Charli XCX lançou nesta quinta-feira (21) o single “SS26”, nova prévia de seu próximo álbum de estúdio. Ouça aqui. Produzida por A.G. Cook e Finn Keane, a faixa chega acompanhada de um videoclipe dirigido pelo coletivo Torso (Assista ao vídeo oficial aqui)e amplia a mudança de direção musical iniciada após o sucesso de Brat, disco que consolidou a artista como um dos principais nomes do pop eletrônico recente.
Inspirada no universo das coleções Primavera/Verão 2026 das semanas de moda internacionais, “SS26” utiliza referências visuais e simbólicas da indústria fashion para construir uma música atravessada por ironia e sensação de desgaste coletivo. Distante da intensidade eletrônica que marcou parte dos trabalhos anteriores de Charli XCX, o single segue por uma construção mais linear e minimalista.
“SS26” sucede o lançamento de “Rock Music”, faixa em que Charli já indicava um afastamento da cultura clubber ao afirmar que “a pista morreu”. Juntas, as músicas começam a desenhar o universo do próximo álbum da cantora, ainda sem título revelado, mas já marcado por discussões sobre cultura pop, moda e o esgotamento emocional da vida contemporânea.
Em julho deste ano, a Canto Cego inicia uma nova fase com o lançamento de “Odiar o Fim”, seu novo álbum dividido em três partes. A primeira etapa chega com cinco faixas que mergulham em uma atmosfera cyberpunk, atravessada por guitarras bem distorcidas, baixo presente e o rock visceral de costume do grupo. O disco nasce de uma provocação ao que significa “odiar”. A partir do jogo entre as palavras “odiar” e “adiar”, a banda cria um diálogo com a reflexão do pensador indígena Ailton Krenak em “Ideias para adiar o fim do mundo”, onde se entende que podemos sobreviver a um destino inevitável ou juntar forças para buscar saídas. “Odiar o Fim” retrata um mundo em estado de ruptura — um planeta ameaçado, futuros sequestrados pela tecnologia, desigualdades ampliadas e estruturas de poder colonialistas. Mas, ao mesmo tempo, o álbum traduz um desejo de resistência através da força que nasce da indignação e da vontade de transformar.
Revolta Analógica
2. Os Muros
3. Odiar o Fim
4. Paraquedas
5. Margem
A primeira faixa, “Revolta Analógica”, abre o disco como um manifesto de desobediência em uma realidade dominada por respostas automáticas. Com uma melodia hipnotizante e ao mesmo tempo explosiva, a música questiona um mundo cada vez mais programado, onde resistir também significa recuperar a capacidade de escolher. “Os Muros” traz uma poesia sobre fronteiras físicas e simbólicas. A faixa observa um planeta cercado por divisões e conflitos, revelando a imponência dos senhores da guerra e daqueles que constroem muros como promessa de proteção, mas que escalam ainda mais a violência. A faixa-título “Odiar o Fim” é o centro conceitual do álbum. Com guitarras influenciadas pelo new metal e uma sonoridade pesada, a música fala sobre um futuro perdido para as máquinas, sobre a sensação de ter a própria história sequestrada por sistemas que parecem maiores que nós.
O ódio aqui transcende a destruição e também se torna combustível para sair da paralisia, buscar o sentimento que aciona o desejo de mudança. Em “Paraquedas”, a banda apresenta uma metáfora sobre queda e sobrevivência. Com um tom sarcástico e ao mesmo tempo afetivo, a música mistura uma conversa íntima com uma pessoa amada e a imagem de um mundo marcado pela escassez, pela concentração de riqueza e pelo poder dos bilionários. Encerrando a primeira parte do álbum, “Margem” traz uma atmosfera mais contemplativa. A faixa imagina um mundo em que as águas avançam e a natureza conduz a humanidade para outra margem. Entre a ameaça e a esperança, a música encontra beleza na possibilidade de transformação. “Odiar o Fim” reafirma a identidade da Canto Cego: uma banda que une peso, poesia e reflexão social em uma sonoridade urgente. O álbum chega acompanhado de uma turnê pelo projeto Sesc Pulsar, passando por quatro cidades do estado do Rio de Janeiro, e a banda também será uma das atrações do Espaço Favela no Rock in Rio 2026, no dia dedicado ao metal. Mais do que um álbum sobre o fim, “Odiar o Fim” é um chamado para reagir a um mundo em colapso.
Músico promete animar o público do evento com versões próprias de trilhas sonoras de jogos amados por gerações
O renomado produtor musical Shota Nakama marcará presença na Brasil Game Show 2026. Além de participar da Cerimônia de Abertura, de painéis exclusivos e de interagir com os fãs em sessões de Meet and Greet, ele e o grupo Video Game Orchestra se apresentarão na feira nos dias 10, 11 e 12 de outubro, tocando alguns dos maiores sucessos do mundo dos games rearranjados com elementos de rock.
