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WOLF HOWL HARMONY fará sua estreia no Brasil com duas apresentações no Anime Friends 2026

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Grupo japonês do EXILE TRIBE vem chamando atenção por combinar J-pop, R&B e influências brasileiras em uma identidade musical única e global.

Com mais de 65 milhões de streams acumulados desde sua estreia, o quarteto WOLF HOWL HARMONY, do EXILE TRIBE, está confirmado para suas primeiras apresentações no Brasil durante o Anime Friends 2026, que acontece de 2 a 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo. 

Antes mesmo de sua estreia oficial no país, o grupo vocal e de rap japonês WOLF HOWL HARMONY já vinha despertando o interesse do público brasileiro por motivos que vão além de sua participação no festival. 

Influências musicais brasileiras, letras em português e as raízes brasileiras do integrante GHEE contribuíram para criar uma conexão única entre o quarteto e o Brasil, refletida tanto em sua música quanto em suas redes sociais. 

Formado por RYOJI, SUZUKI, GHEE e HIROTO, e integrante do EXILE TRIBE sob a LDH JAPAN, o WOLF HOWL HARMONY fez sua estreia oficial após participar do grande projeto de audições “iCON Z ~Dreams For Children~”, que reuniu cerca de 48 mil participantes em todo o Japão. 

Desde o debut, o grupo tem se destacado por unir R&B, hip-hop, pop e música dançante em um som moderno, marcado por fortes harmonias vocais e performances cheias de energia. 

O quarteto também vem conquistando cada vez mais visibilidade internacional em plataformas como TikTok e Instagram, onde músicas como “Gachi Funk” e “BAKUON -爆音-” ganharam popularidade.

“Gachi Funk” combina performances energéticas com trechos em português e referências visuais à cultura brasileira ao longo do videoclipe, tornando-se um dos lançamentos mais marcantes do grupo. 

Já “BAKUON -爆音-” incorpora ritmos fortemente inspirados no funk brasileiro, evidenciando o lado experimental e intenso do grupo ao mesclar o pop japonês com influências musicais do Brasil. 

Uma das conexões mais fortes entre o WOLF HOWL HARMONY e o Brasil está no integrante GHEE, cujo nome verdadeiro é Guilherme. Com ascendência brasileira, ele passou parte da infância vivendo no Brasil, fala português e frequentemente compartilha sua ligação com a cultura brasileira com os fãs. GHEE também participou da composição da letra de “Gachi Funk”, uma das músicas mais comentadas do grupo entre os fãs internacionais. 

Para quem está conhecendo o WOLF HOWL HARMONY pela primeira vez, algumas faixas representam bem a identidade musical e a diversidade de influências do grupo. 

“Marmalade” destaca os vocais e as harmonias características do quarteto, revelando um lado mais suave e emocional. 

Enquanto isso, “Bossa Bosa” faz uma referência divertida ao termo “bossa nova” tanto no título quanto na atmosfera musical, adicionando mais um elemento inspirado no Brasil à discografia do grupo. 

Desde o debut com “Sweet Rain”, o WOLF HOWL HARMONY segue ampliando sua presença no Japão e no cenário internacional. Em 2025, o grupo venceu o prêmio de Melhor Boy Group no Asia Top Awards, realizado na Tailândia, enquanto o EP “tera”, lançado em março, estreou em primeiro lugar no Oricon Daily Album Ranking. 

Suas apresentações acontecerão no primeiro e no último dia do Anime Friends, no palco musical do festival, realizado entre 2 e 5 de julho no Distrito Anhembi, em São Paulo. Inicialmente, o grupo se apresentaria apenas no dia 5 de julho, mas, devido à grande repercussão após o anúncio do line-up, uma apresentação extra foi adicionada para o dia 2 de julho em resposta à alta demanda. Considerado um dos maiores festivais de cultura pop asiática da América Latina, o Anime Friends reúne anualmente fãs de música, anime, cultura japonesa, cosplay e entretenimento asiático por meio de uma programação com atrações nacionais e internacionais. 

A participação do WOLF HOWL HARMONY reforça ainda mais a crescente presença do grupo fora do Japão e aproxima o quarteto do público latino-americano, especialmente dos fãs brasileiros, que demonstram grande entusiasmo e apoio ao grupo.

