O rock não morreu: por que os clássicos continuam dominando o streaming?
Músicas de Queen, Bon Jovi, Guns N’ Roses e outros gigantes do gênero seguem conquistando novas gerações — e os números mostram que a nostalgia está longe de perder força
Se depender do streaming, o rock definitivamente não pretende deixar o passado para trás. Segundo o relatório semestral de 2026 da Luminate, 75% do consumo de rock nos Estados Unidos vem do chamado “deep catalog”, que reúne músicas lançadas há mais de cinco anos. O número cresceu cinco pontos percentuais em relação ao ano anterior.
Mas afinal, por que músicas que nasceram há décadas continuam tão presentes nas playlists — inclusive entre quem nem era nascido quando elas foram lançadas?
Queen, Bon Jovi, Guns N’ Roses, Aerosmith, Bryan Adams e Led Zeppelin são alguns dos nomes que continuam atravessando gerações. Com o streaming e as redes sociais, seus maiores sucessos ganharam uma espécie de segunda vida, aparecendo em playlists, vídeos, filmes, séries e sendo descobertos por públicos cada vez mais jovens.
Do vinil ao streaming: os clássicos ganharam uma nova vida
Se antes descobrir uma música antiga dependia de discos, rádio ou da indicação de alguém da família, hoje basta uma playlist ou um vídeo nas redes sociais para uma canção de décadas atrás voltar aos holofotes.