Deadpool 2 vem aí e junto com ele, vêm aquelas músicas românticas e cheias de atitudes, mas neste ano o longa terá sua própria trilha sonora original, assinada por Tyler Bates, porém o sound track terá um adesivo de classificação indicativa para maiores de 18 anos, essa é a primeira vez que a trilha feita para um filme recebe essa sinalização para os pais.
A famosa etiqueta em preto e branco escrito “advisory parental: explicit content”, já esteve em todos os outros gêneros musicais, de álbuns de rap e gravações de stand-up, mas Tyler considera que o novo trabalho ter sido o primeiro do tipo a conquistar a marcação é “um título de honra, honestamente falando”.
O álbum conta com 22 faixas com títulos como “Holy S*** Balls” (“Santo chupador de bolas”) e “You Can’t Stop This Mother F*****” (“Você não pode parar esse filho da p*ta”) – essa última, que é inclusive a faixa favorita de Bates, é uma canção com presença de orquestra enquanto um coro entoa os versos: “Você não pode pará-lo / Ele é um rolo compressor / Você não pode parar esse filho da p*ta”. Esta ai o motivo para a classificação, com esses títulos, os pais realmente não deixariam seus filhos escutarem a trilha sonora de Deadpool 2.
O produtor Tyler Bates já trabalhou com os filmes Guardiões da Galáxia e o próprio Atômica, dirigido por David Leitch assim como Deadpool 2, diz que sempre busca “criar algo em que todos os envolvidos, principalmentee o diretor, se sintam envolvidos e que se tornem parte das memórias de suas vidas e carreiras”.
Neste novo filme de Deadpool 2, Ryan Reynolds volta ao papel principal, Zazie Beetz faz Dominó e Josh Brolin será o Cable. Deadpool 2 tem roteiro de Drew Goddard (Perdido em Marte, Cloverfield, Demolidor da Netflix), mas os roteiristas do original Rhett Reese e Paul Wernick continuaram envolvidos no projeto. O filme chega nos cinemas no dia 17 de maio.
A continuação do vencedor do Oscar de Melhores Efeitos Visuais é o primeiro filme japonês filmado para IMAX e chegará aos cinemas em novembro de 2026, com distribuição da Sato Company no Brasil
A Toho e a Sato Company acabam de divulgar o pôster e o teaser de GODZILLA MINUS ZERO, sequência do aclamado longa-metragem japonês. O novo teaser permite vislumbrar rostos conhecidos, ao mesmo tempo que apresenta uma personagem totalmente nova, e o cartaz oferece uma nova perspectiva sobre o Rei dos Monstros.
GODZILLA MINUS ZERO se passa em 1949, dois anos após os acontecimentos tumultuosos de Godzilla Minus One, dando continuidade à história da família Shikishima, que se depara com uma nova calamidade. Ryunosuke Kamiki retorna ao papel de Koichi Shikishima, o herói que enfrentou o terror de Godzilla em Godzilla Minus One, junto de Minami Hamabe no papel de Noriko Shikishima, que sobreviveu milagrosamente ao primeiro ataque de Godzilla a Tóquio.
O lendário ator Min Tanaka, aclamado pela sua atuação inesquecível no sucesso de bilheteira japonês Kokuho – O Preço da Perfeição, se junta ao elenco do filme. Tanaka assume o papel central de Kanji Murakami, um biólogo que carrega profundas cicatrizes psicológicas da guerra.
Além disso, foi revelada a lista completa do elenco que retorna de Godzilla Minus One. Hidetaka Yoshioka retoma o papel de Kenji Noda, que lutou ao lado do protagonista Koichi Shikishima em Godzilla Minus One e que agora enfrenta a nova ameaça na qualidade de diretor do Gabinete de Resposta a Catástrofes. Yuki Yamada assume novamente o papel de Shiro Mizushima, o jovem tripulante do Shinseimaru que lutou na linha da frente, ao lado de Kuranosuke Sasaki no papel de Seiji Akitsu, o capitão do mesmo navio. Além disso, Sakura Ando retoma o papel de Sumiko Ota, a vizinha de Shikishima que agora gere um orfanato local, e Miou Tanaka regressa no papel de Tatsuo Hotta, o antigo capitão do contratorpedeiro Yukikaze.
Tendo sobrevivido à anterior batalha ao lado de Shikishima, esses personagens estão prontos para enfrentar Godzilla mais uma vez.
GODZILLA MINUS ZERO é o novo e aguardado filme do diretor Takashi Yamazaki, responsável pelo aclamado Godzilla Minus One, longa da franquia produzido no Japão com a maior bilheteria da história do país. Com mais de 116 milhões de dólares em bilheteria global, o filme também foi o primeiro filme japonês a vencer na categoria de Melhores Efeitos Visuais no OscarⓇ em 2024.
