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Premiados e indicados ao Troféu Ângelo Agostini lançam campanha no Catarse

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Caixa de Quadrinhos reúne alguns dos principais nomes dos quadrinhos independentes brasileiros em livro que revisita contos clássicos sob uma perspectiva contemporânea

Já está no ar a campanha de financiamento coletivo do livro “Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos”, projeto que reúne autores premiados e indicados ao Troféu Ângelo Agostini, uma das mais importantes premiações dos quadrinhos brasileiros. A iniciativa pretende viabilizar a publicação da obra e ampliar a participação do coletivo Caixa de Quadrinhos na Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026.


Entre os integrantes do projeto está Cecília Ramos (Cartumante), na Categoria Desenhista de Humor Gráfico, e, também, o quadrinista Carlos Ruas, vencedor da categoria Quadrinho Digital na mais recente edição do Troféu Ângelo Agostini com a série Um Sábado Qualquer.

O coletivo também reúne artistas que participaram de obras indicadas à premiação e autores reconhecidos nacionalmente por seu trabalho nos quadrinhos, humor gráfico e literatura infantil.  

A campanha acontece por meio da plataforma Catarse e convida leitores a participarem diretamente da construção do projeto. O objetivo é financiar a produção do livro e fortalecer a presença da Caixa de Quadrinhos na Bienal de São Paulo.

O livro “Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos” reúne releituras contemporâneas de histórias clássicas da literatura infantil e dos contos de fadas. Cada autor recebeu a missão de reinterpretar uma narrativa conhecida do público, trazendo reflexões sobre temas atuais e aproximando essas histórias das novas gerações de leitores.

Participam do projeto:

• Mila Massuda  e Emilio Garcia  — A Bela Adormecida
• Guilherme Infante — A Roupa Invisível do Rei
• Orlandeli — Chapeuzinho Vermelho
• Gustavo Borges — A Formiga e a Cigarra
• Carlos Ruas — João e Maria
• Rafa Fritzen — Os Três Porquinhos
• Regiane Braz e Jeff Costa — Rumpelstiltskin
• Will Leite — João e o Pé de Feijão
• Wesley Mercês — Rapunzel

• Cecília Ramos Cartumante – Rainha má e o espelho mágico

As histórias abordarão questões contemporâneas como tecnologia, relações humanas, comportamento digital, incentivo à leitura, saúde emocional e os desafios enfrentados por crianças e jovens na sociedade atual.

Além da publicação do livro, a campanha ajudará a fortalecer a presença da Caixa de Quadrinhos na Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026. O coletivo prepara um estande colaborativo voltado à aproximação entre autores e leitores, com sessões de autógrafos, conversas e experiências ligadas ao universo dos quadrinhos.

“O projeto representa a força da produção independente brasileira e a capacidade que os quadrinhos têm de dialogar com diferentes públicos. Queremos construir essa experiência junto com os leitores e levá-la para um dos maiores eventos literários do país”, afirma Carlos Ruas, um dos idealizadores da Caixa de Quadrinhos.

Os apoiadores poderão escolher diferentes faixas de contribuição e receber recompensas exclusivas, incluindo exemplares antecipados do livro, itens colecionáveis e benefícios especiais relacionados ao projeto.

Como apoiar

A campanha já está disponível na plataforma Catarse.

Link: https://www.catarse.com.br/caixadequadrinhos

Fonte: assessoria de imprensa

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NOVO LIVRO DE RAPHAEL MONTES, “A ESTRANHA NA CAMA”, SERÁ LANÇADO NA BIENAL DO LIVRO

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Depois de conquistar as listas de mais vendidos e transformar seus livros em fenômenos do audiovisual, Raphael Montes lança nova obra na Bienal do Livro e celebra trajetória que fez do suspense um fenômeno entre os leitores brasileiros.

