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Canto Cego apresenta “Odiar o Fim”: um manifesto cyberpunk sobre um mundo em colapso e a urgência de imaginar novos futuros

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Em julho deste ano, a Canto Cego inicia uma nova fase com o lançamento de “Odiar o Fim”, seu novo álbum dividido em três partes. A primeira etapa chega com cinco faixas que mergulham em uma atmosfera cyberpunk, atravessada por guitarras bem distorcidas, baixo presente e o rock visceral de costume do grupo. O disco nasce de uma provocação ao que significa “odiar”. A partir do jogo entre as palavras “odiar” e “adiar”, a banda cria um diálogo com a reflexão do pensador indígena Ailton Krenak em “Ideias para adiar o fim do mundo”, onde se entende que podemos sobreviver a um destino inevitável ou juntar forças para buscar saídas. “Odiar o Fim” retrata um mundo em estado de ruptura — um planeta ameaçado, futuros sequestrados pela tecnologia, desigualdades ampliadas e estruturas de poder colonialistas. Mas, ao mesmo tempo, o álbum traduz um desejo de resistência através da força que nasce da indignação e da vontade de transformar.

  1. Revolta Analógica
  2. 2. Os Muros
  3. 3. Odiar o Fim
  4. 4. Paraquedas
  5. 5. Margem

A primeira faixa, “Revolta Analógica”, abre o disco como um manifesto de desobediência em uma realidade dominada por respostas automáticas. Com uma melodia hipnotizante e ao mesmo tempo explosiva, a música questiona um mundo cada vez mais programado, onde resistir também significa recuperar a capacidade de escolher. “Os Muros” traz uma poesia sobre fronteiras físicas e simbólicas. A faixa observa um planeta cercado por divisões e conflitos, revelando a imponência dos senhores da guerra e daqueles que constroem muros como promessa de proteção, mas que escalam ainda mais a violência. A faixa-título “Odiar o Fim” é o centro conceitual do álbum. Com guitarras influenciadas pelo new metal e uma sonoridade pesada, a música fala sobre um futuro perdido para as máquinas, sobre a sensação de ter a própria história sequestrada por sistemas que parecem maiores que nós.

O ódio aqui transcende a destruição e também se torna combustível para sair da paralisia, buscar o sentimento que aciona o desejo de mudança. Em “Paraquedas”, a banda apresenta uma metáfora sobre queda e sobrevivência. Com um tom sarcástico e ao mesmo tempo afetivo, a música mistura uma conversa íntima com uma pessoa amada e a imagem de um mundo marcado pela escassez, pela concentração de riqueza e pelo poder dos bilionários. Encerrando a primeira parte do álbum, “Margem” traz uma atmosfera mais contemplativa. A faixa imagina um mundo em que as águas avançam e a natureza conduz a humanidade para outra margem. Entre a ameaça e a esperança, a música encontra beleza na possibilidade de transformação. “Odiar o Fim” reafirma a identidade da Canto Cego: uma banda que une peso, poesia e reflexão social em uma sonoridade urgente. O álbum chega acompanhado de uma turnê pelo projeto Sesc Pulsar, passando por quatro cidades do estado do Rio de Janeiro, e a banda também será uma das atrações do Espaço Favela no Rock in Rio 2026, no dia dedicado ao metal. Mais do que um álbum sobre o fim, “Odiar o Fim” é um chamado para reagir a um mundo em colapso.

Fonte: assessoria de imprensa

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City Pop e frustração amorosa inspiram Samuel Amaro no videoclipe de “Eu Ia”

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City pop dos anos 80, estética vintage e a birra de quem esconde o que sente. É com essa atmosfera nostálgica que o paranaense Samuel Amaro apresenta o videoclipe de “Eu Ia”, o primeiro desdobramento visual de seu álbum de estreia, “Músicas Surpreendentemente Comuns, Melancólicas e Feitas Para Dormir”. Entre o medo da vulnerabilidade e o desejo de conexão, a produção audiovisual transforma o desencontro cotidiano em crônica visual.

Filmado em Maringá (PR), o registro visual evoca a estética de handycams e câmeras analógicas, buscando o equilíbrio entre o frescor retrô da música japonesa e o vigor do indie contemporâneo. Assinado pela Bolinha de Gude Produções, sob direção e edição de Lírica Aragão e Pietro Saura, o clipe acompanha o protagonista em três tentativas paralelas de se aproximar do par romântico, sendo que em todas elas o receio de se expor o impede de dizer o que sente.

No roteiro, a implicância funciona como um mecanismo de defesa que mascara, e ao mesmo tempo entrega, a vontade de estar junto. Ao detalhar a construção dessa narrativa em cena e a escolha da estética visual, Samuel Amaro pontua como o conceito do clipe traduz o sentimento da faixa:

“A ideia do clipe nasceu para traduzir em imagens essa minha obsessão pelo city pop e essa ponte entre o retrô e o contemporâneo. A história retrata esse amor reprimido, daquela pessoa que se irrita e se opõe a tudo que o outro faz só para esconder o que sente, como a Helga faz com o Arnold no desenho dos anos 90. É sobre se proteger atrás da implicância em cena para não ter que lidar com a própria vulnerabilidade”, explica o cantor e compositor.

