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CINESESC EXIBE DOCUMENTÁRIOS PARA QUEM GOSTA DE MÚSICA, SAMBA E CARNAVAL NA SÉRIE CINEMA #EMCASACOMSESC E FILMES DO CINEASTA PAULISTANO UGO GIORGETTI

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A série Cinema #EmCasaComSesc, realizada pelo Sesc São Paulo há sete meses e com mais de 1 milhão de visualizações, disponibiliza gratuitamente ao público novos filmes em streaming pela plataforma do Sesc Digital. Nesta quinta-feira (11/02), a série estreia uma programação especial para quem gosta de música, samba e Carnaval, com os documentários “Clementina”, “O Samba”, “Elton Medeiros – O Sol Nascerá”, “Dê Lembranças a Todos” e “Viva Alfredinho!”. Já na segunda-feira (15/02), estreiam as ficções “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol”, “O Príncipe”, “Sábado” e “A Festa”, de Ugo Giorgetti, cineasta entrevistado no novo episódio do podcast Era Uma Vez… São Paulo – 10 Anos Depois, produzido pelo CineSesc, e que vai ao ar na mesma data.

O filme “Clementina”, de Ana Rieper, conta a trajetória da cantora Clementina de Jesus (1901-1987), revelada ao mundo tardiamente, aos 63 anos, por meio de sua música e de sua história. Ela se tornou uma das maiores vozes do samba e foi considerada o elo entre a cultura brasileira e as raízes africanas. O documentário será exibido em comemoração dos 120 anos de Clementina de Jesus. Classificação indicativa: livre.

Já em “O Samba”, de Georges Gachot, Martinho da Vila é o guia do diretor franco-suíço pelo mundo do samba. Ao lado do sambista, Gachot circula pelos redutos de Vila Isabel e por grandes palcos, acompanhando de Ney Matogrosso, Leci Brandão, Paula Lima, entre outros nomes da música. Ao longo do caminho, personagens anônimos, que fazem o samba ser a grande expressão cultural brasileira, também estão presentes, dando ao filme um panorama completo do gênero. Classificação indicativa: livre.

O título “Elton Medeiros – O Sol Nascerá”, de Pedro Murad, faz uma homenagem ao cantor, compositor e ritmista Elton Medeiros (1930-2019). Junto a seu último parceiro, Vidal Assis, ele canta, conta histórias e emociona. Classificação indicativa: livre.

Outra sugestão é o título “Dê Lembranças a Todos”, dos Irmãos Di Fiore (Fábio e Thiago). A obra retrata o cantor, compositor, poeta e pintor Dorival Caymmi. Em toda carreira, Dorival criou pouco mais de 100 canções, o suficiente para se tornar um dos maiores compositores da música popular brasileira. Seu estilo é único, com letras simples e uma batida de violão que ninguém copia. O documentário ganhou o prêmio de Menção Honrosa no Festival In-Edit, em 2020. Classificação indicativa: 10 anos.

O documentário “Viva Alfredinho!”, de Roberto Berliner, encerra a seleção de filmes da programação especial de Carnaval da série #EmCasaComSesc. Fundado em 1968, em diminutos 18 metros quadrados de Copacabana, o Bip Bip é patrimônio cultural carioca. O bar refletia o espírito de seu dono, o emblemático Alfredinho. O filme é um registro afetuoso de seu velório, cerimônia que começou na mesa do bar e tomou o cemitério São João Batista de alegria e saudades, em um sábado de Carnaval. Vencedor de Melhor Curta Documentário no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em 2020. Classificação indicativa: livre.

Na segunda-feira (15/02), estreiam na série as ficções “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol”, “O Príncipe”, “Sábado” e “A Festa”, de Ugo Giorgetti, cineasta entrevistado do novo episódio do podcast Era Uma Vez… São Paulo – 10 Anos Depois, produzido pelo CineSesc, que vai ao ar na mesma data. Autor de produções premiadas, Giorgetti fala de sua relação com a cidade e da importância de São Paulo em sua obra.

Com apresentação da jornalista Flavia Guerra, Era Uma Vez… São Paulo – 10 Anos Depois, que estreou em 25 de janeiro, resgata o ciclo de encontros com cineastas paulistanos realizado em 2010, no CineSesc, e mediado por Christian Petterman. Os episódios mesclam trechos dos debates originais, com destaque para a contribuição de Petterman, falecido em 2016, em uma nova conversa com os diretores, que revisitam seu cinema e atualizam sua trajetória e sua perspectiva sobre o cinema paulistano e brasileiro. O podcast está disponível no canal do youtube do CineSesc (youtube.com/cinesesc). Além do episódio de Ugo Giorgetti, estão disponíveis o episódio de apresentação do projeto e a entrevista exclusiva com a cineasta Anna Muylaert.