Autor de alguns dos maiores sucessos da literatura brasileira contemporânea, Raphael Montes marca presença na Bienal do Livro deste ano em um dos momentos mais expressivos de sua carreira. Após consolidar seu nome entre os escritores mais lidos do país e ampliar seu alcance com adaptações de grande repercussão para o cinema, o streaming e a televisão, o escritor participa da programação do evento para encontrar leitores, participar de mesas e sessões de autógrafos nos dias 04 e 12 de setembro. O autor promete revelar algumas novidades por lá. O sucesso de Raphael Montes também se refletiu na última edição da Bienal do Livro Rio. Em 2025, o autor ocupou sozinho as cinco primeiras posições do ranking de livros mais vendidos da Companhia das Letras, com Jantar Secreto, Dias Perfeitos (Edição Especial), Suicidas, Uma Família Feliz e O Vilarejo. O desempenho consolidou seu nome como um dos principais autores nacionais no evento e evidenciou a força de sua conexão com os leitores, que transformam cada lançamento e reencontro em longas filas para sessões de autógrafos e debates.

O autor lança no evento seu aguardado nono romance, A Estranha na Cama, definido por ele como seu primeiro thriller erótico. A estreia da obra amplia sua bibliografia e reforça a Bienal como palco de um dos momentos mais importantes de sua carreira recente.

Com mais de um milhão de exemplares vendidos, Raphael reposicionou o suspense como um dos gêneros de maior alcance no mercado editorial brasileiro. Obras como Suicidas, Dias Perfeitos, Jantar Secreto, O Vilarejo, Uma Mulher no Escuro e Uma Família Feliz conquistaram um público fiel ao combinar tensão psicológica, crítica social e personagens moralmente complexos.

Sua produção literária também impulsionou uma trajetória de destaque no audiovisual. Raphael é criador de Bom Dia, Verônica, série de sucesso da Netflix, assinou os roteiros da trilogia inspirada no caso Richthofen para o Prime Video, foi roteirista e diretor-assistente da adaptação cinematográfica de Uma Família Feliz e criou Beleza Fatal, novela que se tornou um dos maiores sucessos recentes da HBO Max na América Latina. O autor segue assinando novos projetos para o futuro.

Vencedor do Prêmio Jabuti por Uma Mulher no Escuro, o escritor também tem obras publicadas em mais de 25 países, consolidando uma carreira que ultrapassa as fronteiras da literatura e dialoga com diferentes linguagens narrativas.

Na Bienal, Raphael celebra esse percurso ao lado dos leitores que acompanham sua obra desde a estreia, em 2012, e também de uma nova geração que chegou aos seus livros por meio das adaptações para as telas. Conhecido por compartilhar nas redes sociais seu processo criativo, bastidores da escrita e recomendações literárias, o autor construiu uma relação próxima com o público e se tornou uma das vozes mais influentes da ficção brasileira contemporânea.

A participação na Bienal reafirma a força de uma obra que atravessa diferentes formatos sem perder aquilo que caracteriza a escrita de Raphael Montes: histórias que provocam, inquietam e mantêm o leitor preso até a última página.

Fonte: assessoria de imprensa

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Eventos

Desfile no Sambódromo celebra 90 anos de Mauricio de Sousa com Turma da Mônica em grande espetáculo gratuito

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O Sambódromo do Anhembi recebeu um público estimado em cerca de 30 mil pessoas no último domingo (28) para o Desfile Mauricio 90, uma grande celebração gratuita em homenagem aos 90 anos de Mauricio de Sousa. Promovido pela Prefeitura de São Paulo, o evento transformou a avenida em um verdadeiro tributo ao criador da Turma da Mônica, reunindo carros alegóricos, performances ao vivo e diversos personagens clássicos dos quadrinhos brasileiros.

