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Cinema

ATOR DE “COLEGAS E O HERDEIRO” CITA AMIGO DE DWAYNE JOHNSON, O THE ROCK, EM VÍDEO E LANÇA CAMPANHA PARA CONHECER O ATOR, QUE VEM AO BRASIL

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Em publicação emotiva, João Vitor de Paiva Bittencourt destaca os laços de amizade que movem a trama do novo longa-metragem de Marcelo Galvão

O ator João Vitor de Paiva Bittencourt, um dos protagonistas do longa-metragem “Colegas e o Herdeiro”, entusiasmou as redes sociais ao publicar um vídeo relacionando a premissa do filme a uma história real do astro de Hollywood Dwayne “The Rock” Johnson, que em breve desembarca no Brasil. No registro, João Vitor relembra a relação do ator americano com seu melhor amigo de infância, Milton McBride Rosen, que tem síndrome de Down.

The Rock disse que o Milton salvou a vida do pai dele e que o coração dele não tem limites. É exatamente sobre isso que o nosso filme fala. Sobre amizade sem limites, sem rótulos e sem barreiras”, afirmou João Vitor na publicação, aproveitando para fazer um convite público. Educador físico, ele sugeriu um encontro diferente com o ator americano em seu Instagram @jvdepaiva: “The Rock, que tal treinar comigo aqui no Brasil?

A conexão entre Dwayne Johnson e Milton McBride Rosen surgiu ainda na infância e se tornou uma das histórias mais autênticas sobre inclusão e apoio mútuo. Milton virou uma figura central para o astro, que o considera um “irmão” e herói de vida. Sua presença trouxe conforto para a família de Dwayne em períodos complexos, marcados pelo enfrentamento do alcoolismo e da depressão do pai do ator. 

Atleta de destaque nas Olimpíadas Especiais e apaixonado por halterofilismo, Milton teve sua trajetória celebrada pelo próprio The Rock em 2019, que produziu e lançou o curta-metragem “The Rock’s Rock” para homenagear o impacto positivo do amigo em sua vida.

A mensagem conversa diretamente com o DNA de “Colegas e o Herdeiro”, sequência independente do sucesso de 2012 que venceu o Kikito de Ouro de Melhor Filme no Festival de Gramado. Sob a direção e roteiro de Marcelo Galvão, a nova produção dá continuidade ao marco de inclusão do original e traz no elenco principal nomes como Ariel Goldenberg, Breno Viola, Rita Pokk e o próprio João Vitor, além de dezenas de atores com síndrome de Down, autismo e síndrome de Williams.

Na nova trama, rodada no Rio Grande do Sul e no Uruguai, o grupo de amigos foge do instituto em uma viagem clandestina a bordo de um avião de carga para reencontrar Stallone em Punta del Este. A visita se transforma em uma aventura repleta de ação quando o grupo cruza o caminho de contrabandistas de pedras preciosas.

O filme, que venceu o Prêmio Especial do Júri no Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF) e integrou a seleção da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, é uma produção da Gatacine com coprodução da Globo Filmes e distribuição nacional assinada pela H2O Films.

Fonte: assessoria de imprensa

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Cinema

CEO da DC Studios quebra o silêncio sobre o desempenho de Supergirl nos cinemas

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O desempenho abaixo das expectativas de Supergirl nas bilheterias marcou o primeiro grande revés do DC Studios sob a liderança de James Gunn e Peter Safran. Após uma estreia nos Estados Unidos inferior à de filmes como Morbius e As Marvels, a produção acabou motivando uma manifestação pública de um dos CEOs do estúdio.

Peter Safran declarou, em nota enviada ao The New York Times, que o desempenho de Supergirl não altera os planos do estúdio. “Mesmo sem atingir a bilheteria esperada, o longa faz parte de uma estratégia mais ampla para o futuro do DC Studios.”

O longa representa o primeiro grande desafio comercial da gestão de James Gunn e Peter Safran, após estrear nos Estados Unidos com números abaixo do esperado e inferiores aos de Morbius e As Marvels.

Rebatizado apenas como Supergirl, o longa abandona o antigo título Supergirl: A Mulher do Amanhã, mas continua baseado na famosa HQ de Tom King com arte da brasileira Bilquis Evely. Na trama, a heroína percorre o espaço em uma missão movida por vingança e justiça, vivendo uma aventura cósmica que também reserva momentos de descontração e festas.

Assista ao trailer abaixo:

No elenco, Milly Alcock, conhecida por interpretar a jovem Rhaenyra em A Casa do Dragão, assume o papel de Supergirl. Eve Ridley, de Problema dos 3 Corpos, dará vida a Ruthye, enquanto Matthias Schoenaerts (The Old Guard) será o vilão Krem. A direção é de Craig Gillespie (Cruella), com roteiro assinado por Ana Nogueira, que anteriormente desenvolvia um projeto da heroína estrelado por Sasha Calle, intérprete da personagem em The Flash.

