Diferentemente dos anos anteriores, neste ano, o Globo de Ouro está marcado para acontecer no dia 28 de fevereiro, às 22 horas (horário de Brasília). A mudança do evento, que costuma acontecer nas primeiras semanas do ano, se deu em decorrência da pandemia. Apesar de faltar vários dias para acontecer, já é possível levantar teorias e fazer apostas sobre quem serão os vencedores da 78ª edição da premiação.
De acordo com as probabilidades divulgadas por uma casa de apostas britânica, há uma série de categorias voltadas ao cinema com resultados prováveis bastante claros. A exceção é a categoria “Melhor Atriz de Filme – Drama”, que traz um empate de probabilidades entre duas importantes atrizes que têm feito história no cinema nos últimos tempos. Confira:
Atores do cinema que têm mais chances de receber um Globo de Ouro em 2021
Melhor Atriz de Filme – Drama
De acordo com os odds calculados pela Sportingbet, as atrizes Viola Davis (A Voz Suprema do Blues) e Carey Mulligan (Bela vingança) dividem as chances de ganhar um Globo de Ouro na categoria de Melhor Atriz de Filme – Drama.
Melhor Ator de Filme – Drama
Diferentemente da categoria anterior, as probabilidades de quem deve ganhar o Globo de Ouro de Melhor Ator de Filme – Drama em 2021 são mais claras e apontam para Chadwick Boseman, que contracenou com Viola Davis em A Voz Suprema do Blues.
Melhor Atriz em Filme – Musical ou Comédia
Maria Bakalova (Borat: Fita de Cinema Seguinte) é apontada como a indicada com mais chances de receber o prêmio na categoria de Melhor Atriz em Filme – Musical ou Comédia.
Melhor Ator em Filme – Musical ou comédia
Já no grupo de atores indicados que atuaram em um filme musical ou comédia, Sacha Baron Cohen (Borat: Fita de Cinema Seguinte) é o ator com maior probabilidade de receber o prêmio. No entanto, o segundo mais provável é Lin-Manuel Miranda (Hamilton), que não tem suas chances muito atrás.
Melhor Atriz Coadjuvante
De acordo com o que indicam as probabilidades divulgadas pela empresa de apostas, Olivia Colman (Meu Pai) é a atriz com maior probabilidade de ser premiada na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.
Melhor Ator coadjuvante
Dentre os atores indicados na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, as probabilidades estão pendendo para Daniel Kaluuya (Judas e o Messias Negro). O segundo mais provável é Leslie Odom Jr. (Uma Noite em Miami), que não fica muito atrás do primeiro.
Vale lembrar que as probabilidades são calculadas de acordo com o nível de favoritismo e popularidade do indicado, além de outros fatores que podem aumentar ou diminuir as chances de receber um Globo de Ouro e não necessariamente correspondem aos resultados oficiais.
Com Sergio Guizé, Lian Gaia, Luís Melo e Helena Ignez no elenco, filme estreia nesta quinta-feira nos cinemas brasileiros
Se, como atriz, Djin Sganzerla deu vida a personagens provocativas e libertárias, como cineasta ela se dedica à investigação da experiência feminina. Depois de examinar a dualidade que habita cada mulher em seu longa de estreia, Mulher Oceano, a diretora abraça um debate profundamente atual em ECLIPSE, que chega aos cinemas brasileiros em 7 de maio, ao expor a violência silenciosa que se esconde em comportamentos tóxicos.
A obra estreia nesta quinta-feira nas seguintes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória, João Pessoa, Ribeirão Preto, Florianópolis, Maceió, Curitiba, Porto Alegre e Brasília. Enquanto Belo Horizonte, Salvador e Caxias do Sul recebem pré estreias especiais ainda nesta semana.
Produzido pela Mercúrio Produções, com co-distribuição da Pandora e patrocínio do BNDES e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, o longa nasceu após a cineasta tomar conhecimento de um caso real: o de uma mulher que descobriu que o próprio marido a difamava e ameaçava de morte em um fórum na internet. A partir desse ponto, Djin imaginou o encontro entre uma astrônoma grávida e sua meia-irmã de origem indígena — um encontro que destrava memórias reprimidas e expõe camadas ocultas de relações abusivas, no passado e no presente. Do choque entre ciência e ancestralidade, emerge uma jornada marcada por intuição, investigação e transformação.
Protagonizado pela própria diretora, atriz com mais de duas décadas de carreira, o filme reúne ainda nomes conhecidos do público, como Sergio Guizé, que recentemente estrelou a novela Êta Mundo Melhor!, e Lian Gaia, da série DOM e da novela Vai na Fé. ECLIPSE conta também com presenças fundamentais do cinema brasileiro, como Luís Melo, Selma Egrei, Clarisse Abujamra, Gilda Nomacce e a icônica Helena Ignez, mãe da diretora e uma das artistas mais revolucionárias do país.
“Ao tratar da relação entre mulheres e do convívio entre pessoas de diferentes origens, o filme Eclipse reflete questões essenciais para o Brasil de hoje. O BNDES tem um compromisso permanente com diversidade e se alegra de apoiar produções com narrativas que refletem a pluralidade do Brasil”, comenta Marina Moreira Gama, superintendente da Área de Relacionamento, Marketing e Cultura do BNDES.
