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Quadrinistas paulistas reinventam contos clássicos infantis em livro que será lançado na Bienal do Livro de São Paulo

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Orlandeli, Jeff Costa e Regiane Braz integram a coletânea Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos, projeto que reúne artistas de diferentes regiões do Brasil e está em campanha de financiamento coletivo no Catarse.

Regiane Braz­­”No começo, achei que não conseguiria. Mas decidimos construir a história juntos, tanto no roteiro quanto na arte. Depois que passei pela insegurança, mergulhei completamente no universo dos personagens. Foi um processo muito divertido e, por algumas horas, me senti criança de novo.”­

Os quadrinistas paulistas Orlandeli, Jeff Costa e Regiane Braz estão entre os artistas convidados para integrar Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos, obra coletiva que reúne alguns dos principais nomes dos quadrinhos independentes brasileiros em releituras inéditas de histórias clássicas da literatura. O livro será lançado durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo e está em campanha de financiamento coletivo no Catarse.

 Na publicação, Orlandeli apresenta sua releitura de “Chapeuzinho Vermelho”, enquanto Jeff Costa e Regiane Braz assinam uma nova interpretação de “O Anão Saltador”, clássico dos Irmãos Grimm. A proposta da coletânea é permitir que cada artista revisite um conto tradicional com liberdade criativa, criando histórias inéditas que preservam a essência das narrativas originais e, ao mesmo tempo, refletem a identidade de seus autores.

 Idealizada pela Caixa de Quadrinhos, a obra reúne artistas de diferentes estados brasileiros em torno de um objetivo comum: fortalecer a produção independente de histórias em quadrinhos e ampliar o diálogo entre autores e leitores. Por meio do financiamento coletivo, o projeto busca viabilizar a publicação do livro e demonstrar como a colaboração entre artistas pode impulsionar novas iniciativas culturais.

Jeff Costa: “O apoio logístico e a organização já nos conquistaram desde o início. Depois veio o objetivo do grupo de ocupar espaços culturais e educacionais de forma séria e consistente. Isso fez toda a diferença”

Para Jeff Costa e Regiane Braz, um dos principais atrativos do projeto foi justamente a possibilidade de integrar um coletivo que compartilha responsabilidades e fortalece a produção independente. “O apoio logístico e a organização já nos conquistaram desde o início. Depois veio o objetivo do grupo de ocupar espaços culturais e educacionais de forma séria e consistente. Isso fez toda a diferença”, afirma Jeff.

 Regiane destaca que o processo criativo também representou um desafio pessoal. “No começo, achei que não conseguiria. Mas decidimos construir a história juntos, tanto no roteiro quanto na arte. Depois que passei pela insegurança, mergulhei completamente no universo dos personagens. Foi um processo muito divertido e, por algumas horas, me senti criança de novo.”

 Com uma carreira consolidada nos quadrinhos brasileiros, Orlandeli é reconhecido por obras que combinam sensibilidade, humor e um olhar atento para as relações humanas, levando sua assinatura para uma nova versão de Chapeuzinho Vermelho, e reforçando a presença do interior paulista em uma publicação de alcance nacional.

 Para Orlandeli, participar da Caixa de Quadrinhos representa também ampliar o alcance e a profissionalização da produção independente. “A internet foi responsável por quebrar muitas barreiras geográficas. Mesmo morando no interior paulista, tenho leitores em praticamente todos os estados do país. A dificuldade maior sempre foi ocupar determinados espaços tendo em mãos a estrutura de um autor independente. A Caixa de Quadrinhos meio que preenche essa lacuna, fortalece e profissionaliza a relação autor, mercado e público. Fazer parte desse projeto é ampliar as possibilidades de como enxergamos e atuamos na nossa profissão”, afirma.