O longa tem direção de Craig Gillespie e roteiro de Ana Nogueira, e está em cartaz nos cinemas.

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Cinema

VENCEDOR DO FESTIVAL DE BRASÍLIA, FICÇÃO-CIENTÍFICA DE DAVI PRETTO, FUTURO FUTURO TEM TRAILER E PÔSTER DIVULGADOS

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Longa produzido pela Vulcana Cinema tem distribuição da Atelier W e Cajuína Filmes e estreia em 23 de julho

“FUTURO FUTURO”, novo filme do cineasta gaúcho Davi Pretto, acaba de ter seu trailer e pôster oficiais divulgados. Com estreia marcada nos cinemas brasileiros para 23 de julho e com distribuição da Cajuína Filmes, o filme é uma ficção-científica gaúcha de baixo orçamento que se passa em um futuro distópico e investiga o perigo, a estupidez e o absurdo da inteligência artificial em um futuro precarizado, assolado pela constante crise ambiental e o sofrimento coletivo. 

A trama de FUTURO FUTURO se passa em um futuro próximo, onde os avanços em inteligência artificial coexistem com o surgimento de uma nova síndrome neurológica. Um homem sem memória de 40 anos chamado K é acolhido por um clickworker solitário de 60 anos na parte empobrecida de uma chuvosa cidade brasileira e, após usar um viciante dispositivo IA em um curso para pessoas com a estranha síndrome, K embarca em uma jornada trágica e absurda para tentar encontrar o seu lugar no mundo.

O filme estreou na competição do tradicional Festival Internacional de Karlovy Vary, na República Tcheca, um dos mais antigos da Europa, e se destacou no mais recente Festival de Cinema de Brasília, vencendo o Troféu Candango de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial. A produção também foi premiada nas categorias de Melhor Roteiro e Melhor Montagem, além de render uma Menção Honrosa ao ator Zé Maria Pescador.

Produzido pela Vulcana Cinema e rodado em Porto Alegre, o filme é o quarto longa de Davi Pretto que, depois de “Castanha” (2014), “Rifle” (2016) e de “Continente” (2024), transformou sua cidade natal em uma metrópole futurista. 

Para interpretar K, personagem protagonista, o diretor escalou o potiguar Zé Maria, ator conhecido por seus trabalhos em filmes como “O Clube dos Canibais” (2018) e “Paloma” (2022), além da série “Maria e o Cangaço” (2025).

Zé Maria contracena com João Carlos Castanha, que batiza e protagoniza o primeiro filme do cineasta, além de Carlota Joaquina (“Seus Ossos e Seus Olhos”), Clara Choveaux (“Luz nos Trópicos”) e Higor Campagnaro (“O Animal Amarelo”). Olivia Torres, atriz de “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar de filme internacional, e protagonista de “Continente”, também empresta sua voz para o novo trabalho de Pretto.

“Ao imaginar um futuro marcado pela inteligência artificial e pelos impactos da tecnologia, o filme Futuro Futuro convida o público a refletir sobre os rumos do desenvolvimento tecnológico e seus efeitos na vida cotidiana. Patrocinador do longa, o BNDES acredita na força do audiovisual brasileiro para estimular o diálogo e a reflexão crítica sobre temas relevantes para sociedade, sem abrir mão da emoção e do engajamento com o público”, pontua Marina Moreira, superintendente da Área de Relacionamento, Marketing e Cultura do BNDES.

A distribuição do filme é patrocinada pelo BNDES através do Patrocínio Cultural No 01/2025 – BNDES – Projetos Audiovisuais de Longa-Metragem.

Fonte: assessoria de imprensa

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Cinema

CONHEÇA FILMES BRASILEIROS EXIBIDOS NO FESTIVAL DE CINEMA DE XANGAI 2026

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Além de participar da Mostra de Cinema Brasileiro em Xangai, promovida pelo Ministério da Cultura, os títulos também participaram de competições e outras mostras do festival

Em momento importante para o cinema brasileiro, produções nacionais marcaram presença no 28º Festival Internacional de Cinema de Xangai (SIFF), considerado o principal festival da Ásia. Com um total de nove títulos, a Mostra de Cinema Brasileiro, promovida pelo Ministério da Cultura, realizou dezoito exibições durante a programação oficial do SIFF este ano. Três dos filmes também foram selecionados para outras competições e mostras do evento em Xangai.