O filme teve estreia mundial na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em outubro passado, e seguiu para o San Diego Latino Film Festival, nos Estados Unidos, e o İstanbul International Spring Film Festival, na Turquia. Agora, ao chegar ao circuito comercial, ECLIPSE convida um público mais amplo a refletir sobre como a violência contra a mulher — tão presente no noticiário — pode nascer de forma silenciosa em relações marcadas pela intimidade e pela confiança.
SINOPSE Grávida, a astrônoma Cleo é surpreendida pela chegada de Nalu, sua meia-irmã de origem indígena. A convivência entre as duas reacende memórias perturbadoras e as conduz a uma jornada humana surpreendente, que as leva a camadas sombrias da deep web.
SOBRE DJIN SGANZERLA Djin Sganzerla é diretora, atriz, roteirista e produtora de cinema. Iniciou sua carreira como atriz, trabalhando com alguns dos mais respeitados cineastas do país e recebendo diversos prêmios, entre eles o APCA de Melhor Atriz de Cinema. Roteirizou, dirigiu e atuou em “Mulher Oceano” (2020), seu primeiro longa-metragem como diretora, filmado no Japão e no Rio de Janeiro. O filme recebeu 15 prêmios nacionais e internacionais, incluindo três de Melhor Filme e três de Melhor Direção, e foi exibido nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia. Mulher Oceano teve lançamento comercial no Brasil e em Portugal. Pelo filme, Djin foi indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria Melhor Primeira Direção e ao Prêmio da Associação Brasileira de Autores Roteiristas – ABRA, pelo roteiro. Em 2022, dirigiu e roteirizou, ao lado de André Guerreiro Lopes, o curta-metragem Antes do Amanhã. A obra recebeu o Prêmio Especial do Júri e o Prêmio de Melhor Fotografia, sendo exibida em festivais como o 33º Festival Internacional de Curtas de São Paulo e o Beijing International Short Film Festival. É sócia da Mercúrio Produções, produtora fundada em 2001, com mais de 30 longas-metragens em seu currículo. Djin é filha dos cineastas Rogério Sganzerla e Helena Ignez. Eclipse é seu segundo longa-metragem como diretora, filmado em São Paulo e no Pantanal.
SOBRE A MERCÚRIO PRODUÇÕES Fundada em 2001 por Helena Ignez, Djin Sganzerla e Sinai Sganzerla, a Mercúrio Produções tem mais de trinta filmes em sua trajetória cinematográfica.Além das produções audiovisuais realizadas por suas fundadoras, é responsável por toda a obra cinematográfica do cineasta Rogério Sganzerla. Entre alguns dos filmes da produtora estão: “A Mulher de Todos” (1969), restaurado em 2025 em 4K; “Documentário” (1966) primeiro curta-metragem de Rogério e o longa-metragem “Abismu” (1977), exibidos em 2023 no 76° Festival de Locarno, Suíça, na sessão dedicada aos mestres do cinema mundial Histoire(s) du Cinéma; “Praia da Saudade” (2024), narração de Sonia Guajajara e Sidarta Ribeiro, lançado nos cinemas e exibido em festivais; “A Alegria é a Prova dos Nove” (2023), com Ney Matogrosso no elenco, estreou na Mostra Tiradentes, exibido na Alemanha no 40th Filmfest München e outros festivais, “Mulher Oceano” (2020), vencedor de quinze prêmios, entre eles Melhor Filme no Porto Femme International Film Festival, Portugal, lançado comercialmente no Brasil e em Portugal; “A Mulher da Luz Própria” (2019) exibido no 41º Festival Internacional de Havana, Cuba, SANFIC 16 – Santiago International Film Festival, entre outros festivais e premiações; “O Desmonte do Monte”, exibido em competição no 31º Cinélatino, Rencontres de Toulouse na França, sendo o único documentário brasileiro em competição; “Luz Nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha” (2012) com Ney Matogrosso no papel principal, na competição principal do Festival de Cinema de Locarno, Suíça; “Copacabana Mon Amour” (1970, restaurado em 2013); “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), considerado pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade, eleito pela Wellington Film Society, na Nova Zelândia, como um dos melhores filmes realizados no século 20. Continua sendo exibido em inúmeros festivais internacionais e mostras na Europa, Ásia e EUA, como também em importantes museus como Tate Modern em Londres e no MOMA, em Nova York. Entre outros filmes.
SOBRE O BNDES Ao longo de sua história, o BNDES tem sido parceiro da Cultura e, em especial, do setor audiovisual brasileiro. De 1995 até 2017, o Banco apoiou mais de 400 obras audiovisuais por editais de seleção, com aportes da ordem de R$ 600 milhões, em valores atualizados. Em 2025, o BNDES retomou esse tipo de apoio ao setor, com um edital que contemplou 25 longas-metragens a serem lançadas em 2026, abrangendo variados perfis de produções, como documentários, obras voltadas a grandes públicos, animações, filmes que se destacam entre a crítica, e longas-metragens selecionados em festivais.