Orandelli: “Releitura é uma coisa muito legal. Você pega algo vivo e consagrado na memória de várias pessoas e transforma em outra coisa. Chapeuzinho tem muitas simbologias que são excelentes ferramentas para o meu jeito de contar histórias, sempre com um pé na poesia e na reflexão. Estou adorando mergulhar nessa floresta e ver o que ela tem para mostrar.”

Sobre revisitar Chapeuzinho Vermelho, o quadrinista destaca o potencial criativo do conto. “Releitura é uma coisa muito legal. Você pega algo vivo e consagrado na memória de várias pessoas e transforma em outra coisa. Chapeuzinho tem muitas simbologias que são excelentes ferramentas para o meu jeito de contar histórias, sempre com um pé na poesia e na reflexão. Estou adorando mergulhar nessa floresta e ver o que ela tem para mostrar.”

 Já Jeff Costa e Regiane Braz apresentam ao público uma releitura de O Anão Saltador, construída a partir da experiência criativa que desenvolveram ao longo de diversos projetos realizados em parceria. A dupla é reconhecida pela qualidade de suas narrativas, pelo cuidado artístico e pela capacidade de transformar temas universais em histórias envolventes, características que agora se refletem em um dos contos mais emblemáticos da tradição europeia.

 Embora possuam estilos bastante diferentes, os três artistas compartilham o desafio de reinventar histórias conhecidas do grande público. Cada capítulo da coletânea apresenta uma linguagem própria, evidenciando a diversidade criativa dos quadrinhos brasileiros contemporâneos e demonstrando como uma mesma inspiração pode dar origem a narrativas completamente distintas.

 Além de celebrar a criatividade de seus autores, Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos reforça a importância da produção independente brasileira e da colaboração entre artistas. O lançamento na Bienal Internacional do Livro de São Paulo simboliza esse momento de fortalecimento dos quadrinhos nacionais e amplia a visibilidade de autores que vêm construindo trajetórias relevantes dentro da cena independente.

 Com lançamento previsto para a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos reúne dez histórias inéditas produzidas por artistas de diferentes regiões do Brasil. Até o lançamento, o público pode apoiar a campanha de financiamento coletivo no Catarse, garantir o livro antecipadamente e contribuir diretamente para fortalecer a produção independente de histórias em quadrinhos no país.

Fonte: assessoria de imprensa

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Quadrinistas independentes alcançam marco histórico com arrecadação de quase R$ 500 mil no Catarse

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Com mais de 3.575 apoiadores e 434% da meta atingida, a campanha “Reescrevendo Contos” consolida a força e o amadurecimento do mercado editorial de quadrinhos independentes no Brasil.

O mercado nacional de histórias em quadrinhos acaba de registrar mais um marco impressionante. A campanha de financiamento coletivo “Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos”, encerrada oficialmente no último dia 10 de julho no Catarse, arrecadou o montante histórico de R$ 499.605,01. Viabilizado de forma 100% independente, o projeto contou com a participação de 3.575 apoiadores, ultrapassando com folga a meta planejada original em impressionantes 434,44%.

 Durante os dias de campanha, a página oficial do projeto registrou 50.344 visitas únicas, alcançando uma extraordinária taxa de conversão de 7,2%.  Ao longo do processo, mais de 1.122 novos seguidores foram integrados à rede do projeto diretamente pela página do Catarse.

Alcance Nacional

O projeto “Caixa de Quadrinhos” alcançou apoiadores de praticamente todos os cantos do país e até mesmo no exterior, com o Brasil concentrando a imensa maioria dos envios. O estado de São Paulo liderou de forma avassaladora o volume de apoios e arrecadação, seguido por Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Paraná.

Canais de Aquisição e Engajamento Digital 

A análise das origens de tráfego financeiro revela o peso da comunidade nativa do Catarse aliada à força das redes sociais. As ferramentas editoriais do próprio Catarse foram fundamentais. Fora da plataforma, o Instagram foi o vetor digital mais expressivo, sendo responsável direto por injetar R$ 63.822,40 (12,8%) na campanha, evidenciando o poder de divulgação orgânica e engajamento comunitário visual.

