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NOVO LIVRO DE RAPHAEL MONTES, “A ESTRANHA NA CAMA”, SERÁ LANÇADO NA BIENAL DO LIVRO

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Depois de conquistar as listas de mais vendidos e transformar seus livros em fenômenos do audiovisual, Raphael Montes lança nova obra na Bienal do Livro e celebra trajetória que fez do suspense um fenômeno entre os leitores brasileiros.

Autor de alguns dos maiores sucessos da literatura brasileira contemporânea, Raphael Montes marca presença na Bienal do Livro deste ano em um dos momentos mais expressivos de sua carreira. Após consolidar seu nome entre os escritores mais lidos do país e ampliar seu alcance com adaptações de grande repercussão para o cinema, o streaming e a televisão, o escritor participa da programação do evento para encontrar leitores, participar de mesas e sessões de autógrafos nos dias 04 e 12 de setembro. O autor promete revelar algumas novidades por lá. O sucesso de Raphael Montes também se refletiu na última edição da Bienal do Livro Rio. Em 2025, o autor ocupou sozinho as cinco primeiras posições do ranking de livros mais vendidos da Companhia das Letras, com Jantar Secreto, Dias Perfeitos (Edição Especial), Suicidas, Uma Família Feliz e O Vilarejo. O desempenho consolidou seu nome como um dos principais autores nacionais no evento e evidenciou a força de sua conexão com os leitores, que transformam cada lançamento e reencontro em longas filas para sessões de autógrafos e debates.

O autor lança no evento seu aguardado nono romance, A Estranha na Cama, definido por ele como seu primeiro thriller erótico. A estreia da obra amplia sua bibliografia e reforça a Bienal como palco de um dos momentos mais importantes de sua carreira recente.

Com mais de um milhão de exemplares vendidos, Raphael reposicionou o suspense como um dos gêneros de maior alcance no mercado editorial brasileiro. Obras como Suicidas, Dias Perfeitos, Jantar Secreto, O Vilarejo, Uma Mulher no Escuro e Uma Família Feliz conquistaram um público fiel ao combinar tensão psicológica, crítica social e personagens moralmente complexos.

Sua produção literária também impulsionou uma trajetória de destaque no audiovisual. Raphael é criador de Bom Dia, Verônica, série de sucesso da Netflix, assinou os roteiros da trilogia inspirada no caso Richthofen para o Prime Video, foi roteirista e diretor-assistente da adaptação cinematográfica de Uma Família Feliz e criou Beleza Fatal, novela que se tornou um dos maiores sucessos recentes da HBO Max na América Latina. O autor segue assinando novos projetos para o futuro.

Vencedor do Prêmio Jabuti por Uma Mulher no Escuro, o escritor também tem obras publicadas em mais de 25 países, consolidando uma carreira que ultrapassa as fronteiras da literatura e dialoga com diferentes linguagens narrativas.

Na Bienal, Raphael celebra esse percurso ao lado dos leitores que acompanham sua obra desde a estreia, em 2012, e também de uma nova geração que chegou aos seus livros por meio das adaptações para as telas. Conhecido por compartilhar nas redes sociais seu processo criativo, bastidores da escrita e recomendações literárias, o autor construiu uma relação próxima com o público e se tornou uma das vozes mais influentes da ficção brasileira contemporânea.

A participação na Bienal reafirma a força de uma obra que atravessa diferentes formatos sem perder aquilo que caracteriza a escrita de Raphael Montes: histórias que provocam, inquietam e mantêm o leitor preso até a última página.

Fonte: assessoria de imprensa

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Desfile no Sambódromo celebra 90 anos de Mauricio de Sousa com Turma da Mônica em grande espetáculo gratuito

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O Sambódromo do Anhembi recebeu um público estimado em cerca de 30 mil pessoas no último domingo (28) para o Desfile Mauricio 90, uma grande celebração gratuita em homenagem aos 90 anos de Mauricio de Sousa. Promovido pela Prefeitura de São Paulo, o evento transformou a avenida em um verdadeiro tributo ao criador da Turma da Mônica, reunindo carros alegóricos, performances ao vivo e diversos personagens clássicos dos quadrinhos brasileiros.

Com mais de 400 artistas envolvidos, o espetáculo apostou em uma mistura de linguagem carnavalesca e elementos teatrais para contar a trajetória do cartunista de forma imersiva e visualmente grandiosa. A narrativa percorreu diferentes fases da vida de Mauricio, desde sua infância até sua consolidação como um dos nomes mais importantes da cultura pop no Brasil.