O filme estreia no Japão em 3 de novembro, data que tem um significado especial no legado histórico do Godzilla, marcando a data da estreia original de Godzilla em 1954. Agora, 72 anos após o nascimento da icônica criatura e três anos após o sucesso global de Godzilla Minus One (lançado no Japão em 3 de novembro de 2023), GODZILLA MINUS ZERO está pronto para dar continuidade ao inegável legado do monstro, fazendo a sua estreia no Dia do Godzilla de 2026.
Rodado inteiramente no Japão, sendo a primeira e única produção japonesa a ser filmada para IMAX, GODZILLA MINUS ZERO foi filmado com câmeras digitais de alta definição certificadas pela IMAX e otimizado em termos de som e imagem, de forma exclusiva para as telas IMAX. O monstro adorado em todo o mundo volta às telonas, atingindo alturas ainda maiores e mais aterradoras, tornando GODZILLA MINUS ZERO um evento cinematográfico imperdível.
GODZILLA MINUS ZERO será distribuído no Brasil pela Sato Company.
Longa produzido pela Vulcana Cinema tem distribuição da Atelier W e Cajuína Filmes e estreia em 23 de julho
FUTURO FUTURO, novo longa-metragem de Davi Pretto, conhecido por “Continente”, chega aos cinemas brasileiros em 23 de julho, com distribuição da Cajuína Filmes. Ambientado em um futuro próximo, o filme acompanha K, um homem de 40 anos que perdeu a memória devido a uma nova síndrome neurológica e encontra abrigo com um clickworker solitário de 60 anos, morador da região empobrecida de uma cidade brasileira marcada pela chuva constante. Ao experimentar um dispositivo de inteligência artificial altamente viciante durante um curso voltado a pessoas com uma misteriosa síndrome neurológica, K inicia uma jornada que mistura tragédia e absurdo.
K é interpretado pelo potiguar Zé Maria, ator conhecido por seus trabalhos em filmes como “O Clube dos Canibais” (2018) e “Paloma” (2022), além da série “Maria e o Cangaço” (2025). Sua carreira cinematográfica começou em 2004 quando ele participou de “Sonhos de Peixe” (2006), do russo Kirill Mikhanovsky, que foi selecionado para o Festival de Cannes. Zé também tem um lado musical em sua veia multi artística. Seu álbum de estreia, “Pescador” (2017), foi lançado com direção artística de Ney Matogrosso e tem faixas “Por Amor” e “Dançando Lambada”, que integraram trilhas sonoras de novelas e programas de televisão.
Zé Maria contracena com João Carlos Castanha, ator gaúcho com 40 anos de carreira e que trabalhou com Pretto em outras ocasiões, como “Quarto de Espera” (2009), o primeiro curta-metragem do diretor, e interpreta um clickworker solitário de 60 anos, que abriga K. Entre seus papéis de maior destaque, estão “Castanha” (2014), pelo qual recebeu Prêmio de Melhor Ator no 14º Festival de Las Palmas na Espanha depois da estréia no Festival de Berlim, e o curta-metragem de Lino Negri, “Paraphilia” (2012).
Quando começa a viver com o clickworker, K conhece um dispositivo IA em um curso para pessoas com a estranha síndrome que ele possui, e embarca em uma jornada trágica e absurda para tentar encontrar o seu lugar no mundo. O dispositivo emite uma luz vermelha e gera imagens à medida que vai falando o que precisa ser imaginado. Para a voz deste dispositivo, a atriz Olívia Torres foi escalada para o papel. Entre seus filmes de maior destaque, estão “Ainda Estou Aqui” (2024), vencedor do Oscar de Filme Internacional, “Continente” (2024) e a mais recente temporada de “Sessão de Terapia” (2026).
O curso que K atende é ministrado por uma mulher interpretada por Carlota Joaquina. Com anos de carreira, a atriz já participou de séries da Netflix, como “3%” (2016–2020) e filmes brasileiros independentes, como “A Sombra do Pai” (2018). E é neste curso que o protagonista começa a usar o dispositivo de IA e passa a ter frequentes visões de um casal, que vive na parte rica da cidade. Este casal é interpretado por Clara Choveaux (“Luz nos Trópicos”) e Higor Campagnaro (“O Animal Amarelo”). Choveaux é famosa por ter participado de “Tirésia” (2003), “Verdades Secretas” (2015-2021) e “Doutor Gama” (2021). Já Campagnaro é conhecido por “Um Animal Amarelo” (2020), “Os Primeiros Soldados” (2021) e o remake da famosa novela “Vale Tudo” (2025).
