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Telecine e WC no Beat lançam feat junto com desafio coreografado por Pablinho Fantástico

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Esse ano os blocos de rua e os desfiles das escolas de samba foram substituídos pelo entretenimento dentro de casa. Além de oferecer mais de dois mil títulos em seu catálogo para maratonar, o Telecine lançou um funk com o produtor musical capixaba conhecido como Wc no Beat acompanhado do desafio #ChamaNoMomentoCinema, que tem coreografia assinada pelo dançarino carioca Pablinho Fantástico e os integrantes do grupo @ozcrias. Para quem não dispensa um momento cinema e também curte se arriscar no passinho, é só aprender a coreografia no TikTok do Telecine e postar nas redes sociais usando a hashtag.

“Foi uma satisfação imensa fazer parte do projeto, que é diferente do que eu faço como DJ e produtor. Foi a primeira vez que tive a oportunidade de cantar”, conta WC no Beat que, além da estreia como cantor, ainda revelou ter o sonho de atuar e ser fã dos filmes de comédia.

Pablinho Fantástico confessou assistir aos canais da marca desde criança e indicou o Telecine Pipoca como o seu preferido por trazer referências a sua infância. Sobre a parceria, afirmou: “Foi uma honra receber esse convite do Telecine e poder representar a cultura da favela e do funk no universo do cinema”.

Dance com Dona Hermínia (Paulo Gustavo) em Minha Mãe É Uma Peça, Driss (Omar Sy) em Intocáveis, Mia (Emma Stone) em La La Land – Cantando Estações e as araras-azuis Blu e Jade na animação Rio; todos disponíveis no streaming do Telecine, hub de cinema mais completo do país com mais de dois mil títulos em seu catálogo. Os primeiros 30 dias de acesso ao aplicativo de filmes são gratuitos para novos usuários.

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Por que os clássicos do rock continuam dominando o streaming e conquistando novas gerações?

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O rock não morreu: por que os clássicos continuam dominando o streaming?

Músicas de Queen, Bon Jovi, Guns N’ Roses e outros gigantes do gênero seguem conquistando novas gerações — e os números mostram que a nostalgia está longe de perder força

Se depender do streaming, o rock definitivamente não pretende deixar o passado para trás. Segundo o relatório semestral de 2026 da Luminate, 75% do consumo de rock nos Estados Unidos vem do chamado “deep catalog”, que reúne músicas lançadas há mais de cinco anos. O número cresceu cinco pontos percentuais em relação ao ano anterior.

Mas afinal, por que músicas que nasceram há décadas continuam tão presentes nas playlists — inclusive entre quem nem era nascido quando elas foram lançadas?

Queen, Bon Jovi, Guns N’ Roses, Aerosmith, Bryan Adams e Led Zeppelin são alguns dos nomes que continuam atravessando gerações. Com o streaming e as redes sociais, seus maiores sucessos ganharam uma espécie de segunda vida, aparecendo em playlists, vídeos, filmes, séries e sendo descobertos por públicos cada vez mais jovens.

Do vinil ao streaming: os clássicos ganharam uma nova vida

Se antes descobrir uma música antiga dependia de discos, rádio ou da indicação de alguém da família, hoje basta uma playlist ou um vídeo nas redes sociais para uma canção de décadas atrás voltar aos holofotes.

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Há exatos 53 anos, nascia no Bronx a cultura Hip-Hop

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11 de agosto de 1973. Bronx, Nova York. Uma festa em um prédio residencial de uma região marcada por dificuldades sociais e econômicas acabaria entrando para a história como um dos momentos mais importantes da cultura popular mundial. Há exatos 53 anos, o DJ Kool Herc organizava uma festa no número 1520 da Sedgwick Avenue, evento que é considerado o marco simbólico do nascimento da cultura Hip-Hop.

Naquela noite, Clive Campbell, conhecido como DJ Kool Herc, utilizou dois toca-discos para prolongar os chamados breaks — trechos instrumentais das músicas em que a bateria ganhava destaque. A técnica chamou a atenção dos dançarinos, que passaram a desenvolver movimentos cada vez mais elaborados durante esses momentos. Assim, começaram a surgir elementos que posteriormente seriam fundamentais para a cultura Hip-Hop.

O Hip-Hop, porém, não nasceu apenas da música. Ele se desenvolveu como uma cultura formada por diferentes expressões artísticas e sociais. Entre seus principais elementos estão o DJing, ligado aos DJs e à manipulação dos discos; o MCing, que deu origem ao rap; o breaking, representado pela dança; e o graffiti, que levou a expressão artística para os muros e espaços urbanos.

O contexto do Bronx foi fundamental para o desenvolvimento desse movimento. Durante as décadas de 1960 e 1970, o bairro enfrentava problemas como pobreza, abandono urbano, violência e falta de oportunidades para muitos jovens. Nesse cenário, festas de rua, encontros comunitários e manifestações artísticas se tornaram espaços de convivência e expressão.