Embalado pela faixa gravada no próprio home-studio de Samuel Amaro, em Maringá, o espírito do-it-yourself se refletiu até no set de filmagem: na cena do café da tarde, pela ausência de suporte adequado para fixar um varão no ambiente, a cortina cenográfica precisou ser sustentada manualmente pela equipe durante a tomada.

Em atividade desde 2018, Samuel Amaro construiu sua trajetória na cena independente através dos EPs “MORNO” (2020) e “SINTOMA” (2022), acumulando destaques como o 1º lugar no festival Festgralha (2024) e uma live session com o selo NAGOMA (2025). Paralelamente, o artista assina produções sob o alter-ego lo-fi Qumma, projeto com feats internacionais que ajuda a moldar a identidade sonora e visual de seu primeiro álbum.

O lançamento de “Eu Ia” abre a sequência de produções audiovisuais de “Músicas Surpreendentemente Comuns, Melancólicas e Feitas Para Dormir”, antecedendo novos materiais planejados para o projeto. A faixa traz arranjos de guitarra de João Manoel (Jovens Ateus), baixo de Luiz Júnior, e mixagem e masterização assinadas por Maurício Mendes (@botafonico).

Fonte: assessoria de imprensa

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NMIXX se prepara para o lançamento do 6º EP, “Strange Muse”

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Com lançamento marcado para 19 de outubro, novo trabalho reúne seis faixas e apresenta três músicas unitárias, inéditas na trajetória do grupo

O NMIXX se prepara para lançar seu 6º EP, “Strange Muse”, no dia 19 de outubro, às 6h (horário de Brasília). Com seis faixas, o projeto traz “긴 소원 (Birthday Wish)” como faixa-título e marca a primeira vez, desde o debut do grupo em 2022, que diferentes formações entre as integrantes ganham espaço em músicas unitárias.

Além da faixa-título, o EP reúne as músicas do grupo completo “Kerosene” e “RudE TaLK”, enquanto as três faixas unitárias apresentam novas combinações entre as integrantes. LILY e HAEWON interpretam “너는 달 (Sing to the Moon)”, SULLYOON e BAE dividem os vocais de “Hot ‘n Unbothered” e JIWOO e KYUJIN apresentam “휙 (WHIP)”.

A nova configuração também amplia a participação das integrantes no processo criativo. Todas as seis participaram da composição das letras de suas respectivas faixas unitárias. HAEWON e LILY contribuíram para “Sing to the Moon”, BAE e SULLYOON para “Hot ‘n Unbothered”, enquanto JIWOO e KYUJIN participaram das letras de “WHIP”, faixa que também conta com KYUJIN na composição. BAE ainda participa da composição das letras de “RudE TaLK”.

NMIXX 6th EP “Strange Muse”
19 de outubro de 2026, às 6h (horário de Brasília)

Pré-save, pré-add e pré-venda:
“Strange Muse” – NMIXX

Fonte: assessoria de imprensa

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KOKORO, do PSYCHIC FEVER, e Lola Amour vencem o prêmio de “Best Global Collaboration Recording” no Philippine Awit Awards por “The Moment”

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KOKORO, integrante do PSYCHIC FEVER from EXILE TRIBE, e a banda filipina Lola Amour venceram o prêmio de Best Global Collaboration Recording no Awit Awards, uma das mais prestigiadas premiações musicais das Filipinas, pela colaboração “The Moment (with KOKORO)”. Com a conquista, KOKORO faz história como o primeiro artista japonês a vencer o prêmio de Best Global Collaboration Recording.

Lançada em julho de 2025, “The Moment (with KOKORO)” reúne o som marcante, suave e envolvente do Lola Amour aos vocais cheios de soul do vocalista Pio Dumayas e de KOKORO. Com influências de pop, funk, rock, jazz e outros estilos musicais, a faixa traduz a empolgação e a expectativa romântica de se apaixonar. A música destaca a química entre os artistas e combina de forma natural seus estilos distintos, atravessando fronteiras.

O Lola Amour é uma das bandas contemporâneas de destaque das Filipinas, conhecida por seu som que transita por diferentes gêneros e por sua forte presença na cena musical local. O hit “Raining in Manila” foi um grande sucesso no país e recebeu o Special Award for Philippine Popular Music na primeira edição do Music Awards Japan (MAJ), em 2025. A banda também conquistou o prêmio de Best World Music Recording, por “Love on Loop”, no 39º Awit Awards, consolidando ainda mais sua presença na indústria musical filipina.

A parceria entre KOKORO e Lola Amour continuou a crescer mesmo após o lançamento de “The Moment”. Em setembro de 2025, KOKORO se juntou ao Lola Amour no palco durante uma apresentação da banda em Manila, nas Filipinas. Desde então, os artistas continuaram levando sua música ao público de diferentes partes da região, incluindo uma apresentação em Macau e a participação surpresa de KOKORO no primeiro show do Lola Amour no Japão, realizado em janeiro de 2026.

Fonte: assessoria de imprensa

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