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Cinema

CONHEÇA FILMES BRASILEIROS EXIBIDOS NO FESTIVAL DE CINEMA DE XANGAI 2026

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Além de participar da Mostra de Cinema Brasileiro em Xangai, promovida pelo Ministério da Cultura, os títulos também participaram de competições e outras mostras do festival

Em momento importante para o cinema brasileiro, produções nacionais marcaram presença no 28º Festival Internacional de Cinema de Xangai (SIFF), considerado o principal festival da Ásia. Com um total de nove títulos, a Mostra de Cinema Brasileiro, promovida pelo Ministério da Cultura, realizou dezoito exibições durante a programação oficial do SIFF este ano. Três dos filmes também foram selecionados para outras competições e mostras do evento em Xangai.

“Nossa presença com a Mostra de Cinema Brasileiro cumpre o importante papel de levar o público chinês para dentro da cultura do Brasil. Essa ação reafirma a importância do audiovisual na construção da nossa identidade e nas inúmeras maneiras pelas quais fazemos isso chegar ao mundo, além de ser uma grande oportunidade para o setor, abrindo as portas para um dos mais importantes mercados do audiovisual mundial”, afirmou o secretário-executivo adjunto da Pasta, Cassius Rosa.

Para Paulo Feitosa, idealizador da Mostra e diretor da Quitanda Soluções Criativas, “os filmes escolhidos mostraram toda a potência e a diversidade do cinema brasileiro”. A programação reuniu diversos títulos, entre eles “novas obras de ficção, animação e documentário, que estão no circuito de importantes festivais ao redor do mundo a fim de contar nossas histórias, além de A Hora da Estrela, um clássico remasterizado, que levou às telonas chinesas uma mulher que é a cara do Brasil”.

O Deserto de Luiza, filme dirigido por Alan Minas, teve sua estreia mundial no evento em Xangai ao ser selecionado para a Competição Principal do SIFF, concorrendo à maior honraria do festival, o Golden Goblet (Cálice de Ouro). Ambientada no subúrbio do Rio de Janeiro, a trama acompanha Luiza, uma garota tímida de 15 anos que sonha em ser artista e vê seu mundo desmoronar quando a mãe sofre de um episódio agudo de esquizofrenia. Propondo um comentário social sobre o Brasil de hoje, a narrativa contrasta o crescimento de Luiza, que experiencia a juventude pela primeira vez, e a deterioração da condição mental de sua mãe, uma realidade que se impõe, obrigando a garota a amadurecer. Coproduzido por Daniela Vitorino e pela Caraminhola Filmes, o longa é fruto de políticas de fomento ao audiovisual brasileiro ao ser uma colaboração internacional entre a Riofilme e a britânica Union Content.

Após passar por outros festivais importantes, Feito Pipa, de Allan Deberton, foi um dos destaques no evento chinês ao ser selecionado para a mostra “Belt and Road Film Week”, criada para fortalecer o intercâmbio cultural entre países. A produção já conquistou prêmios internacionais em sua passagem pelo Festival de Guadalajara e o Festival de Cartagena, além de ganhar destaque no Festival de Berlim (Berlinale), onde conquistou o Urso de Cristal de Melhor Filme e o Grande Prêmio do Júri Internacional. Estrelado por Lázaro Ramos e Teca Pereira, o longa traz no papel principal o ator Yuri Gomes, de apenas 11 anos, que dá vida a Gugu. Um menino sonhador e apaixonado por futebol, o protagonista vive com a avó, com quem tem uma relação tranquila, diferente da relação com o pai, marcada por ausências, expectativas e afetos não ditos. Avó e neto moram juntos próximo à barragem de Araújo Lima, no Ceará, que, após anos de seca, revela as ruínas de uma antiga cidade submersa, trazendo à tona questões que impactam a família.Já Amadeo e o Hipotético Mundo Novo, de Brenda Lígia e Edu Felistoque, concorreu ao Golden Goblet na Competição de Animação.

A trama acompanha Amadeo, um jovem cientista africano, ao passo que ele vivencia um amor e inventa a primeira câmera fotográfica do mundo, buscando ajudar na libertação do povo negro e no fim da escravidão. Ao misturar passado e futuro, a produção traz um novo olhar criativo para um dos períodos mais marcantes da história do Brasil.Produzido pela Felistoque Cinema, Amadeo e o Hipotético Mundo Novo conta com um elenco robusto que traz as vozes de Antônio Fagundes, Léa Garcia, Paolla Oliveira, Mateus Solano, Tiago Abravanel, Sérgio Menezes, Naruna Costa, Edmilson Filho, Adriana Lessa, Igor Cotrim e Brenda Lígia.

