O desempenho abaixo das expectativas de Supergirl nas bilheterias marcou o primeiro grande revés do DC Studios sob a liderança de James Gunn e Peter Safran. Após uma estreia nos Estados Unidos inferior à de filmes como Morbius e As Marvels, a produção acabou motivando uma manifestação pública de um dos CEOs do estúdio.
Peter Safran declarou, em nota enviada ao The New York Times, que o desempenho de Supergirl não altera os planos do estúdio. “Mesmo sem atingir a bilheteria esperada, o longa faz parte de uma estratégia mais ampla para o futuro do DC Studios.”
O longa representa o primeiro grande desafio comercial da gestão de James Gunn e Peter Safran, após estrear nos Estados Unidos com números abaixo do esperado e inferiores aos de Morbius e As Marvels.
Rebatizado apenas como Supergirl, o longa abandona o antigo título Supergirl: A Mulher do Amanhã, mas continua baseado na famosa HQ de Tom King com arte da brasileira Bilquis Evely. Na trama, a heroína percorre o espaço em uma missão movida por vingança e justiça, vivendo uma aventura cósmica que também reserva momentos de descontração e festas.
Assista ao trailer abaixo:
No elenco, Milly Alcock, conhecida por interpretar a jovem Rhaenyra em A Casa do Dragão, assume o papel de Supergirl. Eve Ridley, de Problema dos 3 Corpos, dará vida a Ruthye, enquanto Matthias Schoenaerts (The Old Guard) será o vilão Krem. A direção é de Craig Gillespie (Cruella), com roteiro assinado por Ana Nogueira, que anteriormente desenvolvia um projeto da heroína estrelado por Sasha Calle, intérprete da personagem em The Flash.
O longa tem direção de Craig Gillespie e roteiro de Ana Nogueira, e está em cartaz nos cinemas.