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Cinema

DIAMOND FILMS REVELA TEASER TRAILER DO TERROR O SORVETEIRO; VEJA

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Do mesmo diretor de “Feriado Sangrento” e “O Albergue”, longa chega aos cinemas brasileiros em 27 de agosto

A Diamond Films acaba de revelar o teaser trailer de O SORVETEIRO (“Ice Cream Man”), aguardado novo filme de terror do diretor Eli Roth (“O Albergue”, “Feriado Sangrento”). Com estreia marcada para 27 de agosto nos cinemas brasileiros, o longa acompanha o surto de assassinatos promovidos por crianças de uma cidadezinha após tomarem o sorvete de um sorveteiro misterioso. Assista aqui à prévia:

No filme, uma cidade conhece uma realidade digna de um pesadelo quando suas crianças passam a perseguir e matar qualquer um com mais de 18 anos. As atividades sanguinolentas só deixam de fora três pequenos moradores, que por motivos diferentes não comeram o doce que iniciou o banho de sangue. Agora, está nas mãos desse trio a responsabilidade de entender o que está acontecendo e impedir que ele continue antes de que todos os adultos sejam mortos.

“Quando vemos um sorveteiro, confiamos nele. Ele traz felicidade em um dia quente de verão. Mas e se ele estivesse trazendo algo mais sinistro?”, descreveu o diretor e roteirista Eli Roth sobre o filme. Ele passou mais de 20 anos debruçado nessa ideia, fascinado com a temática que agora ganha vida no sangrento O SORVETEIRO.

Além de Millen e do próprio Roth, o elenco do filme conta com nomes como Benjamin Byron Davis (“Guardiões da Galáxia 3”), Karen Cliche (“Feriado Sangrento”), Dylan Hawco (“O Conto da Aia”), Sarah Abbott (“Ginny e Georgia”), Shiloh O’Reilly (“Feriado Sangrento”), Kiori Mirza Waldman (“Small Achievable Goals”), Charlie Zeltzer (“Titans”) e Charlie Storey (“Feriado Sangrento”).

Com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, O SORVETEIRO chega às telonas em 27 de agosto.

Fonte: assessoria de imprensa

Cinema

APÓS EXIBIÇÕES INTERNACIONAIS E PARTICIPAÇÃO NO FESTIVAL DE XANGAI, FILMES BRASILEIROS CHEGAM ÀS SALAS DE CINEMA DO PAÍS

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Os títulos “A Herança de Narcisa”, “A Fabulosa Máquina do Tempo” e “Feito Pipa” passaram por festivais mundo afora, entre eles o 28º Festival de Xangai, um dos principais da Ásia

O público brasileiro poderá conferir três dos nove filmes brasileiros que ganharam destaque no circuito internacional de festivais ao serem selecionados para a Mostra de Cinema Brasileiro, parte das iniciativas do Ano Cultural Brasil-China 2026, que integrou a programação do Festival Internacional de Cinema de Xangai – SIFF. A Herança de Narcisa, terror estrelado por Paolla Oliveira, com direção de Clarissa Appelt e Daniel Dias, já está em cartaz nos cinemas. Já A Fabulosa Máquina do Tempo, novo documentário de Eliza Capai, e o drama Feito Pipa, com Lázaro Ramos e dirigido por Allan Deberton, chegam às salas brasileiras respectivamente em 30 de julho e 24 de setembro deste ano. 

A HERANÇA DE NARCISA

Considerado o primeiro trabalho de Oliveira no cinema de horror, o longa aborda temas como vivência feminina e trauma familiar por meio da relação da protagonista Ana com sua mãe Narcisa, uma ex-vedete já falecida. Mesclando o suspense psicológico, o sobrenatural e o drama familiar, a trama acompanha a personagem principal, que, após perder a mãe, decide vender a casa onde cresceu, mas é obrigada a confrontar as memórias do passado quando começa a ser assombrada pela matriarca. A produção teve sua estreia no 27º Festival do Rio, onde conquistou o Troféu Redentor de Melhor Longa-Metragem na mostra Première Brasil: Novos Rumos. Também selecionado para integrar a iniciativa brasileira na China, o filme foi representado por Paolla Oliveira e os diretores Clarissa Appelt e Daniel Dias na comitiva brasileira que foi à Ásia para as celebrações do Festival de Xangai.  Segundo Appelt, a reação do público chinês ao longa foi “emotiva e muito bonita”, demonstrando a capacidade da arte de alcançar “plateias de culturas tão diferentes”. Ela conta que tal recepção não se limitou apenas a A Herança de Narcisa, também tendo presenciado respostas calorosas a outras histórias brasileiras. “É muito importante o intercâmbio cultural com o mundo todo, mas com a China, especialmente, esse contato e essa troca cultural foram muito ricas”, finaliza.