PROGRAMAÇÃO Cinema #EmCasaComSesc

ESTREIAS 11/02
(Disponíveis por 14 dias)

CLEMENTINA
Dir.: Ana Rieper | Brasil | 2018 | 75 min | Documentário |Livre
Um olhar sobre a trajetória da cantora Clementina de Jesus (1901-1987). Revelada tardiamente, aos 63 anos, ela se tornou uma das maiores vozes do samba e foi considerada o elo entre a cultura brasileira e as raízes africanas.

O SAMBA
Dir.: Georges Gachot | Suíça | 2014 | 82 min | Documentário |Livre
Martinho da Vila é o guia de Georges Gachot pelo mundo do samba. Ao lado do sambista, o diretor circula pelos redutos de Vila Isabel e por grandes palcos, acompanhando um time de primeira: Ney Matogrosso, Leci Brandão, Paula Lima, entre outros. Ao longo deste caminho, personagens anônimos, que fazem o samba ser a grande expressão cultural brasileira, também estão presentes dando ao filme um panorama completo do gênero.

ELTON MEDEIROS – O SOL NASCERÁ
Dir.: Pedro Murad | Brasil | 2020 | 86 min | Documentário |Livre
Homenagem ao compositor Elton Medeiros. Junto a seu último parceiro, Vidal Assis, ele canta, conta histórias e emociona.

DÊ LEMBRANÇAS A TODOS
Dir.: Irmãos Di Fiore | Brasil | 2018 | 73 min | Documentário | 10 anos
Dorival Caymmi, em toda carreira, criou pouco mais de 100 canções. O suficiente para se tornar um dos maiores compositores da música popular brasileira. Seu estilo é único: letras simples e uma batida de violão que ninguém copia. Um artista por essência, expressava o que via na própria vida não só por meio da música, mas também do desenho e da pintura. De sua infância aos dias de hoje, o documentário apresenta a vida e a obra de um dos fundadores da música popular brasileira.

VIVA ALFREDINHO!
Dir.: Roberto Berliner | Brasil | 2019 | 16 min | Documentário | Livre
Fundado em 1968, em diminutos 18 metros quadrados de Copacabana, o Bip Bip é patrimônio cultural carioca. O bar refletia o espírito de seu dono, o emblemático Alfredinho. O filme é um registro afetuoso do seu velório, cerimônia que começou na mesa do bar e tomou o cemitério São João Batista de alegria e saudades em um sábado de Carnaval. Vencedor de Melhor Curta Documentário no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em 2020.

ESTREIAS 15/02
(Disponíveis por 14 dias)

BOLEIROS: ERA UMA VEZ O FUTEBOL
Dir.: Ugo Giorgetti | Brasil | 1998 | 97 minutos | Ficção |Livre
Em um bar na cidade de São Paulo, ex-jogadores de futebol se encontram para relembrar antigas glórias e histórias curiosas do tempo em que ainda eram profissionais.

O PRÍNCIPE
Dir.: Ugo Giorgetti | Brasil | 2002 | 102 minutos | Ficção | 14 anos
Gustavo (Eduardo Tornaghi) é um homem de meia idade que vive em Paris, há mais de 20 anos. Ele leva uma vida pacata de intelectual sul-americano no exílio, feita de conferências, palestras, traduções e artigos para publicações especializadas de pouca tiragem, mas de muito prestígio. Durante todo esse tempo, Gustavo não tinha feito nenhuma visita ao Brasil. Várias vezes esteve a ponto de voltar, mas as razões para as viagens, de alguma maneira, acabaram superadas e ele pôde continuar aproveitando de sua paz na Rive Gauche. Só que sua mãe passa a ter a saúde cada vez mais frágil e, após seu sobrinho adoecer, Gustavo decide retornar ao Brasil. É quando ele passa a reencontrar a cidade e o país, os quais deixou há mais de duas décadas, tendo que se adaptar à nova realidade local.

SÁBADO
Dir.: Ugo Giorgetti | Brasil | 1994 | 85 minutos | Ficção | 12 anos
Sábado na cidade de São Paulo. Uma equipe de publicidade ocupa o saguão do antigo Edifício das Américas, no centro da cidade, para a gravação de um comercial. Mas um elevador quebrado obriga equipe e moradores a dividirem o mesmo espaço. Desse convívio forçado surgem pequenos incidentes que tornam este sábado diferente de qualquer outro.

A FESTA
Dir.: Ugo Giorgetti | Brasil | 1989 | 87 minutos | Ficção | 14 anos
Um músico, um jogador de sinuca e seu ajudante são contratados para animar uma festa em uma mansão para a elite paulistana. Os três aguardam um chamado no salão de jogos da casa. Durante a espera, eles discutem sua situação e têm contato com garçons e empregados, todos dirigidos por um mordomo autoritário.