Depois daquela festa de 1973, a cultura Hip-Hop começou a se espalhar pelo Bronx e por outras regiões de Nova York. DJs como Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash ajudaram a desenvolver e popularizar novas técnicas, enquanto MCs passaram a utilizar rimas para animar as festas e contar histórias sobre a realidade das comunidades.

Com o passar dos anos, o Hip-Hop ultrapassou as fronteiras de Nova York e se transformou em um fenômeno mundial. O rap passou a ocupar rádios, televisões e grandes palcos, enquanto o breaking, o graffiti e a cultura dos DJs também conquistaram novos públicos.

No Brasil, o movimento encontrou terreno fértil principalmente entre os jovens das periferias. A cultura Hip-Hop ganhou força nas décadas de 1980 e 1990, dando origem a artistas, grupos e movimentos que passaram a utilizar o rap, a dança e o graffiti como formas de expressão, crítica social e afirmação cultural.

Mais de cinco décadas depois, o Hip-Hop continua se reinventando. O que começou em uma festa no Bronx tornou-se uma das manifestações culturais mais influentes do mundo, atravessando gerações, países e estilos musicais.

Neste 11 de agosto de 2026, o mundo celebra os 53 anos daquele momento histórico no Bronx. Mais do que o aniversário de um gênero musical, a data representa o nascimento de uma cultura que transformou música, dança, arte, moda e, principalmente, a maneira como milhões de pessoas encontraram uma voz para contar suas próprias histórias.

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Canto Cego apresenta “Odiar o Fim”: um manifesto cyberpunk sobre um mundo em colapso e a urgência de imaginar novos futuros

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Em julho deste ano, a Canto Cego inicia uma nova fase com o lançamento de “Odiar o Fim”, seu novo álbum dividido em três partes. A primeira etapa chega com cinco faixas que mergulham em uma atmosfera cyberpunk, atravessada por guitarras bem distorcidas, baixo presente e o rock visceral de costume do grupo. O disco nasce de uma provocação ao que significa “odiar”. A partir do jogo entre as palavras “odiar” e “adiar”, a banda cria um diálogo com a reflexão do pensador indígena Ailton Krenak em “Ideias para adiar o fim do mundo”, onde se entende que podemos sobreviver a um destino inevitável ou juntar forças para buscar saídas. “Odiar o Fim” retrata um mundo em estado de ruptura — um planeta ameaçado, futuros sequestrados pela tecnologia, desigualdades ampliadas e estruturas de poder colonialistas. Mas, ao mesmo tempo, o álbum traduz um desejo de resistência através da força que nasce da indignação e da vontade de transformar.

  1. Revolta Analógica
  2. 2. Os Muros
  3. 3. Odiar o Fim
  4. 4. Paraquedas
  5. 5. Margem

A primeira faixa, “Revolta Analógica”, abre o disco como um manifesto de desobediência em uma realidade dominada por respostas automáticas. Com uma melodia hipnotizante e ao mesmo tempo explosiva, a música questiona um mundo cada vez mais programado, onde resistir também significa recuperar a capacidade de escolher. “Os Muros” traz uma poesia sobre fronteiras físicas e simbólicas. A faixa observa um planeta cercado por divisões e conflitos, revelando a imponência dos senhores da guerra e daqueles que constroem muros como promessa de proteção, mas que escalam ainda mais a violência. A faixa-título “Odiar o Fim” é o centro conceitual do álbum. Com guitarras influenciadas pelo new metal e uma sonoridade pesada, a música fala sobre um futuro perdido para as máquinas, sobre a sensação de ter a própria história sequestrada por sistemas que parecem maiores que nós.

O ódio aqui transcende a destruição e também se torna combustível para sair da paralisia, buscar o sentimento que aciona o desejo de mudança. Em “Paraquedas”, a banda apresenta uma metáfora sobre queda e sobrevivência. Com um tom sarcástico e ao mesmo tempo afetivo, a música mistura uma conversa íntima com uma pessoa amada e a imagem de um mundo marcado pela escassez, pela concentração de riqueza e pelo poder dos bilionários. Encerrando a primeira parte do álbum, “Margem” traz uma atmosfera mais contemplativa. A faixa imagina um mundo em que as águas avançam e a natureza conduz a humanidade para outra margem. Entre a ameaça e a esperança, a música encontra beleza na possibilidade de transformação. “Odiar o Fim” reafirma a identidade da Canto Cego: uma banda que une peso, poesia e reflexão social em uma sonoridade urgente. O álbum chega acompanhado de uma turnê pelo projeto Sesc Pulsar, passando por quatro cidades do estado do Rio de Janeiro, e a banda também será uma das atrações do Espaço Favela no Rock in Rio 2026, no dia dedicado ao metal. Mais do que um álbum sobre o fim, “Odiar o Fim” é um chamado para reagir a um mundo em colapso.

Fonte: assessoria de imprensa

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