A FABULOSA MÁQUINA DO TEMPO

Em seu novo trabalho, a documentarista Eliza Capai volta a abordar temas recorrentes em sua obra, como desigualdade social e questões de gênero. Premiado no Cine PE e no Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, o longa dá voz a um grupo de meninas que vivenciam o fim da infância e a chegada da adolescência em Guaribas, no sertão do Piauí, escolhida em 2003 como cidade piloto do Programa Fome Zero por ter o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país na época. Hoje, Capai acompanha o crescimento de suas protagonistas, enquanto elas brincam entre o passado difícil de suas mães e a possibilidade de imaginar um futuro para elas mesmas. O filme teve sua estreia mundial na Mostra Generation do Festival Internacional de Cinema de Berlim (Berlinale), além de ter sido selecionado para o É Tudo Verdade e para a Mostra de Cinema Brasileiro no SIFF. Para a produtora Mariana Genescá, que representou o documentário na exibição na China, é em experiências como essas “que vemos, na prática, como a arte e o cinema têm o poder de encurtar distâncias, desfazer fronteiras e de nos conectar através da essência máxima do que é ser humano”. Segundo Genescá, a audiência chinesa recebeu A Fabulosa Máquina do Tempo de forma calorosa, comparecendo em peso para a sessão-debate, que teve os ingressos esgotados. Para ela, a participação do público, com perguntas pertinentes e curiosas, demonstrou “como eles tinham entendido muito bem o filme, em todas as suas camadas e complexidades”.


FEITO PIPA

A trama dirigida por Allan Deberton, aborda temas como memória e aceitação ao acompanhar Gugu, um garoto queer, criado de forma livre pela avó Dilma nas proximidades da Barragem de Araújo Lima. A tranquilidade da vida que levam juntos passa a ser ameaçada quando a seca revela as ruínas de uma antiga cidade e, junto delas, o estado de saúde de sua avó, o que pode obrigá-lo a morar com o pai, Batista, com quem tem uma relação turbulenta. Protagonizado pelo jovem ator Yuri Gomes, ao lado de Lázaro Ramos e Teca Pereira, o longa foi premiado no Festival de Guadalajara, Festival de Cartagena e Festival de Berlim, onde conquistou o Urso de Cristal de Melhor Filme e o Grande Prêmio do Júri Internacional. Já no Festival de Xangai, a produção se destacou ao ser duplamente selecionada, participando tanto da Mostra Brasileira quanto da Mostra Belt and Road Film Week. Sobre a experiência, Deberton conta que foi “bonito perceber que as diferenças culturais não impediram a conexão com o protagonista e sua trajetória”, pelo contrário, “o jeito de ser de Gugu, a situação de sua família e do lugar onde vive parecem ter despertado curiosidade e identificação”“Essa é uma das maiores forças do cinema: apresentar um universo particular e, ao mesmo tempo, revelar emoções que podem ser compreendidas em qualquer parte do mundo”, conclui o diretor.

Além dos títulos, também participaram da Mostra de Cinema Brasileiro em Xangai: Papaya, de Priscilla Kellen; A Hora da Estrela, de Suzana Amaral; Amadeo e o Hipotético Mundo Novo, de Brenda Lígia e Edu Felistoque; Para Vigo me Voy!, de Lírio Ferreira e Karen Harley; O Deserto de Luiza, de Alan Minas; e Coração das Trevas, de Rogério Nunes, que está previsto para ser lançado ainda em 2026.