O filme ainda conta com a direção de arte e animação do artista pernambucano Everton Amorim, enquanto o trabalho de animação 2D é assinado pelo SAGUI Studio e Refúgio Onírico, de Caruaru, também Pernambuco. “Estivemos em Xangai com nove filmes, dois deles na competição, neste que é um dos principais festivais da Ásia. Ter nossas produções em festivais internacionais e dos países dos BRICS é uma prioridade para o Governo do Brasil, que, numa crescente, investe em produção, formação, internacionalização e intercâmbio audiovisual. Ver isso materializado durante o Ano Cultural Brasil-China demonstra o compromisso com a política pública e, também, com a consolidação das relações com um parceiro tão importante quanto a China”, finalizou Joelma Gonzaga, secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura.

Fonte: assessoria de imprensa

Cinema

“OCEÂNICO”, DE GUILHERME COELHO, ESTREIA NESTA SEXTA-FEIRA (2) NO FESTIVAL DO RIO

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Protagonizado por Ana Carbatti, o longa concorre ao principal prêmio do festival e também terá sessões em 3 e 4 de outubro

Oceânico, dirigido por Guilherme Coelho (“Órfãos do Eldorado”) e protagonizado por Ana Carbatti (“A Herança”), fará sua estreia mundial nesta sexta (2) na 28ª edição do Festival do Rio. Selecionado para a Competição de Longas-metragens de Ficção da Première Brasil, o filme será exibido ao público pela primeira vez no Estação Claro Gávea, às 21h45, e ainda contará com uma sessão-debate e uma sessão reprise em 3 e 4 de outubro, respectivamente.

Uma mescla de drama familiar com thriller político, Oceânico acompanha os dilemas da neurocientista Adyr (Carbatti). Referência por seu trabalho de pesquisa em uma universidade pública, ela descobre na medicina psicodélica a chave para um tratamento promissor para a doença. Porém, diante do potencial de ganhos financeiros, Adyr se torna alvo de um grupo interessado em se apropriar de seu trabalho. Sem saber em quem confiar, a protagonista precisará lutar para proteger sua pesquisa, sua vida e a de seu filho. 

Idealizado inicialmente por Guilherme Coelho em conjunto com o escritor Michel Laub, o roteiro é assinado por ambos, ao lado de Marcelo Gomes, Mariana Jaspe, Vinícius Spanghero e Josefina Trotta. O longa é um projeto da Matizar Filmes (Mariana Ferraz e Guilherme Coelho), em coprodução com a Bubbles Project (Tatiana Leite) e a Cinema Inflamável (Karim Aïnouz) e produção associada da Tigresa e da Manny Films (França). 

Oceânico tem distribuição garantida nos cinemas brasileiros pela Filmes da Estação.

SERVIÇO

Première de Oceânico no Festival do Rio
Data: 02/10 (sexta-feira)
Horário: às 21h45Local: Estação Claro Gávea – salas 4 e 5
Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ

Sessão-especial com debate
Data: 03/10 (sábado) Horário: às 16h30Local: Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro
Endereço: Praça Floriano, 7 – Centro, Rio de Janeiro – RJ 

Sessão de reprise
Data: 04/10 (domingo) Horário: às 21h15Local: Cinesystem Belas Artes BotafogoEndereço: Praia de Botafogo, 316 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ

Fonte: assessoria de imprensa

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Cinema

MEL MAIA MERGULHA NOS SEGREDOS DO PASSADO EM ‘MEDLEY’, QUE GANHA CARTAZ ANTES DA ESTREIA NOS CINEMAS

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Atriz vive jovem nadadora no novo longa de Ana Luiza Azevedo, adaptação de um livro da escritora Keka Reis, que também assina o roteiro

O universo da adolescência volta a cruzar o caminho de Ana Luiza Azevedo em Medley, novo filme da cineasta, que estreia em 29 de outubro nos cinemas brasileiros pela Sessão Vitrine Petrobras, distribuído com a parceria da Riofilme, órgão que integra a Secretaria de Cultura da Prefeitura do Rio”. O reencontro da diretora gaúcha com o tema acontece mais de 15 anos depois de Antes que o Mundo Acabe, seu primeiro e premiado longa-metragem. Desta vez, ela traz Mel Maia no papel de Lola, uma jovem e talentosa nadadora que vive em conflito com a mãe e precisa mergulhar no próprio passado para lidar com um trauma familiar. O projeto é uma produção de Mara Lobão e Rodrigo Montenegro pela Panorâmica, produtora especializada em conteúdos para o público infanto-juvenil.

