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Musica

Charli XCX lança “SS26” e leva universo da moda para o centro de sua nova fase musical, transformando passarela em cenário para crítica pop

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Charli XCX lançou nesta quinta-feira (21) o single “SS26”, nova prévia de seu próximo álbum de estúdio. Ouça aqui. Produzida por A.G. Cook e Finn Keane, a faixa chega acompanhada de um videoclipe dirigido pelo coletivo Torso (Assista ao vídeo oficial aqui)e amplia a mudança de direção musical iniciada após o sucesso de Brat, disco que consolidou a artista como um dos principais nomes do pop eletrônico recente.

Inspirada no universo das coleções Primavera/Verão 2026 das semanas de moda internacionais, “SS26” utiliza referências visuais e simbólicas da indústria fashion para construir uma música atravessada por ironia e sensação de desgaste coletivo. Distante da intensidade eletrônica que marcou parte dos trabalhos anteriores de Charli XCX, o single segue por uma construção mais linear e minimalista.

“SS26” sucede o lançamento de “Rock Music”, faixa em que Charli já indicava um afastamento da cultura clubber ao afirmar que “a pista morreu”. Juntas, as músicas começam a desenhar o universo do próximo álbum da cantora, ainda sem título revelado, mas já marcado por discussões sobre cultura pop, moda e o esgotamento emocional da vida contemporânea.

Fonte: assessoria de imprensa

Music

Há exatos 53 anos, nascia no Bronx a cultura Hip-Hop

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11 de agosto de 1973. Bronx, Nova York. Uma festa em um prédio residencial de uma região marcada por dificuldades sociais e econômicas acabaria entrando para a história como um dos momentos mais importantes da cultura popular mundial. Há exatos 53 anos, o DJ Kool Herc organizava uma festa no número 1520 da Sedgwick Avenue, evento que é considerado o marco simbólico do nascimento da cultura Hip-Hop.

Naquela noite, Clive Campbell, conhecido como DJ Kool Herc, utilizou dois toca-discos para prolongar os chamados breaks — trechos instrumentais das músicas em que a bateria ganhava destaque. A técnica chamou a atenção dos dançarinos, que passaram a desenvolver movimentos cada vez mais elaborados durante esses momentos. Assim, começaram a surgir elementos que posteriormente seriam fundamentais para a cultura Hip-Hop.

O Hip-Hop, porém, não nasceu apenas da música. Ele se desenvolveu como uma cultura formada por diferentes expressões artísticas e sociais. Entre seus principais elementos estão o DJing, ligado aos DJs e à manipulação dos discos; o MCing, que deu origem ao rap; o breaking, representado pela dança; e o graffiti, que levou a expressão artística para os muros e espaços urbanos.

O contexto do Bronx foi fundamental para o desenvolvimento desse movimento. Durante as décadas de 1960 e 1970, o bairro enfrentava problemas como pobreza, abandono urbano, violência e falta de oportunidades para muitos jovens. Nesse cenário, festas de rua, encontros comunitários e manifestações artísticas se tornaram espaços de convivência e expressão.

Depois daquela festa de 1973, a cultura Hip-Hop começou a se espalhar pelo Bronx e por outras regiões de Nova York. DJs como Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash ajudaram a desenvolver e popularizar novas técnicas, enquanto MCs passaram a utilizar rimas para animar as festas e contar histórias sobre a realidade das comunidades.

Com o passar dos anos, o Hip-Hop ultrapassou as fronteiras de Nova York e se transformou em um fenômeno mundial. O rap passou a ocupar rádios, televisões e grandes palcos, enquanto o breaking, o graffiti e a cultura dos DJs também conquistaram novos públicos.

No Brasil, o movimento encontrou terreno fértil principalmente entre os jovens das periferias. A cultura Hip-Hop ganhou força nas décadas de 1980 e 1990, dando origem a artistas, grupos e movimentos que passaram a utilizar o rap, a dança e o graffiti como formas de expressão, crítica social e afirmação cultural.

Mais de cinco décadas depois, o Hip-Hop continua se reinventando. O que começou em uma festa no Bronx tornou-se uma das manifestações culturais mais influentes do mundo, atravessando gerações, países e estilos musicais.

Neste 11 de agosto de 2026, o mundo celebra os 53 anos daquele momento histórico no Bronx. Mais do que o aniversário de um gênero musical, a data representa o nascimento de uma cultura que transformou música, dança, arte, moda e, principalmente, a maneira como milhões de pessoas encontraram uma voz para contar suas próprias histórias.