A vinda da VGO e do músico acompanha o momento de expansão da própria BGS. Consolidada como o epicentro da cultura gamer na América Latina, a edição de 2026 cresceu: o evento está reforçando sua infraestrutura para entregar maisgames, mais estandes de grandes marcas e um número recorde de estações de jogo, permitindo que o público passe mais tempo jogando e experimentando os lançamentos mais aguardados do mercado internacional.
“O público brasileiro tem uma paixão e uma energia únicos”, afirma Shota Nakama. “Para 2026, estamos preparando três shows incríveis. Vamos levar uma produção à altura da BGS e para que os fãs se sintam prestigiados.”
O produtor musical okinawano-japonês construiu uma carreira internacional na intersecção entre videogames e música ao vivo. Ele fundou a Video Game Orchestra em 2008 e, desde então, viaja o mundo apresentando suas marcas registradas: interpretações em rock sinfônico de trilhas sonoras de franquias aclamadas como Metal Gear Solid, Chrono Trigger e muitas outras.
Ícone pop revisita o universo de Confessions on a Dance Floor em novo álbum com participações de Sabrina Carpenter, Feid, Martin Garrix, Stromae e Lola Leon; projeto já está disponível
“As pessoas acham que a música eletrônica é superficial, mas estão completamente enganadas. A pista de dança não é apenas um lugar — é um portal. Um espaço ritualístico, onde o movimento substitui a linguagem.”
A pista de dança está mais viva do que nunca! O aguardado novo álbum de Madonna, “Confessions II”, já está disponível pela Warner Records, com distribuição nacional da Warner Music Brasil. Ouça aqui. O projeto também ganha vinil em edição limitada, merchandising oficial e outros produtos exclusivos.
Ao reencontrar o produtor Stuart Price, Madonna inaugura um novo capítulo do universo revolucionário criado em “Confessions on a Dance Floor”, álbum de 2005 e vencedor do GRAMMY®. Ao longo das 16 faixas mixadas de forma contínua que compõem “Confessions II”, a artista mergulha em temas como amor, trauma, perda e cura. O trabalho reafirma sua convicção de que a música eletrônica vai muito além do entretenimento: a pista de dança é um espaço de refúgio, conexão, liberdade e sobrevivência — um lugar capaz de salvar quem se entrega a ela.
Na primavera do hemisfério norte, Madonna apresentou uma prévia com o single “I Feel So Free”, que alcançou o primeiro lugar na parada Billboard Dance Airplay. Ela também estreou “Bring Your Love”, parceria com Sabrina Carpenter, durante sua apresentação no Coachella, celebrando os 20 anos de sua estreia no festival. A faixa alcançou o topo da UK Club Chart. O álbum conta com a participação de sua filha, Lola Leon, na emocionante “The Test”, composta pelas duas e marcada por versos profundamente pessoais que refletem o processo de cura e a evolução da relação entre mãe e filha. Madonna também une forças pela primeira vez ao DJ e produtor holandês Martin Garrix em “Bizzare”, faixa que explora as complexidades do amor.
Já o artista belga Stromae imprime seu estilo inconfundível à sedutora “My Sins Are My Savior”. Andrew Watt e Cirkut também assinam a produção, ao lado de Stuart Price, de “Danceteria” e “L.E.S. Girl”, músicas que revisitam os primeiros anos de Madonna em Nova York, homenageando o lendário clube, as amizades que marcaram sua trajetória e a vida singular que somente ela poderia retratar. Recentemente, foi anunciado que Madonna será uma das atrações principais do primeiro show do intervalo da história da final da FIFA World Cup 26™, que acontece em 19 de julho, no New York New Jersey Stadium.
Com uma audiência global estimada em mais de 1,5 bilhão de espectadores, a apresentação promete marcar um dos momentos culturais mais importantes do evento. A faixa “Read My Lips”, de “Confessions II”, com participação do cantor colombiano Feid, tornou-se um dos hinos do torneio. No mês passado, Madonna apresentou “Confessions II – The Film” durante a 25ª edição do Tribeca Film Festival. Dirigido por TORSO, o filme oferece uma experiência cinematográfica imersiva que dá vida às seis primeiras faixas do álbum por meio de uma narrativa visual ousada, que rompe as fronteiras entre música, cinema e performance.
A produção foi recebida com entusiasmo pela crítica especializada. Assista aqui. Na noite anterior, Madonna surpreendeu o público com uma apresentação inesquecível na Times Square, em Nova York. Anunciado apenas 30 minutos antes do início, o show reuniu cerca de 50 mil pessoas, que acompanharam pela primeira vez, ao vivo, músicas de “Confessions II”, além de sucessos de “Confessions on a Dance Floor”. O evento transformou o coração de Manhattan em uma enorme pista de dança e foi transmitido ao vivo, com exclusividade, pelo Grindr.