A apresentação também se destacou pela produção artística, que incluiu trilha sonora original e uma forte construção visual ao longo de toda a avenida. Cada trecho do desfile foi pensado para reforçar momentos marcantes da carreira do homenageado, criando uma experiência contínua que conectava passado, obra e legado do autor.

Da origem à consagração

A abertura do desfile trouxe o carro alegórico “Eu tive uma ideia”, representando o início da carreira de Mauricio. A sequência relembrou sua mudança de Mogi das Cruzes para São Paulo, o período em que atuou como repórter policial e os obstáculos até consolidar seu trabalho como quadrinista.

As alas seguintes destacaram diferentes fases dessa história, com personagens como Chico Bento, Papa-Capim, Rosinha e Zé Lelé aparecendo como parte da construção do universo criado pelo artista ao longo das décadas.

O universo da Turma da Mônica na avenida

Um dos momentos mais marcantes foi a recriação do Bairro do Limoeiro, cenário clássico das histórias da Turma da Mônica. Em seguida, um carro alegórico grandioso levou o núcleo principal da turminha, com estrutura de vários níveis, páginas gigantes de gibi e um enorme boneco do Sansão como destaque.

Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e outros personagens interagiram com o público, reforçando a nostalgia e a identificação de diferentes gerações. Elementos icônicos, como a melancia da Magali, também foram lembrados durante a apresentação.

O desfile ainda explorou outras facetas do universo do autor, como a ala inspirada no Louco, com clima circense, e a participação da Turma do Penadinho, que adicionou um tom mais fantasioso e bem-humorado ao espetáculo.

O encerramento do desfile foi marcado por um dos momentos mais simbólicos da noite, com a chegada de um carro alegórico em formato de gibi aberto. Nele, Mauricio de Sousa surgiu ao lado de sua família, em uma aparição que emocionou o público ao revisitar diferentes etapas de sua trajetória profissional e pessoal.

A alegoria funcionava como uma espécie de linha do tempo visual, exibindo desde os primeiros esboços da personagem Turma da Mônica até imagens mais recentes do cartunista em seus estúdios, reforçando a evolução de sua obra ao longo das décadas.

Enquanto o carro seguia pela avenida, uma chuva de fitilhos coloridos tomou conta do Sambódromo, intensificando o clima de celebração. Em um gesto de proximidade, o público também foi convidado a se aproximar da última alegoria, transformando o encerramento em uma experiência coletiva.

A combinação entre emoção, participação popular e homenagem visual fez do desfecho um dos pontos altos do evento, destacando o legado duradouro de Mauricio de Sousa e a importância de sua contribuição para a cultura brasileira e para gerações de leitores.

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Dupla de quadrinistas e divulgadores científicos participa de livro que reinventa contos clássicos infantis e será lançado na Bienal do Livro de São Paulo

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Emilio Garcia e Kamila Massuda assinam uma das histórias de Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos, coletânea que reúne artistas de diferentes regiões do Brasil e está em campanha de financiamento coletivo no Catarse

Os quadrinistas e divulgadores científicos Emilio Garcia e Mila Massuda, da região de Campinas, estão entre os artistas convidados para integrar Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos, livro que reúne alguns dos principais nomes dos quadrinhos independentes brasileiros em releituras inéditas de histórias clássicas da literatura. A obra será lançada durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo e está em campanha de financiamento coletivo no Catarse.

Na coletânea, a dupla apresenta sua interpretação de “A Bela Adormecida”, trazendo uma nova perspectiva para um dos contos mais conhecidos da tradição popular. A proposta do projeto é reunir autores com estilos e trajetórias distintas, permitindo que cada história ganhe uma identidade própria e apresente novas possibilidades narrativas e visuais.

 Idealizada pela Caixa de Quadrinhos, a obra reúne artistas de diferentes estados brasileiros em torno de um objetivo comum: fortalecer a produção independente de histórias em quadrinhos e mostrar a diversidade criativa presente na cena nacional. O financiamento coletivo busca viabilizar a publicação do livro e aproximar leitores dos autores por meio de recompensas exclusivas e da participação direta no projeto.

Mila Massuda

“Não queríamos apenas recontar uma história conhecida. Queríamos criar uma nova história capaz de despertar encantamento e, ao mesmo tempo, aproximar os leitores de um animal brasileiro que muitas vezes é incompreendido. Se, ao terminar a leitura, uma criança olhar para um saruê com mais curiosidade, respeito ou carinho, então teremos alcançado exatamente o que esperávamos com este conto.”