Fonte: assessoria de imprensa

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Cinema

NA SEMANA DO DIA MUNDIAL DA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA, BONITO CINESUR APRESENTA OBRAS QUE DISCUTEM AS PRINCIPAIS AMEAÇAS AMBIENTAIS NA AMÉRICA DO SUL

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Ao todo, 12 produções de sete diferentes países disputam a mostra competitiva de filmes ambientais sul-americanos na 4ª edição do festival

Na semana do Dia Mundial da Conservação da Natureza, celebrado na última terça-feira (28), o Bonito CineSur, Festival de Cinema Sul-Americano, coloca a pauta ambiental no centro de sua 4ª edição. São 12 filmes de sete países sul-americanos (Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai) nas Mostras Competitivas de Longa e Curta-Metragem Ambiental, exibidas desde domingo (26), com entrada gratuita, no Auditório Kadiwéu, no Centro de Convenções de Bonito (MS). Os vencedores, definidos pelo Júri Oficial e pelo Júri Popular, serão anunciados neste sábado (1º), na cerimônia de encerramento do festival, com a entrega do Troféu Pantanal.

Curadora das Mostras Ambientais, a documentarista, fotógrafa e jornalista Elis Regina comentou sobre a importância da circulação de produções que alertam para a situação ambiental na América do Sul: “A presença desses filmes é fundamental para ampliar o debate sobre a questão ambiental e dar visibilidade aos conflitos territoriais e a relação que os povos originários tem com a natureza.  O Bonito CineSur é  um festival voltado para o cinema sul-americano,  então  abrir espaço para essas narrativas  é uma escolha política  e artística que reflete a identidade do nosso continente.

Conheça os longa-metragens

A Mostra Competitiva de Longa-Metragem Ambiental começou em 26 de julho (domingo) com ÁGUA INVADIDA, documentário uruguaio, dirigido por Carolina Sosa, exploradora da National Geographic, que desvenda o lado sombrio da pesca ilegal no Uruguai em parceria com os biólogos marinhos Andrés Milessi e Agustín Loureiro, e com o apoio da Marinha Uruguaia. No Bonito CineSur, o filme foi representado pelo produtor associado Damian Soto. No dia seguinte (27), foi a vez de EL CAMINO DEL AGUA (Peru), dirigido pela dupla Víctor César Ybazeta e Matías Magnan que compareceu ao evento para apresentar o documentário que mostra mulheres de um pequeno povoado que mantêm uma relação profunda com a terra e a comunidade enquanto lutam contra a ameaça de um projeto de mineração que pretende se instalar no território. 

Com direção de Wojciech Ganczarek, a obra documental argentina PROPIEDAD PRIVADA PROHIBIDO PASAR foi exibida no dia 28 (terça-feira) e apresentou ao público a história de habitantes da Patagônia, acompanhando uma professora, uma pescadora e um casal mapuche, que não têm onde morar por conta de interesses imobiliários e turísticos, retratando a luta por terras em uma das regiões menos povoadas do planeta. 

Na quarta (29), foi a vez de um dos nomes centrais do documentário brasileiro sobre a Amazônia subir ao palco do Bonito CineSur: Jorge Bodanzky apresentou UM OLHAR INQUIETO: O CINEMA DE JORGE BODANZKY, codirigido pela jornalista amazonense Liliane Maia. O filme parte de um registro de 1973, quando, a serviço da TV alemã, Bodanzky sobrevoou Aripuanã (MT) e captou uma grande maloca cercada por indígenas isolados que atiravam flechas contra o avião. Recuperada meio século depois no acervo do cineasta, hoje preservado no Instituto Moreira Salles, a imagem leva o diretor de volta à região. Somado aos seus inúmeros rolos de Super 8, o material costura passado e presente para revisitar sua trajetória e os mistérios da Amazônia.

A questão ambiental sempre reflete as questões da sociedade e a questão ambiental virou a mais importante hoje”, comentou Bodanzky que, em seus 50 anos de carreira, fez questão de abordar a conservação do meio ambiente em suas obras: “Apesar de ter visto poucas mudanças desde que comecei a gravar sobre, tenho a confiança de que o cinema é fundamental para gerar consciência e impulsionar a tomada de posições”.