Os ingressos para o Anime Friends 2026 já estão disponíveis pela Ticket360

Fonte: assessoria de imprensa

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Por que os clássicos do rock continuam dominando o streaming e conquistando novas gerações?

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O rock não morreu: por que os clássicos continuam dominando o streaming?

Músicas de Queen, Bon Jovi, Guns N’ Roses e outros gigantes do gênero seguem conquistando novas gerações — e os números mostram que a nostalgia está longe de perder força

Se depender do streaming, o rock definitivamente não pretende deixar o passado para trás. Segundo o relatório semestral de 2026 da Luminate, 75% do consumo de rock nos Estados Unidos vem do chamado “deep catalog”, que reúne músicas lançadas há mais de cinco anos. O número cresceu cinco pontos percentuais em relação ao ano anterior.

Mas afinal, por que músicas que nasceram há décadas continuam tão presentes nas playlists — inclusive entre quem nem era nascido quando elas foram lançadas?

Queen, Bon Jovi, Guns N’ Roses, Aerosmith, Bryan Adams e Led Zeppelin são alguns dos nomes que continuam atravessando gerações. Com o streaming e as redes sociais, seus maiores sucessos ganharam uma espécie de segunda vida, aparecendo em playlists, vídeos, filmes, séries e sendo descobertos por públicos cada vez mais jovens.

Do vinil ao streaming: os clássicos ganharam uma nova vida

Se antes descobrir uma música antiga dependia de discos, rádio ou da indicação de alguém da família, hoje basta uma playlist ou um vídeo nas redes sociais para uma canção de décadas atrás voltar aos holofotes.

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Há exatos 53 anos, nascia no Bronx a cultura Hip-Hop

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11 de agosto de 1973. Bronx, Nova York. Uma festa em um prédio residencial de uma região marcada por dificuldades sociais e econômicas acabaria entrando para a história como um dos momentos mais importantes da cultura popular mundial. Há exatos 53 anos, o DJ Kool Herc organizava uma festa no número 1520 da Sedgwick Avenue, evento que é considerado o marco simbólico do nascimento da cultura Hip-Hop.

Naquela noite, Clive Campbell, conhecido como DJ Kool Herc, utilizou dois toca-discos para prolongar os chamados breaks — trechos instrumentais das músicas em que a bateria ganhava destaque. A técnica chamou a atenção dos dançarinos, que passaram a desenvolver movimentos cada vez mais elaborados durante esses momentos. Assim, começaram a surgir elementos que posteriormente seriam fundamentais para a cultura Hip-Hop.

O Hip-Hop, porém, não nasceu apenas da música. Ele se desenvolveu como uma cultura formada por diferentes expressões artísticas e sociais. Entre seus principais elementos estão o DJing, ligado aos DJs e à manipulação dos discos; o MCing, que deu origem ao rap; o breaking, representado pela dança; e o graffiti, que levou a expressão artística para os muros e espaços urbanos.

O contexto do Bronx foi fundamental para o desenvolvimento desse movimento. Durante as décadas de 1960 e 1970, o bairro enfrentava problemas como pobreza, abandono urbano, violência e falta de oportunidades para muitos jovens. Nesse cenário, festas de rua, encontros comunitários e manifestações artísticas se tornaram espaços de convivência e expressão.

Depois daquela festa de 1973, a cultura Hip-Hop começou a se espalhar pelo Bronx e por outras regiões de Nova York. DJs como Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash ajudaram a desenvolver e popularizar novas técnicas, enquanto MCs passaram a utilizar rimas para animar as festas e contar histórias sobre a realidade das comunidades.

Com o passar dos anos, o Hip-Hop ultrapassou as fronteiras de Nova York e se transformou em um fenômeno mundial. O rap passou a ocupar rádios, televisões e grandes palcos, enquanto o breaking, o graffiti e a cultura dos DJs também conquistaram novos públicos.