Sobre a Caixa de Quadrinhos

 A Caixa de Quadrinhos é um hub de serviços voltado para o fomento, publicação e distribuição de obras de histórias em quadrinhos no Brasil e será lançada durante a Bienal do Livro de São Paulo, em setembro. O seu primeiro projeto, “Reescrevendo Contos”, reúne releituras instigantes de histórias infantis e tradicionais sob a ótica de renomados quadrinistas contemporâneos.

Fonte: assessoria de imprensa

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NOVO LIVRO DE RAPHAEL MONTES, “A ESTRANHA NA CAMA”, SERÁ LANÇADO NA BIENAL DO LIVRO

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Depois de conquistar as listas de mais vendidos e transformar seus livros em fenômenos do audiovisual, Raphael Montes lança nova obra na Bienal do Livro e celebra trajetória que fez do suspense um fenômeno entre os leitores brasileiros.

Autor de alguns dos maiores sucessos da literatura brasileira contemporânea, Raphael Montes marca presença na Bienal do Livro deste ano em um dos momentos mais expressivos de sua carreira. Após consolidar seu nome entre os escritores mais lidos do país e ampliar seu alcance com adaptações de grande repercussão para o cinema, o streaming e a televisão, o escritor participa da programação do evento para encontrar leitores, participar de mesas e sessões de autógrafos nos dias 04 e 12 de setembro. O autor promete revelar algumas novidades por lá. O sucesso de Raphael Montes também se refletiu na última edição da Bienal do Livro Rio. Em 2025, o autor ocupou sozinho as cinco primeiras posições do ranking de livros mais vendidos da Companhia das Letras, com Jantar Secreto, Dias Perfeitos (Edição Especial), Suicidas, Uma Família Feliz e O Vilarejo. O desempenho consolidou seu nome como um dos principais autores nacionais no evento e evidenciou a força de sua conexão com os leitores, que transformam cada lançamento e reencontro em longas filas para sessões de autógrafos e debates.

O autor lança no evento seu aguardado nono romance, A Estranha na Cama, definido por ele como seu primeiro thriller erótico. A estreia da obra amplia sua bibliografia e reforça a Bienal como palco de um dos momentos mais importantes de sua carreira recente.

Com mais de um milhão de exemplares vendidos, Raphael reposicionou o suspense como um dos gêneros de maior alcance no mercado editorial brasileiro. Obras como Suicidas, Dias Perfeitos, Jantar Secreto, O Vilarejo, Uma Mulher no Escuro e Uma Família Feliz conquistaram um público fiel ao combinar tensão psicológica, crítica social e personagens moralmente complexos.

Sua produção literária também impulsionou uma trajetória de destaque no audiovisual. Raphael é criador de Bom Dia, Verônica, série de sucesso da Netflix, assinou os roteiros da trilogia inspirada no caso Richthofen para o Prime Video, foi roteirista e diretor-assistente da adaptação cinematográfica de Uma Família Feliz e criou Beleza Fatal, novela que se tornou um dos maiores sucessos recentes da HBO Max na América Latina. O autor segue assinando novos projetos para o futuro.

Vencedor do Prêmio Jabuti por Uma Mulher no Escuro, o escritor também tem obras publicadas em mais de 25 países, consolidando uma carreira que ultrapassa as fronteiras da literatura e dialoga com diferentes linguagens narrativas.

Na Bienal, Raphael celebra esse percurso ao lado dos leitores que acompanham sua obra desde a estreia, em 2012, e também de uma nova geração que chegou aos seus livros por meio das adaptações para as telas. Conhecido por compartilhar nas redes sociais seu processo criativo, bastidores da escrita e recomendações literárias, o autor construiu uma relação próxima com o público e se tornou uma das vozes mais influentes da ficção brasileira contemporânea.