Com distribuição da California Filmes, o longa conta uma história emocionante sobre amor materno
ERA UMA VEZ MINHA MÃE, o novo lançamento da California Filmes, chega aos cinemas de Niterói, Brasília, Vitória, São Paulo, Porto Alegre e Curitiba nesta quinta-feira, 07 de maio. O filme é baseado na autobiografia do advogado francês Roland Perez, que nasceu com uma deficiência que o impedia de andar. A obra faz uma homenagem à sua mãe, Esther, que fez de tudo para garantir que ele tivesse um futuro brilhante mesmo diante das adversidades.
O longa atravessa décadas na vida de mãe e filho, relatando suas conquistas e dificuldades a partir de uma visão íntima e acolhedora. Fruto de uma coprodução entre França e Canadá, o longa é dirigido por Ken Scott, conhecido pelos sucessos Meus 533 Filhos e De Repente Pai.
Esther é vivida pela atriz Leïla Bekhti, conhecida por filmes como O Profeta e A Famosa Invasão dos Ursos na Sicília, que foi indicada por sua performance ao César de melhor atriz. Roland é interpretado por vários atores, que o representam nas diferentes fases de sua vida, com destaque para Jonathan Cohen, de Amanda e Enorme, que o vive em sua idade adulta. O elenco ainda tem no elenco Joséphine Japy, Lionel Dray, Jeanne Balibar e o jovem Milo Machado-Graner, de Anatomia de uma Queda.
O trabalho meticuloso de reconstituição de época garantiu ao filme uma segunda indicação ao César, na categoria de direção de arte. A cantora Sylvie Vartan, figura recorrente na vida de Roland, também faz uma participação especial, interpretando a si mesma.
Confira o trailer abaixo:
SINOPSE Em 1963, Esther dá à luz Roland, que nasce com pé torto e não consegue andar. Contra a opinião de todos, ela lhe promete uma vida normal e maravilhosa — e passa a vida inteira tentando cumprir essa promessa. Ao longo dessa trajetória, Roland realiza seus sonhos com o apoio da mãe e tendo a cantora Sylvie Vartan como presença constante em sua vida. Uma história real sobre um destino extraordinário e o amor incondicional entre mãe e filho.
O DIRETOR O cineasta canadense Ken Scott construiu sua carreira entre o roteiro e a direção, com destaque para comédias de grande alcance. Como roteirista, assinou títulos como Seducing Doctor Lewis (2003) e Guide de la Petite Vengeance (2006), além de Maurice Richard (2006), dirigido por Charles Binamé.
Estreou na direção com Les Doigts Croches (2009) e alcançou projeção internacional com Starbuck (2011), maior sucesso de bilheteria do Canadá naquele ano. O filme foi vendido para mais de 100 países, premiado em festivais como Santa Barbara, Palm Springs e Alpe d’Huez, e ganhou remakes como o francês Fonzy e o americano Delivery Man, também dirigido por Scott, marcando sua entrada em Hollywood.
A ansiedade dos fãs de cultura pop já tem data para aumentar: a organização da CCXP 2026 confirmou que a venda de ingressos para a edição de 2026 começa em junho. O evento, considerado um dos maiores festivais geek do mundo, acontece entre os dias 3 e 6 de dezembro, no São Paulo Expo, em São Paulo. As vendas dos ingressos já tem data: estarão disponíveis no site no dia 10 de junho, a partir das 12h. Mas quem foi de Epic Pass em 2025, conseguirá marcar presença a partir do dia 09 de junho às 10h. Também há uma novidade, o Ingresso coringa neste ano, que funciona como uma opção flexível para quem quer garantir presença no evento sem escolher imediatamente os dias específicos da visita.
A expectativa para a nova edição já domina as redes sociais, especialmente entre os fãs que aguardam os primeiros lotes para garantir presença no festival antes do aumento de preços. Todos os anos, a abertura das vendas movimenta comunidades de cinema, games, HQs, anime e cosplay, criando uma verdadeira corrida virtual por ingressos.
Além do tradicional auditório com painéis de grandes estúdios, a edição de 2026 promete ampliar ainda mais as experiências imersivas e interativas que se tornaram marca registrada da CCXP. Rumores sobre ativações envolvendo inteligência artificial, realidade aumentada e experiências inspiradas em franquias famosas já aumentam o hype entre o público.
Outro ponto que mantém os fãs atentos são os futuros anúncios de convidados internacionais. Em anos anteriores, o evento recebeu estrelas de Hollywood, criadores de séries, dubladores, quadrinistas e nomes importantes da indústria dos games, transformando a convenção em um dos eventos mais comentados do calendário pop mundial.
A área de cosplay também deve continuar como um dos principais destaques, reunindo produções cada vez mais elaboradas e performances que viralizam nas redes durante o evento. Já o Artists’ Valley segue como espaço essencial para artistas independentes e grandes nomes dos quadrinhos nacionais e internacionais.
Com a confirmação das vendas em junho, a CCXP 2026 oficialmente entra no radar dos fãs e tudo indica que a próxima edição será uma das mais disputadas dos últimos anos.