Com mais de 400 artistas envolvidos, o espetáculo apostou em uma mistura de linguagem carnavalesca e elementos teatrais para contar a trajetória do cartunista de forma imersiva e visualmente grandiosa. A narrativa percorreu diferentes fases da vida de Mauricio, desde sua infância até sua consolidação como um dos nomes mais importantes da cultura pop no Brasil.

A apresentação também se destacou pela produção artística, que incluiu trilha sonora original e uma forte construção visual ao longo de toda a avenida. Cada trecho do desfile foi pensado para reforçar momentos marcantes da carreira do homenageado, criando uma experiência contínua que conectava passado, obra e legado do autor.

Da origem à consagração

A abertura do desfile trouxe o carro alegórico “Eu tive uma ideia”, representando o início da carreira de Mauricio. A sequência relembrou sua mudança de Mogi das Cruzes para São Paulo, o período em que atuou como repórter policial e os obstáculos até consolidar seu trabalho como quadrinista.

As alas seguintes destacaram diferentes fases dessa história, com personagens como Chico Bento, Papa-Capim, Rosinha e Zé Lelé aparecendo como parte da construção do universo criado pelo artista ao longo das décadas.

O universo da Turma da Mônica na avenida

Um dos momentos mais marcantes foi a recriação do Bairro do Limoeiro, cenário clássico das histórias da Turma da Mônica. Em seguida, um carro alegórico grandioso levou o núcleo principal da turminha, com estrutura de vários níveis, páginas gigantes de gibi e um enorme boneco do Sansão como destaque.

Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e outros personagens interagiram com o público, reforçando a nostalgia e a identificação de diferentes gerações. Elementos icônicos, como a melancia da Magali, também foram lembrados durante a apresentação.

O desfile ainda explorou outras facetas do universo do autor, como a ala inspirada no Louco, com clima circense, e a participação da Turma do Penadinho, que adicionou um tom mais fantasioso e bem-humorado ao espetáculo.

O encerramento do desfile foi marcado por um dos momentos mais simbólicos da noite, com a chegada de um carro alegórico em formato de gibi aberto. Nele, Mauricio de Sousa surgiu ao lado de sua família, em uma aparição que emocionou o público ao revisitar diferentes etapas de sua trajetória profissional e pessoal.

A alegoria funcionava como uma espécie de linha do tempo visual, exibindo desde os primeiros esboços da personagem Turma da Mônica até imagens mais recentes do cartunista em seus estúdios, reforçando a evolução de sua obra ao longo das décadas.

Enquanto o carro seguia pela avenida, uma chuva de fitilhos coloridos tomou conta do Sambódromo, intensificando o clima de celebração. Em um gesto de proximidade, o público também foi convidado a se aproximar da última alegoria, transformando o encerramento em uma experiência coletiva.

A combinação entre emoção, participação popular e homenagem visual fez do desfecho um dos pontos altos do evento, destacando o legado duradouro de Mauricio de Sousa e a importância de sua contribuição para a cultura brasileira e para gerações de leitores.

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Dupla de quadrinistas e divulgadores científicos participa de livro que reinventa contos clássicos infantis e será lançado na Bienal do Livro de São Paulo

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Emilio Garcia e Kamila Massuda assinam uma das histórias de Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos, coletânea que reúne artistas de diferentes regiões do Brasil e está em campanha de financiamento coletivo no Catarse

Os quadrinistas e divulgadores científicos Emilio Garcia e Mila Massuda, da região de Campinas, estão entre os artistas convidados para integrar Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos, livro que reúne alguns dos principais nomes dos quadrinhos independentes brasileiros em releituras inéditas de histórias clássicas da literatura. A obra será lançada durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo e está em campanha de financiamento coletivo no Catarse.

Na coletânea, a dupla apresenta sua interpretação de “A Bela Adormecida”, trazendo uma nova perspectiva para um dos contos mais conhecidos da tradição popular. A proposta do projeto é reunir autores com estilos e trajetórias distintas, permitindo que cada história ganhe uma identidade própria e apresente novas possibilidades narrativas e visuais.