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HIPERCONEXÃO DIGITAL E RETORNO PARA A IMAGINAÇÃO SÃO TEMAS DE A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA, LANÇAMENTO DA DIAMOND FILMS

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História focada em família deixando a vida na cidade grande para redescobrir a magia tem distribuição Diamond Films e chega aos cinemas em 10 de setembro

Envolto por uma atmosfera de magia e imaginação, A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA (“The Magic Faraway Tree”) chega aos cinemas em 10 de setembro, combinando uma narrativa emocionante e divertida a temáticas que não poderiam ser mais relevantes para as famílias hoje. Distribuído pela Diamond Films, o longa coloca os astros Andrew Garfield (“Todo o Tempo Que Temos”) e Claire Foy (“The Crown”) no lugar ocupado por muitos pais modernos, que vivem preocupados com a hiperconexão digital e a diminuição do espaço ocupado pelo lúdico na infância dos filhos.

rometendo encantar adultos e crianças, o filme conta a história da família Thompson quando os pais, Tim (Garfield) e Polly (Foy) decidem deixar a vida na cidade grande e recomeçar do zero com um celeiro no interior e muitos sonhos para realizar. A verdade é que, se por um lado a família vivia conectada em todos os aparelhos eletrônicos que a modernidade proporciona, por outro a desconexão entre os pais e seus três filhos reinava na casa. Agora, em uma realidade totalmente fora de sua zona de conforto, os pequenos Beth (Delilah Bennett-Cardy), Joe (Phoenix Laroche) e Fran (Billie Gadsdon, “Cruella”) vão descobrir que o mundo é muito maior – e mais mágico – do que as telas de seus aparelhos. 

Logo ao chegar na nova cidade, Fran, a caçula, tem um encontro inesperado com a fada Seda (Nicola Coughlan, “Bridgerton”), o que leva a garotinha a receber um convite bastante especial: uma visita à Maravilhosa Árvore Encantada. Lá, vivem habitantes curiosos e cheios de personalidade, além de funcionar como passagem para mundos incríveis e terras de desejos realizados. Entre confusões e muita descoberta, os Thompson encontram na Árvore a resposta para achar o brilho da infância dentro de cada um. 

A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA é a adaptação de um clássico da literatura infanto-juvenil escrito em 1943 por Enid Blyton. A versão que chega agora às telas foi recontextualizada pelas mãos experientes de Simon Farnaby, responsável pelos roteiros de “As Aventuras de Paddington 2” e “Wonka”, para dialogar com as famílias modernas. 

Em entrevista ao The Playlist, Andrew Garfield comenta que o roteirista adaptou os livros de Blyton de forma “precisa, imaginativa e bonita”. “Quando li o roteiro, senti que o mundo precisava disso, porque eu preciso. Os meus amigos vão assistir isso e se sentir esperançosos e inspirados, e torço para que seus filhos conheçam um caminho diferente do que simplesmente se perder nos aparelhos eletrônicos que temos”. 

Embora a questão das tecnologias na infância seja apresentada de uma forma leve, descontraída e apropriada para o público infantil, o subtexto de troca do foco no digital para as experiências ricas e lúdicas que a natureza e a imaginação proporcionam é a força motriz do filme, sendo assim uma das mensagens principais para os adultos. 

Claire Foy falou sobre o tópico em entrevista à BBC, endereçando que o problema não fica restrito às redes sociais, mas se estende às telas e dispositivos. “Não é só sobre os jovens, afeta a todos nós. Pensamos que estamos no controle, mas não estamos. O governo precisa criar leis e pegar o controle de volta – nós achamos que estamos à mercê das grandes companhias, mas precisamos dizer ‘não’ um pouco mais. Precisamos parar de ter conversas e começar a fazer algo. Os pais recebem muitas críticas, mas estão fazendo o melhor que podem”. 

A explosão de cores, sentimentos, brincadeiras e encanto do filme promete conquistar desde os pequenos fãs dos mundos de faz-de-conta até o mais ranzinza dos adultos, que serão transportados de volta aos tempos mágicos de infância. Com direção de Ben Gregor (“Fatherhood”), o filme ainda conta com nomes como Rebecca Ferguson (“Duna”), Jessica Gunning (“Bebê Rena”), Nonso Anozie (“Sweet Tooth”) e Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”). 

A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA tem distribuição Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, e estreia nacionalmente em 10 de setembro. 