No Brasil, o movimento encontrou terreno fértil principalmente entre os jovens das periferias. A cultura Hip-Hop ganhou força nas décadas de 1980 e 1990, dando origem a artistas, grupos e movimentos que passaram a utilizar o rap, a dança e o graffiti como formas de expressão, crítica social e afirmação cultural.

Mais de cinco décadas depois, o Hip-Hop continua se reinventando. O que começou em uma festa no Bronx tornou-se uma das manifestações culturais mais influentes do mundo, atravessando gerações, países e estilos musicais.

Neste 11 de agosto de 2026, o mundo celebra os 53 anos daquele momento histórico no Bronx. Mais do que o aniversário de um gênero musical, a data representa o nascimento de uma cultura que transformou música, dança, arte, moda e, principalmente, a maneira como milhões de pessoas encontraram uma voz para contar suas próprias histórias.

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Canto Cego apresenta “Odiar o Fim”: um manifesto cyberpunk sobre um mundo em colapso e a urgência de imaginar novos futuros

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Em julho deste ano, a Canto Cego inicia uma nova fase com o lançamento de “Odiar o Fim”, seu novo álbum dividido em três partes. A primeira etapa chega com cinco faixas que mergulham em uma atmosfera cyberpunk, atravessada por guitarras bem distorcidas, baixo presente e o rock visceral de costume do grupo. O disco nasce de uma provocação ao que significa “odiar”. A partir do jogo entre as palavras “odiar” e “adiar”, a banda cria um diálogo com a reflexão do pensador indígena Ailton Krenak em “Ideias para adiar o fim do mundo”, onde se entende que podemos sobreviver a um destino inevitável ou juntar forças para buscar saídas. “Odiar o Fim” retrata um mundo em estado de ruptura — um planeta ameaçado, futuros sequestrados pela tecnologia, desigualdades ampliadas e estruturas de poder colonialistas. Mas, ao mesmo tempo, o álbum traduz um desejo de resistência através da força que nasce da indignação e da vontade de transformar.

  1. Revolta Analógica
  2. 2. Os Muros
  3. 3. Odiar o Fim
  4. 4. Paraquedas
  5. 5. Margem

A primeira faixa, “Revolta Analógica”, abre o disco como um manifesto de desobediência em uma realidade dominada por respostas automáticas. Com uma melodia hipnotizante e ao mesmo tempo explosiva, a música questiona um mundo cada vez mais programado, onde resistir também significa recuperar a capacidade de escolher. “Os Muros” traz uma poesia sobre fronteiras físicas e simbólicas. A faixa observa um planeta cercado por divisões e conflitos, revelando a imponência dos senhores da guerra e daqueles que constroem muros como promessa de proteção, mas que escalam ainda mais a violência. A faixa-título “Odiar o Fim” é o centro conceitual do álbum. Com guitarras influenciadas pelo new metal e uma sonoridade pesada, a música fala sobre um futuro perdido para as máquinas, sobre a sensação de ter a própria história sequestrada por sistemas que parecem maiores que nós.

O ódio aqui transcende a destruição e também se torna combustível para sair da paralisia, buscar o sentimento que aciona o desejo de mudança. Em “Paraquedas”, a banda apresenta uma metáfora sobre queda e sobrevivência. Com um tom sarcástico e ao mesmo tempo afetivo, a música mistura uma conversa íntima com uma pessoa amada e a imagem de um mundo marcado pela escassez, pela concentração de riqueza e pelo poder dos bilionários. Encerrando a primeira parte do álbum, “Margem” traz uma atmosfera mais contemplativa. A faixa imagina um mundo em que as águas avançam e a natureza conduz a humanidade para outra margem. Entre a ameaça e a esperança, a música encontra beleza na possibilidade de transformação. “Odiar o Fim” reafirma a identidade da Canto Cego: uma banda que une peso, poesia e reflexão social em uma sonoridade urgente. O álbum chega acompanhado de uma turnê pelo projeto Sesc Pulsar, passando por quatro cidades do estado do Rio de Janeiro, e a banda também será uma das atrações do Espaço Favela no Rock in Rio 2026, no dia dedicado ao metal. Mais do que um álbum sobre o fim, “Odiar o Fim” é um chamado para reagir a um mundo em colapso.

Fonte: assessoria de imprensa

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