Acostumados a desenvolver projetos em parceria, Emilio Garcia e Mila Massuda transformam essa sintonia criativa em uma narrativa construída a quatro mãos. A colaboração entre roteiro, desenho e construção visual é uma das marcas do trabalho da dupla, que agora leva essa experiência para uma coletânea composta por alguns dos principais quadrinistas independentes do país.

 Para Emilio Garcia e Mila Massuda, o processo de criação começou com uma pergunta simples: quem seria a personagem principal da nova versão de A Bela Adormecida? “A construção dessa história foi colaborativa desde o início. Em todos os nossos projetos existe uma troca constante de ideias, então já estamos acostumados a criar juntos. Mas, desta vez, havia um desafio especial: revisitar um conto que faz parte do imaginário de tantas gerações e transformá-lo em algo que tivesse a nossa cara”, contam.

Emilio Garcia

“Escolhemos a saruê, que é a mascote do BláBláLogia e um animal pelo qual temos um carinho enorme. A partir daí, foi bem mais fácil. Em vez de encaixar uma espécie em uma história já pronta, deixamos que o comportamento, a ecologia e até a história evolutiva da saruê ajudassem a moldar a narrativa.”

A resposta veio a partir de um animal bastante conhecido por eles. “Escolhemos a saruê, que é a mascote do BláBláLogia e um animal pelo qual temos um carinho enorme. A partir daí, foi bem mais fácil. Em vez de encaixar uma espécie em uma história já pronta, deixamos que o comportamento, a ecologia e até a história evolutiva da saruê ajudassem a moldar a narrativa.”

Segundo a dupla, o objetivo era ir além de uma simples releitura. “Não queríamos apenas recontar uma história conhecida. Queríamos criar uma nova história capaz de despertar encantamento e, ao mesmo tempo, aproximar os leitores de um animal brasileiro que muitas vezes é incompreendido. Se, ao terminar a leitura, uma criança olhar para um saruê com mais curiosidade, respeito ou carinho, então teremos alcançado exatamente o que esperávamos com este conto.”

 

Representando a região de Campinas em um lançamento de alcance nacional, os artistas demonstram como a produção independente brasileira se fortalece por meio da colaboração. Em Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos, cada autor ou dupla recebeu um conto clássico para reinterpretar livremente, oferecendo ao leitor dez histórias completamente diferentes entre si.

 Mais do que revisitar narrativas conhecidas, o livro propõe um exercício de criatividade coletiva, no qual diferentes estilos convivem em uma mesma obra. O resultado é uma publicação que evidencia a riqueza dos quadrinhos brasileiros contemporâneos e a capacidade dos artistas independentes de reinventar histórias que atravessam gerações.

 Com lançamento previsto para a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos reúne dez histórias inéditas produzidas por artistas de diferentes regiões do Brasil. Até o lançamento, o público pode apoiar a campanha de financiamento coletivo no Catarse, garantindo exemplares da obra e contribuindo para fortalecer a produção independente de quadrinhos no país.

Fonte: assessoria de imprensa

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Quadrinistas paulistas reinventam contos clássicos infantis em livro que será lançado na Bienal do Livro de São Paulo

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Orlandeli, Jeff Costa e Regiane Braz integram a coletânea Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos, projeto que reúne artistas de diferentes regiões do Brasil e está em campanha de financiamento coletivo no Catarse.

Regiane Braz­­”No começo, achei que não conseguiria. Mas decidimos construir a história juntos, tanto no roteiro quanto na arte. Depois que passei pela insegurança, mergulhei completamente no universo dos personagens. Foi um processo muito divertido e, por algumas horas, me senti criança de novo.”­

Os quadrinistas paulistas Orlandeli, Jeff Costa e Regiane Braz estão entre os artistas convidados para integrar Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos, obra coletiva que reúne alguns dos principais nomes dos quadrinhos independentes brasileiros em releituras inéditas de histórias clássicas da literatura. O livro será lançado durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo e está em campanha de financiamento coletivo no Catarse.

 Na publicação, Orlandeli apresenta sua releitura de “Chapeuzinho Vermelho”, enquanto Jeff Costa e Regiane Braz assinam uma nova interpretação de “O Anão Saltador”, clássico dos Irmãos Grimm. A proposta da coletânea é permitir que cada artista revisite um conto tradicional com liberdade criativa, criando histórias inéditas que preservam a essência das narrativas originais e, ao mesmo tempo, refletem a identidade de seus autores.