Fonte: assessoria de imprensa

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EM NOVO TRAILER, ‘MORTE E VIDA MADALENA’ TRANSFORMA OS DESAFIOS DE FAZER CINEMA INDEPENDENTE NO BRASIL NUMA COMÉDIA SOBRE RESISTÊNCIA E AMOR À ARTE

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Com distribuição da Embaúba Filmes, longa de Guto Parente estrelado por Noá Bonoba chega aos cinemas em 17 de setembro

Nas palavras de Samuel Fuller, “o cinema é um campo de batalha”. Nas ideias de Guto Parente, esse filme de guerra pode ser uma comédia. Do encontro entre os absurdos de um set de filmagem e a paixão por criar, driblando as dificuldades, nasce MORTE E VIDA MADALENA, novo longa do cineasta cearense, que estreia nos cinemas brasileiros em 17 de setembro, com distribuição da Embaúba Filmes.

Inspirado em situações reais vividas por Ticiana Augusto Lima, sócia e parceira criativa de Parente, o filme acompanha Madalena, uma produtora que precisa lidar com a morte recente do pai, o sumiço do diretor de seu próximo filme às vésperas do início das filmagens e uma gravidez de oito meses.

Confira o novo trailer:

Por trás do humor, está uma relação profundamente afetiva com o próprio ofício. “O cinema é um lugar de aprendizado e de crescimento espiritual, intelectual, de transcendência. Na minha relação, é quase como uma religião”, afirma Parente, que dirigiu 18 filmes, entre longas e curtas, em mais de 20 anos de carreira.

Para o papel principal, o cineasta convidou uma artista de múltiplas frentes: Noá Bonoba é atriz, roteirista, realizadora, preparadora de elenco, dramaturga, curadora e pesquisadora. Para ela, a chave da comédia está em levar a sério até mesmo o absurdo: “O humor vem da crença no drama total da personagem. É preciso acreditar nesse drama para que a situação seja risível. Quanto mais você acredita naquela situação, que é completamente absurda e real, mais engraçado fica”.

A mistura de caos e afeto foi destacada pela crítica. “Um humor que nasce do improviso, do microcaos, das soluções mirabolantes para tapar buracos”, escreveu Cecilia Barroso, do Cinema em Cena. Para Natalia Bocanera, do Cinema com Crítica, “mais do que uma ode ao cinema independente, MORTE E VIDA MADALENA engrandece os verdadeiros artesãos da imagem em movimento”. Já Flavia Guerra definiu, no videocast Plano Geral: “É um filme delicioso, que nos faz acreditar na comédia”.

Entre luto e nascimento, precariedade e invenção, MORTE E VIDA MADALENA encontra graça naquilo que poderia dar errado, e celebra quem, apesar de tudo, não desiste do que ama.

Fonte: assessoria de imprensa

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REMASTERIZADO EM 4K, AKIRA CHEGA AOS CINEMAS HOJE; CONFIRA MOTIVOS PARA NÃO PERDER ESSA ESTREIA

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Marco do cyberpunk no cinema, a distopia é considerada uma das obras mais influentes e aclamadas da história da animação japonesa

A Sato Company traz de volta às telonas um dos maiores clássicos japoneses. A versão remasterizada em 4K de AKIRA estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (27). Com o relançamento após 35 anos de sua estreia oficial no Brasil, os fãs do anime ganham uma nova oportunidade de experienciar o longa de Katsuhiro Otomo, que se tornou uma das obras mais influentes da história da animação.

Confira motivos para assistir a AKIRA nos cinemas:

Clássico imperdível dos animes

Precursor do consumo de animação japonesa no Brasil, AKIRA gerou um impacto imprescindível no universo dos animes. O filme é considerado uma das maiores produções da história do Japão, responsável por influenciar outras grandes obras, como Demon Slayer, Neon Genesis Evangelion e Ghost In The Shell. O relançamento é uma oportunidade perfeita para muitos fãs de anime assistirem ao clássico pela primeira vez, assim como para os que gostariam de revisitar a nostalgia da narrativa nos cinemas.

Experiência imersiva em 4K

A grandiosidade visual do filme é de longe um dos grandes destaques para o seu sucesso. A variedade de técnicas utilizadas para dar vida à animação, aos movimentos e às paisagens poderão ser conferidas na tela grande. Com imagens futuristas compostas por uma infinidade de cores, detalhes e iluminações, a versão remasterizada em 4K recupera a força do cenário brilhante e caótico de Neo-Tóquio. Proporcionando uma visão rica, suas cenas de perseguição e explosões ficam ainda mais emocionantes.

Uma aventura cyberpunk

O longa foi um dos estreantes da estética cyberpunk na produção cinematográfica. Em uma cidade reconstruída após uma explosão que desencadeou a Terceira Guerra Mundial, o  cenário pós-apocalíptico composto por gangues, militares e missões secretas conduzidas pelo governo ganha força junto do avanço tecnológico exagerado típico da ficção científica. É através desse cenário que AKIRA cria sua atmosfera de caos e distopia, testando os limites de um futuro absurdo, mas não totalmente improvável. 

Fonte: assessoria de imprensa

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