O elenco do filme conta ainda com Silvia Duarte, Ida Celina, Alex Pantera, Carlos Azevedo, Daniel Machado, Elaine Segura, Fabielly Klimberg, Gabriela Greco, Iluska Moura, Li Pereira, Luciano Abreu, Robson Duarte e Sandro Marques.
Então, intrigado por suas visões, K embarca em uma jornada trágica e absurda para tentar encontrar o seu lugar no mundo.
A direção do longa é assinada por Davi Pretto, que transformou sua cidade natal, Porto Alegre, em uma metrópole futurista. FUTURO FUTURO integra o quarto longa de sua filmografia, depois de “Castanha” (2014), “Rifle” (2016) e de “Continente” (2024). Neste filme, o cineasta não esconde que a literatura ciberpunk de William Gibson e Philip K. Dick e obras de pensadores políticos radicais, como Peter Lamborn Wilson e investiga de forma provocativa imagens geradas por IA e a crise da imagem.
FUTURO FUTURO conquistou o Troféu Candango de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial, Melhor Roteiro, Montagem e Menção Honrosa para o ator Zé Maria Pescador no último Festival de Brasília e estreou mundialmente na competição do importante Festival Internacional de Karlovy Vary, na República Tcheca, um dos mais antigos da Europa. A obra tem distribuição da Atelier W e Cajuína Filmes e estreia nos cinemas em 23 de julho. A distribuição do filme é patrocinada pelo BNDES através do Patrocínio Cultural No 01/2025 – BNDES – Projetos Audiovisuais de Longa-Metragem.
Com mais de US$1,24 bilhão somado em bilheterias, franquia chinesa é uma das maiores produções de ficção científica da história do país
A SATO Company traz ao Brasil, em agosto deste ano, TERRA À DERIVA 2: DESTINO, sequência de um dos maiores fenômenos de ficção científica da China. O filme fará sua estreia aqui após grande sucesso de bilheteria no exterior, arrecadando US$589 milhões globalmente e conquistando o 9º lugar nas bilheterias de 2023. Na China, o longa ultrapassou a marca de US$500 milhões em 16 dias e foi selecionado como candidato chinês para a categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar de 2024.
Lançada mundialmente pela Netflix, a primeira parte dessa história épica, baseada no livro de Liu Cixin, foi um marco do cinema chinês, sendo a terceira maior bilheteria mundial de 2019, atrás apenas de “Vingadores: Ultimato” e “Capitã Marvel”. A sequência, que continua com a grandiosidade da primeira produção, foi bem recebida não só pelo público, mas também pela crítica. No Douban, plataforma chinesa semelhante ao IMDB e ao Letterboxd, o filme tem uma nota média de 8.3, e os usuários destacam os efeitos visuais de ponta e a expansão do universo.
Com direção de Frant Gwo, a área do estúdio de filmagens cresceu dez vezes em relação ao primeiro filme, alcançando 1 milhão de metros quadrados. Os efeitos visuais, mais uma vez criados pela empresa Pixomondo, são de tirar o fôlego, e o filme vem com a promessa de “elevar a ficção científica chinesa a um novo nível”, com uma narrativa que vai além da luta pela sobrevivência. Entre o elenco, há uma novidade para o público brasileiro. A atriz Daniela Tassy interpreta uma astronauta brasileira que tem um importante papel na trama. Daniela se mudou para a China em 2014 para estudar o idioma e acabou construindo sua carreira artística no país. Sua atuação foi bem recebida, destacando-se como um símbolo da colaboração cultural entre Brasil e China.
O tema da coletividade, muito presente no primeiro filme, volta a ser um ponto central da trama, abordando questões como a colaboração entre países e povos para salvar a humanidade diante da extinção do sol.
A partir dessa ideia, TERRA À DERIVA 2: DESTINO apresenta uma nova perspectiva com cenas filmadas em locações internacionais, incluindo os Estados Unidos, França, Islândia e Colômbia. As filmagens no exterior foram feitas por equipes locais, coordenadas em tempo real através do set de filmagens na China, utilizando tecnologia de transmissão de dados em nuvem e streaming ao vivo.
A franquia TERRA À DERIVA, que já acumula mais de US$1,24 bilhões entre dois filmes, não só consolidou sua posição como uma das maiores produções de ficção científica mundial, mas também tornou-se um símbolo do avanço do cinema chinês, atraindo cada vez mais o olhar do público global e já conta com um terceiro filme confirmado para estrear em 2027.
O filme estreia em 20 de agosto nos cinemas brasileiros.