Nesta quinta-feira (30), a produtora-executiva Renata Carpenter apresentará MUNDURUKUYÜ – A FLORESTA DAS MULHERES-PEIXE, obra documental brasileira dirigida por Aldira Akay, Beka Munduruku e Ricélia Akay que filma as margens do Tapajós, no Pará, local em que a floresta das mulheres peixe espelha a mitologia Munduruku, onde humanos, na origem do mundo, se transformaram em floresta, plantas e animais. Por fim, o filme colombiano PÁRAMOS II EL ORIGEN ocupará a tela do festival no dia 31 de julho, com a presença do diretor Alejandro Calderón, mostrando ao público a trifurcação da Cordilheira dos Andes, o derretimento das geleiras e os conflitos socioambientais na Colômbia, a partir das vozes de comunidades indígenas, especialistas e outros atores fundamentais.

Conheça os curta-metragens

Na Mostra Competitiva de Curta-Metragem Ambiental, a abertura no domingo (26) ficou com À MARGEM DO FIM, do brasileiro Felipe Beltrame, sobre as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul e a urgência da justiça climática. Na segunda (27), foi a vez de LOURDES E LEIDE, dirigido por Angelo Lima, presente no festival, que acompanha a mãe de Leide das Neves, morta no acidente com o césio-137 em 1987, quase quatro décadas depois da tragédia. Na terça (28), foi exibida UMA UÑJIRINAKA CUIDADORXS DEL AGUA, coprodução entre Bolívia e Espanha do Colectivo Left Hand Rotation, sobre a contaminação da bacia Katari, no Lago Titicaca, e o projeto de turismo comunitário criado por mulheres de Alto Milluni.

Na quarta (29), ENTRE LA SAL Y EL CIELO, do boliviano Felipe Rosa, apresentado pelo produtor Pedro Guindani, mostrou o líder comunitário Ariel Flores na defesa da captura e tosquia tradicional de vicunhas selvagens, ameaçada pelas mudanças climáticas e pela exploração do lítio. Nesta quinta (30), o colombiano Alejandro Calderón apresenta HIPOPÓTAMOS, EL ARCA DE ESCOBAR, sobre os animais trazidos por Pablo Escobar que se multiplicaram sem controle e se tornaram ameaça ambiental. A mostra se encerra nesta sexta (31) com BUEN VIVIR: ÑUTSE CANSEYE, do Equador, dirigido por Zoé Nathalie Kugler e representado pela produtora Paula Alcivar, sobre mulheres que erguem a voz contra a extração de petróleo na Amazônia equatoriana.

Cerimônia de Premiação: 1º de agosto

Após decisão de júri formado por Vincent Carelli, indigenista e cineasta franco-brasileiro, Minom Pinho, produtora, roteirista e consultora, e Olinda Tupinambá, escritora realizadora, produtora e curadora, os vencedores serão anunciados neste sábado (1º), às 20h, no Auditório Kadiwéu, na cerimônia de encerramento apresentada por Paulo Betti e Valentina Herszage, que também entrega o Troféu Pantanal a Carelli pelo conjunto de sua obra.

A 4ª edição do Bonito CineSur está sendo realizada de 24 de julho a 01 de agosto na cidade de Bonito, Mato Grosso do Sul, e conta com o patrocínio master do Banco do Brasil e da Petrobrás e patrocínio da Caixa Econômica, da EMGEA e do Sesc MS e da Fecomércio MS. O Festival conta com o apoio da Prefeitura de Bonito, da FUNDTUR e do Estado de Mato Grosso do Sul. O evento é uma realização da Associação Amigos do Cinema e da Cultura (AACIC), Lei Rouanet e Ministério da Cultura.

Fonte: assessoria de imprensa

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Cinema

THE KING’S WARDEN, FILME DE ABERTURA DO KOREAN FILM FESTIVAL (KOFF) 2026, É A MAIOR BILHETERIA DA HISTÓRIA DA COREIA DO SUL; CONHEÇA

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Festival acontece em sete cidades do Brasil, chegando a São Paulo em outubro

A edição 2026 do KOFF – Korean Film Festival já começa com um grande sucesso: o longa escolhido para a abertura do evento é THE KING’S WARDEN (2026, Jang Hang-jun), responsável pela maior arrecadação da história do cinema sul-coreano somando $95.3 milhões de dólares em bilheteria. O filme, estrelado por Yoo Hae-jin (“A Taxi Driver”) e Park Ji-hoon (“Classe dos Heróis Fracos”), será exibido como a sessão de abertura do festival em Piracicaba, Belo Horizonte e São Paulo.