Um coming of age sobre superação e auto descoberta, a história de Medley se passa no interior do estado do Rio de Janeiro, nos anos 90. Na trama, é ali que os pais da protagonista se conheceram e onde estão algumas das pistas que ajudam a explicar segredos do passado da família. O filme é uma adaptação do livro Medley ou Os Dias em Que Aprendi a Voar, da escritora Keka Reis, nome de destaque da literatura infantojuvenil brasileira. A própria autora assina o roteiro, com consultoria de Carolina Kotscho. Inspirada na história pessoal de sua vida, Keka teve a ideia de escrever o livro depois que o projeto do filme avançou e entrou em desenvolvimento.

O filme foi selecionado para o LA FEMME International Film Festival 2026, um dos mais tradicionais festivais de cinema feminino do mundo, que acontecerá no mês de outubro em Los Angeles 

Como a personagem que interpreta, Mel também começou a carreira bem cedo. “Mel atua desde criança e tem uma sensibilidade incrível. É um talento que fala pelo olhar”, afirma a diretora. A atriz cresceu diante das câmeras e viveu papéis de destaque desde os primeiros trabalhos, como Rita, de Avenida Brasil. Sobre a experiência de viver Lola, Mel destaca o que aprendeu com a personagem: “A Lola me ensinou muita coisa. Me ensinou a ter mais dedicação, a encarar os medos e principalmente a lidar com os sentimentos mais difíceis”, conta.

O filme ainda traz no elenco Mariana Lima, André Ramiro e Leona Cavalli, além de Guthierry Sotero e Alana Cabral.

Antes da estreia comercial, o filme participa da Mostra Geração do Festival do Rio, com sessões nos dias 8 de outubro às 21h no Centro Cultural FGV, neste dia a sessão será apresentada pela diretora e equipe do filme. Também no dia 09 de outubro às 14h, com sessões abertas ao público nos cinemas Estação Claro Rio 5 e no Reserva Cultural Niterói 1. Os ingressos podem ser adquiridos na plataforma da Ingresso.com com previsão de início das vendas no dia 30 de setembro.

Fonte: assessoria de imprensa

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Cinema

LINKIN PARK: UNSHATTER CHEGA AOS CINEMAS BRASILEIROS NESTA QUARTA-FEIRA (30/09)

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Longa oferece ao público o olhar sobre a história pessoal de uma das bandas mais influentes da música contemporânea enquanto seus integrantes embarcam, juntos, em um novo capítulo de sua trajetória

LINKIN PARK: UNSHATTER, o novo documentário intimista dirigido pelo membro da banda Joe Hahn, chega aos cinemas de todo o mundo a partir desta quarta-feira, 30 de setembro. O longa oferece ao público o olhar sobre a história pessoal de uma das bandas mais influentes da música contemporânea enquanto seus integrantes embarcam, juntos, em um novo capítulo de sua trajetória.

Após o triunfante retorno da banda aos palcos globalmente, a obra acompanha a trajetória do Linkin Park ao longo da perda, da superação e da reinvenção criativa, culminando na explosiva era de From Zero e em apresentações ao vivo inesquecíveis realizadas em São Paulo.

Os ingressos já estão à venda no site: https://movieid.com/linkinparkunshatter

Mesclando imagens raras de arquivo, momentos espontâneos dos bastidores, sessões intimistas em estúdio e performances eletrizantes ao vivo, UNSHATTER acompanha Linkin Park desde as primeiras sessões de gravação, em 2022, até a criação de From Zero e seu retorno aos palcos ao redor do mundo.

Dirigido por Joe Hahn, o filme oferece uma visão sem precedentes do processo criativo da banda e os laços de amizade que a mantiveram unida ao longo dos anos, enquanto apresenta o próximo capítulo da história do Linkin Park, com as presenças marcantes de Emily Armstrong e Colin Brittain.

“UNSHATTER retrata um momento muito específico na história do Linkin Park e documenta uma trajetória marcada por perda, incerteza, amizade e reinvenção“, afirma Joe Hahn. “Espero que os fãs de longa data descubram aspectos da nossa jornada que nunca viram antes, e que aqueles que estão conhecendo nossa música agora possam compreender melhor como chegamos até aqui. Mas, para além do Linkin Park, espero que as pessoas se conectem com esta história como um relato sobre relacionamentos, resiliência e o que realmente é necessário para seguir em frente quando você não tem todas as respostas“.

Em sintonia com a estreia do filme nos cinemas, a trilha sonora oficial UNSHATTER (Live in São Paulo) foi lançada em 25 de setembro, reunindo performances marcantes de músicas que abrangem toda a trajetória da banda, incluindo gravações exclusivas que não aparecem no documentário. O álbum já está disponível aqui.

Fonte: assessoria de imprensa

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