 Idealizada pela Caixa de Quadrinhos, a obra reúne artistas de diferentes estados brasileiros em torno de um objetivo comum: fortalecer a produção independente de histórias em quadrinhos e mostrar a diversidade criativa presente na cena nacional. O financiamento coletivo busca viabilizar a publicação do livro e aproximar leitores dos autores por meio de recompensas exclusivas e da participação direta no projeto.

Mila Massuda

“Não queríamos apenas recontar uma história conhecida. Queríamos criar uma nova história capaz de despertar encantamento e, ao mesmo tempo, aproximar os leitores de um animal brasileiro que muitas vezes é incompreendido. Se, ao terminar a leitura, uma criança olhar para um saruê com mais curiosidade, respeito ou carinho, então teremos alcançado exatamente o que esperávamos com este conto.”

Acostumados a desenvolver projetos em parceria, Emilio Garcia e Mila Massuda transformam essa sintonia criativa em uma narrativa construída a quatro mãos. A colaboração entre roteiro, desenho e construção visual é uma das marcas do trabalho da dupla, que agora leva essa experiência para uma coletânea composta por alguns dos principais quadrinistas independentes do país.

 Para Emilio Garcia e Mila Massuda, o processo de criação começou com uma pergunta simples: quem seria a personagem principal da nova versão de A Bela Adormecida? “A construção dessa história foi colaborativa desde o início. Em todos os nossos projetos existe uma troca constante de ideias, então já estamos acostumados a criar juntos. Mas, desta vez, havia um desafio especial: revisitar um conto que faz parte do imaginário de tantas gerações e transformá-lo em algo que tivesse a nossa cara”, contam.

Emilio Garcia

“Escolhemos a saruê, que é a mascote do BláBláLogia e um animal pelo qual temos um carinho enorme. A partir daí, foi bem mais fácil. Em vez de encaixar uma espécie em uma história já pronta, deixamos que o comportamento, a ecologia e até a história evolutiva da saruê ajudassem a moldar a narrativa.”

A resposta veio a partir de um animal bastante conhecido por eles. “Escolhemos a saruê, que é a mascote do BláBláLogia e um animal pelo qual temos um carinho enorme. A partir daí, foi bem mais fácil. Em vez de encaixar uma espécie em uma história já pronta, deixamos que o comportamento, a ecologia e até a história evolutiva da saruê ajudassem a moldar a narrativa.”

Segundo a dupla, o objetivo era ir além de uma simples releitura. “Não queríamos apenas recontar uma história conhecida. Queríamos criar uma nova história capaz de despertar encantamento e, ao mesmo tempo, aproximar os leitores de um animal brasileiro que muitas vezes é incompreendido. Se, ao terminar a leitura, uma criança olhar para um saruê com mais curiosidade, respeito ou carinho, então teremos alcançado exatamente o que esperávamos com este conto.”

 

Representando a região de Campinas em um lançamento de alcance nacional, os artistas demonstram como a produção independente brasileira se fortalece por meio da colaboração. Em Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos, cada autor ou dupla recebeu um conto clássico para reinterpretar livremente, oferecendo ao leitor dez histórias completamente diferentes entre si.

 Mais do que revisitar narrativas conhecidas, o livro propõe um exercício de criatividade coletiva, no qual diferentes estilos convivem em uma mesma obra. O resultado é uma publicação que evidencia a riqueza dos quadrinhos brasileiros contemporâneos e a capacidade dos artistas independentes de reinventar histórias que atravessam gerações.

 Com lançamento previsto para a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos reúne dez histórias inéditas produzidas por artistas de diferentes regiões do Brasil. Até o lançamento, o público pode apoiar a campanha de financiamento coletivo no Catarse, garantindo exemplares da obra e contribuindo para fortalecer a produção independente de quadrinhos no país.

Fonte: assessoria de imprensa

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