Conheça o filme

THE KING’S WARDEN, que numa tradução livre significa “O Guardião do Rei”, se passa no ano de 1457 e conta a história do sexto rei da dinastia Joseon, Danjong, que é deposto por seu tio, rebaixado a Príncipe Nosan (Park Ji-hoon) e exilado na isolada Yeongwol, província de Gangwon, com a esperança de que coloque fim à própria vida. O local é chefiado por Eom Heung-do (Yoo Hai-jin), que vê na chegada do nobre em exílio uma esperança para o futuro da vila. 

Mergulhado na tristeza pelo destino dos que estavam ao seu lado enquanto era rei, Nosan se torna deprimido e tenta saltar de um precipício, mas é salvo por Heung-do, com quem inicia uma complexa dinâmica. Em meio a dramas internos e intrigas políticas que podem comprometer mais do que a vida do jovem príncipe, THE KING’S WARDEN conta uma história inspirada em fatos sobre uma das figuras mais emblemáticas da Coreia imperial. 

Sua passagem pelos cinemas coreanos foi histórica: o filme arrecadou $95.3 milhões de dólares, ultrapassando as bilheterias alcançadas pelo recorde anterior, a comédia de 2019 “Trabalho Extremo” ($93.7 milhões de dólares), e do épico de guerra de 2014 “The Admiral: Roaring Currents” ($91.1 milhões de dólares).

O elenco do longa conta com grandes nomes da cultura coreana: o protagonista, Park Ji-hoon, ficou internacionalmente famoso como o lead dancer e visual do grupo de k-pop Wanna One. Além da carreira de idol, o ator estrelou sucessos da televisão como “Classe dos Heróis Fracos” (2022-2025), “Gostinho de Amor” (2025), “A Lenda do Soldado Cozinheiro” (2026), “Revolução do amor” (2020), “Love Song for Illusion” (2024), entre outros. Park contracena com o veterano Yoo Hai-Jin, que estreou nos cinemas em 1997 com o filme “Blackjack”. Entre os projetos que o consagraram estão os filmes “A Taxi Driver” (2017), “Veteran” (2015), “Exhuma” (2024) e “The Pirates” (2014). 

Além da dupla de protagonistas, alguns nomes de destaque do filme são Yoo Ji-tae (“Oldboy”), Jeon Mi-do (“Hospital Playlist”), Jung Jin-woon (“Choir of God”), Kim Min (“Rebound: Uma Nova Chance”), Ahn Jae-hong (“Mask Girl”) e Kim Soo-jin (“Open The Door”). 

A direção fica por conta de Jang Hang-jun, conhecido por seu trabalho na TV e no cinema com títulos como “Rebound: Uma Nova Chance” (2023), “Rastros de um Sequestro” (2017), “The Killers” (2024), “Open the Door” (2022) e “Break Out” (2002). O roteiro é uma parceria entre Jang e Hwang Seong-gu, que também escreveu “Anarchist from Colony” (2017). 

A recepção do filme rendeu indicações em premiações importantes do cenário audiovisual asiático, como Baeksang Arts Awards (indicado em oito categorias e vencedor de três); Director’s Cut Awards, que premiou a dupla de protagonistas como Melhor Ator (Yoo Hai-jin) e Melhor Ator Revelação (Park Ji-hoon) em filmes; e Golden Cinematography Awards, onde venceu os prêmios de Melhor Filme, Direção, Ator e Ator Coadjuvante (Yoo Ji-tae).

Programação do KOFF

Além de THE KING’S WARDEN, o Korean Film Festival tem uma curadoria de filmes que unem sucesso de público e crítica com as melhores histórias do cinema independente coreano no último ano em sua mostra não-competitiva de longas-metragens. A lista inclui BOSS, Boy, Frosted Window, Funky Freaky Freaks, Little Dreamerz, No Other Choice, Number One, Once We Were Us, People and Meat, Tell Me That You Love Me, The First Ride, The Ghost Game, The Mutation, The Only Child in the Butchery, The Square, The Ugly, The World of Love Winter Light

O festival também contará com a exibição de filmes do Korean Film Archive (KOFA), longas-metragens em mostra competitiva e inúmeros curtas tanto na mostra competitiva quanto não-competitiva. 

Fonte: assessoria de imprensa

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