasil?

A conexão entre Dwayne Johnson e Milton McBride Rosen surgiu ainda na infância e se tornou uma das histórias mais autênticas sobre inclusão e apoio mútuo. Milton virou uma figura central para o astro, que o considera um “irmão” e herói de vida. Sua presença trouxe conforto para a família de Dwayne em períodos complexos, marcados pelo enfrentamento do alcoolismo e da depressão do pai do ator. 

Atleta de destaque nas Olimpíadas Especiais e apaixonado por halterofilismo, Milton teve sua trajetória celebrada pelo próprio The Rock em 2019, que produziu e lançou o curta-metragem “The Rock’s Rock” para homenagear o impacto positivo do amigo em sua vida.

A mensagem conversa diretamente com o DNA de “Colegas e o Herdeiro”, sequência independente do sucesso de 2012 que venceu o Kikito de Ouro de Melhor Filme no Festival de Gramado. Sob a direção e roteiro de Marcelo Galvão, a nova produção dá continuidade ao marco de inclusão do original e traz no elenco principal nomes como Ariel Goldenberg, Breno Viola, Rita Pokk e o próprio João Vitor, além de dezenas de atores com síndrome de Down, autismo e síndrome de Williams.

Na nova trama, rodada no Rio Grande do Sul e no Uruguai, o grupo de amigos foge do instituto em uma viagem clandestina a bordo de um avião de carga para reencontrar Stallone em Punta del Este. A visita se transforma em uma aventura repleta de ação quando o grupo cruza o caminho de contrabandistas de pedras preciosas.

O filme, que venceu o Prêmio Especial do Júri no Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF) e integrou a seleção da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, é uma produção da Gatacine com coprodução da Globo Filmes e distribuição nacional assinada pela H2O Films.

Fonte: assessoria de imprensa

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