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Musica

Canto Cego apresenta “Odiar o Fim”: um manifesto cyberpunk sobre um mundo em colapso e a urgência de imaginar novos futuros

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Em julho deste ano, a Canto Cego inicia uma nova fase com o lançamento de “Odiar o Fim”, seu novo álbum dividido em três partes. A primeira etapa chega com cinco faixas que mergulham em uma atmosfera cyberpunk, atravessada por guitarras bem distorcidas, baixo presente e o rock visceral de costume do grupo. O disco nasce de uma provocação ao que significa “odiar”. A partir do jogo entre as palavras “odiar” e “adiar”, a banda cria um diálogo com a reflexão do pensador indígena Ailton Krenak em “Ideias para adiar o fim do mundo”, onde se entende que podemos sobreviver a um destino inevitável ou juntar forças para buscar saídas. “Odiar o Fim” retrata um mundo em estado de ruptura — um planeta ameaçado, futuros sequestrados pela tecnologia, desigualdades ampliadas e estruturas de poder colonialistas. Mas, ao mesmo tempo, o álbum traduz um desejo de resistência através da força que nasce da indignação e da vontade de transformar.

  1. Revolta Analógica
  2. 2. Os Muros
  3. 3. Odiar o Fim
  4. 4. Paraquedas
  5. 5. Margem

A primeira faixa, “Revolta Analógica”, abre o disco como um manifesto de desobediência em uma realidade dominada por respostas automáticas. Com uma melodia hipnotizante e ao mesmo tempo explosiva, a música questiona um mundo cada vez mais programado, onde resistir também significa recuperar a capacidade de escolher. “Os Muros” traz uma poesia sobre fronteiras físicas e simbólicas. A faixa observa um planeta cercado por divisões e conflitos, revelando a imponência dos senhores da guerra e daqueles que constroem muros como promessa de proteção, mas que escalam ainda mais a violência. A faixa-título “Odiar o Fim” é o centro conceitual do álbum. Com guitarras influenciadas pelo new metal e uma sonoridade pesada, a música fala sobre um futuro perdido para as máquinas, sobre a sensação de ter a própria história sequestrada por sistemas que parecem maiores que nós.

O ódio aqui transcende a destruição e também se torna combustível para sair da paralisia, buscar o sentimento que aciona o desejo de mudança. Em “Paraquedas”, a banda apresenta uma metáfora sobre queda e sobrevivência. Com um tom sarcástico e ao mesmo tempo afetivo, a música mistura uma conversa íntima com uma pessoa amada e a imagem de um mundo marcado pela escassez, pela concentração de riqueza e pelo poder dos bilionários. Encerrando a primeira parte do álbum, “Margem” traz uma atmosfera mais contemplativa. A faixa imagina um mundo em que as águas avançam e a natureza conduz a humanidade para outra margem. Entre a ameaça e a esperança, a música encontra beleza na possibilidade de transformação. “Odiar o Fim” reafirma a identidade da Canto Cego: uma banda que une peso, poesia e reflexão social em uma sonoridade urgente. O álbum chega acompanhado de uma turnê pelo projeto Sesc Pulsar, passando por quatro cidades do estado do Rio de Janeiro, e a banda também será uma das atrações do Espaço Favela no Rock in Rio 2026, no dia dedicado ao metal. Mais do que um álbum sobre o fim, “Odiar o Fim” é um chamado para reagir a um mundo em colapso.

Fonte: assessoria de imprensa

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Games

Brasil Game Show 2026 terá três apresentações exclusivas de Shota Nakama e Video Game Orchestra

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Músico promete animar o público do evento com versões próprias de trilhas sonoras de jogos amados por gerações 

O renomado produtor musical Shota Nakama marcará presença na Brasil Game Show 2026. Além de participar da Cerimônia de Abertura, de painéis exclusivos e de interagir com os fãs em sessões de Meet and Greet, ele e o grupo Video Game Orchestra se apresentarão na feira nos dias 10, 11 e 12 de outubro, tocando alguns dos maiores sucessos do mundo dos games rearranjados com elementos de rock.

A vinda da VGO e do músico acompanha o momento de expansão da própria BGS. Consolidada como o epicentro da cultura gamer na América Latina, a edição de 2026 cresceu: o evento está reforçando sua infraestrutura para entregar maisgames, mais estandes de grandes marcas e um número recorde de estações de jogo, permitindo que o público passe mais tempo jogando e experimentando os lançamentos mais aguardados do mercado internacional.

“O público brasileiro tem uma paixão e uma energia únicos”, afirma Shota Nakama. “Para 2026, estamos preparando três shows incríveis. Vamos levar uma produção à altura da BGS e para que os fãs se sintam prestigiados.”

O produtor musical okinawano-japonês construiu uma carreira internacional na intersecção entre videogames e música ao vivo. Ele fundou a Video Game Orchestra em 2008 e, desde então, viaja o mundo apresentando suas marcas registradas: interpretações em rock sinfônico de trilhas sonoras de franquias aclamadas como Metal Gear SolidChrono Trigger e muitas outras.

Fonte: assessoria de imprensa

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