A participação na Bienal reafirma a força de uma obra que atravessa diferentes formatos sem perder aquilo que caracteriza a escrita de Raphael Montes: histórias que provocam, inquietam e mantêm o leitor preso até a última página.

Fonte: assessoria de imprensa

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Eventos

Desfile no Sambódromo celebra 90 anos de Mauricio de Sousa com Turma da Mônica em grande espetáculo gratuito

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O Sambódromo do Anhembi recebeu um público estimado em cerca de 30 mil pessoas no último domingo (28) para o Desfile Mauricio 90, uma grande celebração gratuita em homenagem aos 90 anos de Mauricio de Sousa. Promovido pela Prefeitura de São Paulo, o evento transformou a avenida em um verdadeiro tributo ao criador da Turma da Mônica, reunindo carros alegóricos, performances ao vivo e diversos personagens clássicos dos quadrinhos brasileiros.

Com mais de 400 artistas envolvidos, o espetáculo apostou em uma mistura de linguagem carnavalesca e elementos teatrais para contar a trajetória do cartunista de forma imersiva e visualmente grandiosa. A narrativa percorreu diferentes fases da vida de Mauricio, desde sua infância até sua consolidação como um dos nomes mais importantes da cultura pop no Brasil.

A apresentação também se destacou pela produção artística, que incluiu trilha sonora original e uma forte construção visual ao longo de toda a avenida. Cada trecho do desfile foi pensado para reforçar momentos marcantes da carreira do homenageado, criando uma experiência contínua que conectava passado, obra e legado do autor.

Da origem à consagração

A abertura do desfile trouxe o carro alegórico “Eu tive uma ideia”, representando o início da carreira de Mauricio. A sequência relembrou sua mudança de Mogi das Cruzes para São Paulo, o período em que atuou como repórter policial e os obstáculos até consolidar seu trabalho como quadrinista.

As alas seguintes destacaram diferentes fases dessa história, com personagens como Chico Bento, Papa-Capim, Rosinha e Zé Lelé aparecendo como parte da construção do universo criado pelo artista ao longo das décadas.

O universo da Turma da Mônica na avenida

Um dos momentos mais marcantes foi a recriação do Bairro do Limoeiro, cenário clássico das histórias da Turma da Mônica. Em seguida, um carro alegórico grandioso levou o núcleo principal da turminha, com estrutura de vários níveis, páginas gigantes de gibi e um enorme boneco do Sansão como destaque.

Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e outros personagens interagiram com o público, reforçando a nostalgia e a identificação de diferentes gerações. Elementos icônicos, como a melancia da Magali, também foram lembrados durante a apresentação.

O desfile ainda explorou outras facetas do universo do autor, como a ala inspirada no Louco, com clima circense, e a participação da Turma do Penadinho, que adicionou um tom mais fantasioso e bem-humorado ao espetáculo.

O encerramento do desfile foi marcado por um dos momentos mais simbólicos da noite, com a chegada de um carro alegórico em formato de gibi aberto. Nele, Mauricio de Sousa surgiu ao lado de sua família, em uma aparição que emocionou o público ao revisitar diferentes etapas de sua trajetória profissional e pessoal.

A alegoria funcionava como uma espécie de linha do tempo visual, exibindo desde os primeiros esboços da personagem Turma da Mônica até imagens mais recentes do cartunista em seus estúdios, reforçando a evolução de sua obra ao longo das décadas.

Enquanto o carro seguia pela avenida, uma chuva de fitilhos coloridos tomou conta do Sambódromo, intensificando o clima de celebração. Em um gesto de proximidade, o público também foi convidado a se aproximar da última alegoria, transformando o encerramento em uma experiência coletiva.

A combinação entre emoção, participação popular e homenagem visual fez do desfecho um dos pontos altos do evento, destacando o legado duradouro de Mauricio de Sousa e a importância de sua contribuição para a cultura brasileira e para gerações de leitores.

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