“Nossa presença com a Mostra de Cinema Brasileiro cumpre o importante papel de levar o público chinês para dentro da cultura do Brasil. Essa ação reafirma a importância do audiovisual na construção da nossa identidade e nas inúmeras maneiras pelas quais fazemos isso chegar ao mundo, além de ser uma grande oportunidade para o setor, abrindo as portas para um dos mais importantes mercados do audiovisual mundial”, afirmou o secretário-executivo adjunto da Pasta, Cassius Rosa.

Para Paulo Feitosa, idealizador da Mostra e diretor da Quitanda Soluções Criativas, “os filmes escolhidos mostraram toda a potência e a diversidade do cinema brasileiro”. A programação reuniu diversos títulos, entre eles “novas obras de ficção, animação e documentário, que estão no circuito de importantes festivais ao redor do mundo a fim de contar nossas histórias, além de A Hora da Estrela, um clássico remasterizado, que levou às telonas chinesas uma mulher que é a cara do Brasil”.

O Deserto de Luiza, filme dirigido por Alan Minas, teve sua estreia mundial no evento em Xangai ao ser selecionado para a Competição Principal do SIFF, concorrendo à maior honraria do festival, o Golden Goblet (Cálice de Ouro). Ambientada no subúrbio do Rio de Janeiro, a trama acompanha Luiza, uma garota tímida de 15 anos que sonha em ser artista e vê seu mundo desmoronar quando a mãe sofre de um episódio agudo de esquizofrenia. Propondo um comentário social sobre o Brasil de hoje, a narrativa contrasta o crescimento de Luiza, que experiencia a juventude pela primeira vez, e a deterioração da condição mental de sua mãe, uma realidade que se impõe, obrigando a garota a amadurecer. Coproduzido por Daniela Vitorino e pela Caraminhola Filmes, o longa é fruto de políticas de fomento ao audiovisual brasileiro ao ser uma colaboração internacional entre a Riofilme e a britânica Union Content.

Após passar por outros festivais importantes, Feito Pipa, de Allan Deberton, foi um dos destaques no evento chinês ao ser selecionado para a mostra “Belt and Road Film Week”, criada para fortalecer o intercâmbio cultural entre países. A produção já conquistou prêmios internacionais em sua passagem pelo Festival de Guadalajara e o Festival de Cartagena, além de ganhar destaque no Festival de Berlim (Berlinale), onde conquistou o Urso de Cristal de Melhor Filme e o Grande Prêmio do Júri Internacional. Estrelado por Lázaro Ramos e Teca Pereira, o longa traz no papel principal o ator Yuri Gomes, de apenas 11 anos, que dá vida a Gugu. Um menino sonhador e apaixonado por futebol, o protagonista vive com a avó, com quem tem uma relação tranquila, diferente da relação com o pai, marcada por ausências, expectativas e afetos não ditos. Avó e neto moram juntos próximo à barragem de Araújo Lima, no Ceará, que, após anos de seca, revela as ruínas de uma antiga cidade submersa, trazendo à tona questões que impactam a família.Já Amadeo e o Hipotético Mundo Novo, de Brenda Lígia e Edu Felistoque, concorreu ao Golden Goblet na Competição de Animação.

A trama acompanha Amadeo, um jovem cientista africano, ao passo que ele vivencia um amor e inventa a primeira câmera fotográfica do mundo, buscando ajudar na libertação do povo negro e no fim da escravidão. Ao misturar passado e futuro, a produção traz um novo olhar criativo para um dos períodos mais marcantes da história do Brasil.Produzido pela Felistoque Cinema, Amadeo e o Hipotético Mundo Novo conta com um elenco robusto que traz as vozes de Antônio Fagundes, Léa Garcia, Paolla Oliveira, Mateus Solano, Tiago Abravanel, Sérgio Menezes, Naruna Costa, Edmilson Filho, Adriana Lessa, Igor Cotrim e Brenda Lígia.

O filme ainda conta com a direção de arte e animação do artista pernambucano Everton Amorim, enquanto o trabalho de animação 2D é assinado pelo SAGUI Studio e Refúgio Onírico, de Caruaru, também Pernambuco. “Estivemos em Xangai com nove filmes, dois deles na competição, neste que é um dos principais festivais da Ásia. Ter nossas produções em festivais internacionais e dos países dos BRICS é uma prioridade para o Governo do Brasil, que, numa crescente, investe em produção, formação, internacionalização e intercâmbio audiovisual. Ver isso materializado durante o Ano Cultural Brasil-China demonstra o compromisso com a política pública e, também, com a consolidação das relações com um parceiro tão importante quanto a China”, finalizou Joelma Gonzaga, secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura.

Fonte: assessoria de imprensa

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