 Idealizada pela Caixa de Quadrinhos, a obra reúne artistas de diferentes estados brasileiros em torno de um objetivo comum: fortalecer a produção independente de histórias em quadrinhos e ampliar o diálogo entre autores e leitores. Por meio do financiamento coletivo, o projeto busca viabilizar a publicação do livro e demonstrar como a colaboração entre artistas pode impulsionar novas iniciativas culturais.

Jeff Costa: “O apoio logístico e a organização já nos conquistaram desde o início. Depois veio o objetivo do grupo de ocupar espaços culturais e educacionais de forma séria e consistente. Isso fez toda a diferença”

Para Jeff Costa e Regiane Braz, um dos principais atrativos do projeto foi justamente a possibilidade de integrar um coletivo que compartilha responsabilidades e fortalece a produção independente. “O apoio logístico e a organização já nos conquistaram desde o início. Depois veio o objetivo do grupo de ocupar espaços culturais e educacionais de forma séria e consistente. Isso fez toda a diferença”, afirma Jeff.

 Regiane destaca que o processo criativo também representou um desafio pessoal. “No começo, achei que não conseguiria. Mas decidimos construir a história juntos, tanto no roteiro quanto na arte. Depois que passei pela insegurança, mergulhei completamente no universo dos personagens. Foi um processo muito divertido e, por algumas horas, me senti criança de novo.”

 Com uma carreira consolidada nos quadrinhos brasileiros, Orlandeli é reconhecido por obras que combinam sensibilidade, humor e um olhar atento para as relações humanas, levando sua assinatura para uma nova versão de Chapeuzinho Vermelho, e reforçando a presença do interior paulista em uma publicação de alcance nacional.

 Para Orlandeli, participar da Caixa de Quadrinhos representa também ampliar o alcance e a profissionalização da produção independente. “A internet foi responsável por quebrar muitas barreiras geográficas. Mesmo morando no interior paulista, tenho leitores em praticamente todos os estados do país. A dificuldade maior sempre foi ocupar determinados espaços tendo em mãos a estrutura de um autor independente. A Caixa de Quadrinhos meio que preenche essa lacuna, fortalece e profissionaliza a relação autor, mercado e público. Fazer parte desse projeto é ampliar as possibilidades de como enxergamos e atuamos na nossa profissão”, afirma.

Orandelli: “Releitura é uma coisa muito legal. Você pega algo vivo e consagrado na memória de várias pessoas e transforma em outra coisa. Chapeuzinho tem muitas simbologias que são excelentes ferramentas para o meu jeito de contar histórias, sempre com um pé na poesia e na reflexão. Estou adorando mergulhar nessa floresta e ver o que ela tem para mostrar.”

Sobre revisitar Chapeuzinho Vermelho, o quadrinista destaca o potencial criativo do conto. “Releitura é uma coisa muito legal. Você pega algo vivo e consagrado na memória de várias pessoas e transforma em outra coisa. Chapeuzinho tem muitas simbologias que são excelentes ferramentas para o meu jeito de contar histórias, sempre com um pé na poesia e na reflexão. Estou adorando mergulhar nessa floresta e ver o que ela tem para mostrar.”

 Já Jeff Costa e Regiane Braz apresentam ao público uma releitura de O Anão Saltador, construída a partir da experiência criativa que desenvolveram ao longo de diversos projetos realizados em parceria. A dupla é reconhecida pela qualidade de suas narrativas, pelo cuidado artístico e pela capacidade de transformar temas universais em histórias envolventes, características que agora se refletem em um dos contos mais emblemáticos da tradição europeia.

 Embora possuam estilos bastante diferentes, os três artistas compartilham o desafio de reinventar histórias conhecidas do grande público. Cada capítulo da coletânea apresenta uma linguagem própria, evidenciando a diversidade criativa dos quadrinhos brasileiros contemporâneos e demonstrando como uma mesma inspiração pode dar origem a narrativas completamente distintas.

 Além de celebrar a criatividade de seus autores, Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos reforça a importância da produção independente brasileira e da colaboração entre artistas. O lançamento na Bienal Internacional do Livro de São Paulo simboliza esse momento de fortalecimento dos quadrinhos nacionais e amplia a visibilidade de autores que vêm construindo trajetórias relevantes dentro da cena independente.

 Com lançamento previsto para a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Caixa de Quadrinhos – Reescrevendo Contos reúne dez histórias inéditas produzidas por artistas de diferentes regiões do Brasil. Até o lançamento, o público pode apoiar a campanha de financiamento coletivo no Catarse, garantir o livro antecipadamente e contribuir diretamente para fortalecer a produção independente de histórias em quadrinhos no país.

Fonte: assessoria de imprensa

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